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ABA promove seu Comitê de Compliance, com canal direto para diálogo

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Incentivando a maior eficácia do marketing e da comunicação a partir das melhores práticas do mercado, a ABA – Associação Brasileira de Anunciantes – busca manter um permanente diálogo com toda a sociedade e seus integrantes e conta com um Comitê de Compliance, fortalecendo sua governança e ética em sua atuação.

Composto hoje por Nelcina Tropardi (Presidente do Comitê e Legal Director for PUB da Diageo), Afonso Champi (Diretor de Assuntos Corporativos Brasil e Conosur da Ferrero) e Rafael Silveira (Gerente Jurídico da Johnson & Jonhson), o Comitê de Compliance da ABA tem como objetivo implementar, monitorar e prevenir práticas infrativas às normas internas e aos padrões de conduta pessoal e profissional. As bases do Comitê estão estabelecidas no Manual de Governança e no Código de Ética da entidade. Por meio do e-mail [email protected], os associados podem conhecer mais a atuação do Comitê e ainda reportar possíveis condutas duvidosas nos negócios, com total sigilo, pois a mensagem seguirá somente para os três membros do Comitê.

A ABA reitera que preza por uma atuação rigorosamente em conformidade com a legislação brasileira e seus atos devem observar sempre os mais elevados padrões de conduta. Seus colaboradores e associados são estimulados a reportar supostas violações ou suspeitas de condutas inapropriadas.

O Comitê de Compliance é subordinado diretamente ao Conselho Superior da entidade e tem atuação direta no cumprimento do conjunto de regras e diretrizes, além de esclarecer dúvidas e questionamentos dos associados. É, também, responsável por adotar medidas necessárias para a devida divulgação das normas. Condutas como relacionamento com fornecedores e parceiros comerciais, interação entre associadas, conflitos de interesse, relações de parentesco, recebimento de presentes e atividades que impliquem interesse de cunho pessoal são exemplos de temas do escopo deste Comitê.

“O trabalho do Comitê de Compliance é muito importante, já que atuamos para que o relacionamento da ABA com seus integrantes, com a sociedade e entre empresas associadas seja pautado pela ética e probidade” comenta Nelcina Tropardi, Presidente do Comitê de Compliance. “Cabe a nós, como integrantes permanentes do Comitê, direcionar todo o cumprimento das diretrizes estabelecidas nos estatutos, no Manual de Governança e no Código de Ética da ABA, bem como conduzir as propostas do Conselho e zelar pela transparência – seja nas condutas pessoais, nas informações ou nas relações comerciais. Assim, ajudamos a promover a excelência e as melhores práticas do marketing e da comunicação” conclui a executiva.

Para mais informações, acesse www.aba.com.br ou entre em contato pelo [email protected]

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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