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Campanha do governo capixaba destaca papel da segurança pública no cuidado com a população

Cuidar dos capixabas é o compromisso que orienta as ações do Governo do Espírito Santo na área de segurança pública. Com investimentos estruturais, tecnológicos e estratégicos realizados nos últimos anos, o Estado tem avançado significativamente na proteção da população e melhoria da qualidade de vida. Para apresentar os resultados de forma perceptível e próxima da população, a administração estadual lança campanha institucional com o conceito “A Nossa Missão é Cuidar dos Capixabas”. Criada pela Ampla, a ação reforça o uso inteligente da tecnologia e a construção diária de um Espírito Santo mais seguro.
A esteira de comunicação conta com presença em televisão aberta, rádio e mídias digitais, abrangendo todas as regiões do Estado. O filme para TV, com linguagem inspirada em trailers de filmes e séries, mostra o trabalho cotidiano e contínuo das forças de segurança, combinando cenas de operação, tecnologia de ponta e o dia a dia capixaba. No rádio, três spots reforçam o senso de presença e prontidão. Já nas redes sociais, a campanha aposta em reels, carrosséis e banners com forte apelo visual e narrativo.
De acordo com Bruno Reis, diretor de criação da Ampla, a campanha foi criada em momento simbólico para o Espírito Santo, devido à redução histórica dos índices de violência. “A proposta não é celebrar somente resultados, mas reforçar a mensagem central de que a segurança pública vai além de números. As peças mostram que proteger vidas é, antes de tudo, um ato de cuidado. Elas traduzem o pensamento de construção da segurança com presença, tecnologia, inteligência e, principalmente, atenção às pessoas. Trata-se de uma missão que envolve cuidar dos capixabas em todos os sentidos”, destaca.
A proposta da Ampla foi criar uma narrativa institucional transparente, confiável e humanizada. “A comunicação investe em tom emocional e impactante, valorizando as histórias por trás dos números. Na prática, são vidas protegidas, ruas mais tranquilas e comunidades com maior confiança, mostrando bons resultados como frutos dos investimentos constantes do governo estadual.”
A campanha reforça os três pilares da segurança pública no Espírito Santo: inteligência, planejamento e respeito à vida. Investimentos como reforço no efetivo; modernização das Polícias Civil e Militar; aquisição de equipamentos de ponta; e adoção de tecnologias como o “Cerco Inteligente”, drones e o reconhecimento facial já apresentam resultados concretos, incluindo a menor taxa de homicídios em 28 anos.
“A partir do planejamento de mídia, são esperados mais de 17 milhões de impactos em diferentes canais, incluindo os principais portais de notícia e plataformas como Instagram, YouTube e rádio digital. É um convite para os capixabas reconhecerem o avanço na segurança pública do Estado”, conclui o criativo.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








