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Stella Artois lança campanha que inspira momentos de leveza com sua versão sem glúten

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Stella Artois lança campanha que inspira momentos de leveza com sua versão sem glúten
Depois do lançamento em 2020, a versão sem glúten de Stella Artois acaba de ganhar distribuição nacional. Para isso, a cerveja da Ambev está lançando uma campanha na qual Stella Sem Glúten convida o público a viver mais momentos de leveza. Intitulada “Surpresa Stella Artois”, a campanha criada pela CP+B Brasil conta com uma peça de 30″ para a TV paga e aberta e uma peça de 45″ para o ambiente digital, em mídias sociais como o o YouTube, o Instagram e o Twitter.

Ao som de “Fly Me To The Moon”, sucesso de Bart Howard eternizado na voz de Frank Sinatra, “Surpresa Stella Artois” incorpora a nova versão sem glúten ao universo da Vida Artois. O filme, que é uma mistura de live action com animação, foi produzido parte em São Paulo, pela produtora Landia, e parte em Barcelona, pela produtora de animação Le Cube. A propaganda mostra uma mulher caminhando até a geladeira para pegar uma Stella Sem Glúten. A partir desse gesto, uma situação comum já ganha mais leveza, enquanto balões carregando a nova Stella flutuam pela cidade para espalhar o convite aos momentos especiais. Em agosto, o bairro do Ibirapuera em São Paulo também deve receber peças out of home animadas com a temática da campanha.

Sobre Stella Sem Glúten

As pessoas procuram cada vez mais opções de bebidas que se encaixem em seu estilo de vida e ocasiões de consumo e a Ambev sempre busca inovar para atender aos desejos desses consumidores, oferecendo os melhores produtos nos melhores momentos. Stella Sem Glúten tem o mesmo sabor da receita original de Stella, criada para quem busca leveza sem abrir mão da cervejinha do dia a dia, principalmente nos momentos à mesa.

“Ao longo dos anos, além de doenças graves (como a doença celíaca), identificou-se também relatos de espectros amplos de manifestações indesejáveis causadas pela ingestão do glúten. Existe uma crescente tendência de pessoas que tem buscado adotar – por orientações de profissionais da saúde ou apenas por convicções pessoais – uma dieta com a diminuição do glúten ou sem glúten, por sentirem alguma sensibilidade ou desconforto”, diz Júlia Toledo, especialista de H&W do Centro de Inovação e Tecnologia da Ambev e nutricionista.

“A cerveja é uma das bebidas mais populares do mundo e Stella Sem Glúten é uma opção que se encaixa no estilo e hábito de pessoas que querem ingerir menos glúten sem perder ou deixar de lado o sabor”, conta Mariana Porto, head de marketing de Stella Artois. “Stella Sem Glúten mostra que é possível ter momentos de leveza ao redor da mesa e com as pessoas queridas”, complementa.

“Estamos muito orgulhosos e felizes em colocar esse lançamento na rua”, afirma Renata Wirthmann, Head de Atendimento e Negócios da CP+B Brasil. “A campanha reflete nossa parceria com Stella Artois, construída com cuidado e paixão em cada detalhe, e destaca o sabor e a qualidade característicos de Stella Artois, agora com a leveza da versão sem glúten”.

FICHA TÉCNICA – STELLA SEM GLÚTEN 2021

Título do material: Surpresa Artois
Agência: CP+B – CRISPIN PORTER & BOGUSKY BRASIL
Cliente: Ambev
Produto: Stella Artois
CCO: André Kassu e Marcos Medeiros
Direção de Criação: Thiago Lins e Mihail Aleksandrov
Criação: Arianne de Gennaro, Renan Valadares, Victor Souza, Vitor Favero, Américo Vizer, Fellipy Santos, Rafael Costa e Danilo Carvalho
Plataformas e Conexões Criativas: Mickael Prass, Paula Baião e Thaina Farias
RTVC: Ana Paula Casagrande, Julia Oliveira, Maryana Orru e Roberta Acerbi
Planejamento: Rodrigo Maroni, Fernanda Neves, Silvia Chabes e Guilherme Mainetti
Atendimento: Renata Wirthmann, Ricardo Almeida, Sabrina Peralta, Camila Pesce, Daniel Siqueira e Daniel Salgado
Mídia: Rodrigo Medeiros, Andrea Ferreira e Marcelo Akagi
Projetos: Nathalia Beividas e Barbara Lino
Produção Gráfica: Robson Ciaramicoli, Leonardo Fioravante e Ricardo Sanches
Ilustração: Black Madre
STILL
Fotógrafo Still: Pablo Vaz
ILUSTRAÇÃO
Estudio de Ilustracão KVs: Black Madre
LIVE ACTION
Produtora de Filmes: Landia & M&A
Direção: Kayhan Ozmen
Managing Directors & EP: Carolina Dantas e Sebastian Hall
Produtora Executiva: Valentina Baisch
Ass. Produção Executiva: Larissa Delfini
Line Producer: Camilla Bastos
Assistentes de Coordenação: Natália Petrechen e Luciana Andrade
Assistente de Direção: Camila Andreoni e Laura Rubio
Diretor de Fotografia: Daniel Venosa
Diretora de Produção: Gisele Castilho
Diretora de Arte: Lauren Ferreira
Produtora de Arte: Gisela Villalva
Produtora de Objetos: Thais Trolize
Produtora de Casting: Cintia Cappellano
Figurinista: Marina Vieira
Maquiador: Fernando Andrade (Feco)
Coordenação de Pós Produção: Elton Bronzeli
Montagem: Nathália Kamura
Finalização: Clan VFX
ANIMAÇÃO
Produtora de Animação: Lecube
Diretor: Ralph Karam
Produtores executivos: Gustavo Karam e Juan Manuel Freire
MÚSICA
Título: Fly me to the Moon
Autor: Bart Howard
Copyright: SONYMUSICPUB
AUDIO
Produtora: Raw Audio
Produção Musical e Arranjo: Hilton Raw e Fernando Forni
Mixagem: Enrico Maccio
Atendimento: Carol Peternelli
Coordenação: Robério Barbosa
Locutora: Rhaissa Bittar
Aprovação Cliente: Bruna Buas, Mariana Porto e Rodolfo Carvalho
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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