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‘Vovloggers’ tiram dúvidas com Drauzio Varella e ensinam a usar máscara em campanha do Todos pela Saúde

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O médico e escritor Drauzio Varella volta a esclarecer dúvidas sobre o uso de máscaras como forma de proteção ao novo coronavírus em uma série de vídeos que conta com uma ajuda especial: das “vovloggers” Lilia e Neuza. Amigas há mais de 60 anos que fizeram sucesso em campanhas do Itaú Unibanco, elas voltam à cena para reforçar para todos os públicos a mensagem sobre a importância de proteger o rosto ao sair de casa – com direito a ensinar como usar a máscara e dar “bronca” em quem não faz direito. Em conteúdos da iniciativa Todos pela Saúde, elas fazem perguntas que são respondidas por Drauzio. A campanha é assinada pela agência Africa.

Um dos principais influenciadores na área de medicina no Brasil, Drauzio faz parte da iniciativa criada pelo Itaú para combate à pandemia de coronavírus e é o rosto frequente nas campanhas de incentivo ao uso de máscaras. Desde abril, ele protagonizou um vídeo manifesto (aqui)reforçando a importância de proteger nariz e boca e tirou diversas dúvidas de anônimos e famosos – entre eles Ivete Sangalo (aqui) e Luan Santana (aqui) – sobre a medida. 

Agora, ele conversa remotamente com as “vovloggers” – como Lilia e Neuza ficaram conhecidas ao estrelarem campanhas do Itaú Unibanco em 2016. Com foco em alcançar o público geral, as duas conversam entre elas e com Drauzio via chamada de vídeo. As atrizes gravaram em suas respectivas casas, remotamente, de seus próprios computadores – enfatizando a importância do isolamento social para combater a doença.  

Os conteúdos esclarecem como fazer uma máscara em casa sem ter máquina de costura – Lilia faz a pergunta após contar que a sua quebrou justamente quando ia costurar uma -, como fazer para os óculos não embaçarem enquanto a máscara estiver no rosto, e qual o jeito certo de usar, sem deixar o nariz de fora. Mesmo estando dentro de suas casas, em um dos vídeos as vovloggers colocam máscaras e mostram ao público como utilizá-las corretamente. 

As dúvidas apresentadas nos vídeos – assim como as respondidas anteriormente por Drauzio – foram mapeadas pela Africa e também sugeridas pelo próprio médico. Produzidos pela Café Royal, com criação da Africa, os vídeos serão exibidos na TV aberta e também nos canais digitais.

 O uso de máscaras é uma recomendação do Ministério da Saúde e inclusive se tornou obrigatório em diversas cidades pelo país. A medida alinha-se aos estudos médicos que comprovam a alta capacidade de transmissão do coronavírus também entre pessoas assintomáticas, tornando indispensável o uso da máscara de proteção mesmo para quem não apresenta febre, tosse, dor de cabeça ou de garganta.

Confira os filmes:

“Distanciamento”: https://youtu.be/-EzmiXc8DvE

“Rebobina”: https://youtu.be/WC9jTc2lB7o

“Visita de Médico”: https://youtu.be/A0iPivqe2Xg

Todos pela Saúde

O incentivo ao uso de máscaras é uma das principais ações da Todos pela Saúde, criada com o objetivo de combater o novo coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira. Composta por quatro eixos – informar, proteger, cuidar e retomar – a iniciativa abrange desde orientação e valorização de iniciativas já existente até a compra de equipamentos de saúde, capacitação de profissionais e compra e distribuição de insumos. Em seu primeiro mês de atividades, várias ações já foram realizadas, entre elas a compra de 90 milhões de EPIs, 20 milhões de máscaras de pano e a instalação de gabinetes de crise em todo o Brasil. As informações detalhadas estão em www.todospelasaude.org.

O Itaú direcionou R$ 1 bilhão para financiar as atividades da Todos pela Saúde. Os recursos aportados são administrados por um grupo de especialistas liderado pelo médico Paulo Chapchap, doutor em clínica cirúrgica pela Universidade de São Paulo e diretor-geral do Hospital Sírio Libanês. Esta equipe define as ações a serem financiadas, de forma que as decisões estratégicas sejam respaldadas por premissas técnicas e científicas. 

Além de Paulo Chapchap e Drauzio Varella, integram o grupo o ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto, o ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS) Maurício Ceschin, o consultor do Conselho dos Secretários de Saúde (CONASS) Eugênio Vilaça Mendes, o presidente do Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner, e o presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa.

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Banco Mercantil escala o ex-jogador Roberto Carlos para campanha nacional durante o período do Mundial

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O Banco Mercantil, instituição financeira de destaque e pioneira na especialização do público com mais de 50 anos, acaba de colocar no ar sua nova campanha nacional intitulada “Achou que era o outro?”. Desenvolvida pela agência mineira Kind Branding, a iniciativa aproveita o período do Mundial de futebol para apresentar o ex-lateral e ídolo da Seleção Brasileira, Roberto Carlos, como embaixador temporário da marca, reforçando os atributos de confiança, credibilidade e simplicidade junto aos clientes seniores.

A estreia da campanha ocorreu em horário nobre, durante o intervalo do Jornal Nacional, na TV Globo. O plano de mídia desenhado para o projeto é robusto e contempla veiculações em canais de TV aberta e por assinatura, emissoras de rádio, plataformas digitais e circuitos de mídia exterior (Out-of-Home / OOH) em todo o país. A ação sustentará a presença da marca até o apito final da competição da FIFA, momento em que o banco retomará a comunicação oficial comandada pelo cantor Roberto Carlos, atual garoto-propaganda da empresa.

A escolha do ex-atleta é um movimento estratégico duplo de branding e humor: além do forte vínculo afetivo que sua trajetória vitoriosa possui com a geração 50+, o roteiro brinca com o fato de o ex-jogador ter sido batizado em homenagem direta ao “Rei” da música brasileira, gerando uma conexão memética imediata com o público.

“Fizemos uma pesquisa de tracking antes do lançamento dessa campanha e, recentemente, identificamos um aumento de 6 pontos percentuais na identificação do público com a nossa marca”, revela Brunna Lopes, superintendente de marketing do Banco Mercantil. Para a executiva, a entrada no território esportivo era indispensável: “Não havia como estarmos fora dessa conversa em um momento em que quase todas as marcas estão associadas a esse evento. É algo que chama a atenção de todos”.

Para dar suporte a essa expansão nacional e garantir relevância nos blocos publicitários, o Banco Mercantil aumentou em 50% o seu orçamento total de marketing para o ano de 2026 em comparação com o período anterior. O aporte financeiro visa consolidar a lembrança de marca da instituição em um segmento altamente competitivo, onde a tradição e a segurança digital ditam a escolha do consumidor.

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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

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O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.

A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.

A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.

Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.

O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.

O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.

A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.

Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.

O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.

O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.

Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.

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