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OLX faz doação de R$ 20 milhões em espaço de publicidade para impulsionar negócios de pequenas e médias empresas

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A fim de atuar como agente digitalizador de seus usuários empreendedores, a OLX Brasil anuncia a doação de equivalente a R$ 20 milhões em mídia para vendedores autônomos e pequenas e médias empresas com plano profissional de anúncios na plataforma. A iniciativa deve impactar cerca de 43 mil clientes e pode ajudar a impulsionar as suas vendas em meio à pandemia da Covid-19 no Brasil.

Começando hoje, a ação “Publicidade para Todos” terá seis meses de duração e contempla todas as categorias, como Imóveis, Carros, Serviços, Eletrônicos, entre outras. Funcionará da seguinte forma: o anúncio mais recente dentro do plano contratado será destacado automaticamente dentro da categoria e região informada no momento da publicação. O formato será em banners de 300×600 e 300×250.

“Nos últimos meses, com o avanço da Covid, pela primeira vez, milhares de brasileiros passaram a utilizar o comércio eletrônico. Essa mudança de comportamento deve continuar se expandindo e exigindo das empresas uma adaptação rápida ao ambiente digital. Como parceira de nossos clientes profissionais, a OLX apoiará a jornada de digitalização de seus usuários, aumentando as oportunidades de sucesso em seus negócios.”, explica Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

“Os desafios que os pequenos e médios empreendedores têm enfrentado são diversos, mas acreditamos que o digital é uma ferramenta poderosa para transformar negócios e gerar renda, inclusive neste momento. Com essa doação de mídia, nos colocamos ao lado de nossos clientes, a fim de promover suas empresas e potencializar a visibilidade de seus anúncios online de forma espontânea”, afirma Tavane Gurdos, diretora comercial e de parcerias da OLX Brasil. Segundo a executiva, nos seis meses previstos para a ação, a expectativa é gerar cerca de 3 bilhões de impressões em desktop, app e msite, ou seja, este é total esperado para o número de vezes que os anúncios aparecerão nas plataformas.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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