Empresa
TNT é nomeada patrocinadora oficial da NBA no Brasil para divulgar o engajamento dos fãs

A TNT, marca de bebidas energéticas e esportivas do Grupo Petrópolis, anunciou hoje uma colaboração com a National Basketball Association (NBA), para engajar mais de 52 milhões de fãs no Brasil. A parceria também torna a TNT Patrocinadora Oficial da NBA no país.
“Esta colaboração com uma das maiores ligas esportivas do mundo é um momento especial para a TNT e para o Grupo Petrópolis. A NBA foi além das quadras e se tornou um fenômeno global — é sobre esporte, mas também sobre atitude e estilo de vida, parte do dia a dia de milhões de fãs ao redor do mundo. Com essa conexão, queremos que nossa energia e nossa bebida esportiva TNT sejam cada vez mais presentes na rotina de quem vive essa energia dentro e fora do universo esportivo”, afirma José Luiz Sinti, gerente nacional de patrocínios do Grupo Petrópolis.
“A TNT compartilha nossa paixão pelo basquete e nosso compromisso em proporcionar experiências emocionantes e culturalmente relevantes aos fãs em todo o Brasil”, disse Fabio Laudísio Correa, líder de desenvolvimento de novos negócios e parcerias da NBA América Latina. “Temos orgulho de trabalhar juntos para dar vida à energia da NBA por meio de ativações envolventes que celebram uma vibrante comunidade de basquete do país.”
Como parte do patrocínio, a TNT se torna a bebida energética e a bebida esportiva oficiais da NBA no Brasil, com direitos de marketing e licenciamento para usar a marca NBA em campanhas e produtos. A marca também será ativada nos eventos exclusivos da liga no Brasil, oferecendo experiências de hospitalidade, conteúdo exclusivo e engajamentos únicos e imersivos que refletem a sinergia entre os fãs do melhor basquete do mundo e o estilo de vida urbano e vibrante representado pela TNT. A primeira grande ativação será na NBA House, que acontecerá em junho, em São Paulo, reunindo milhares de fãs para assistir às finais da NBA e desfrutar de experiências únicas da marca.
Empresa
TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
Empresa
Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








