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Stella Artois lança campanha que inspira momentos de leveza com sua versão sem glúten

As pessoas procuram cada vez mais opções de bebidas que se encaixem em seu estilo de vida e ocasiões de consumo e a Ambev sempre busca inovar para atender aos desejos desses consumidores, oferecendo os melhores produtos nos melhores momentos. Stella Sem Glúten tem o mesmo sabor da receita original de Stella, criada para quem busca leveza sem abrir mão da cervejinha do dia a dia, principalmente nos momentos à mesa.
“Ao longo dos anos, além de doenças graves (como a doença celíaca), identificou-se também relatos de espectros amplos de manifestações indesejáveis causadas pela ingestão do glúten. Existe uma crescente tendência de pessoas que tem buscado adotar – por orientações de profissionais da saúde ou apenas por convicções pessoais – uma dieta com a diminuição do glúten ou sem glúten, por sentirem alguma sensibilidade ou desconforto”, diz Júlia Toledo, especialista de H&W do Centro de Inovação e Tecnologia da Ambev e nutricionista.
Agência: CP+B – CRISPIN PORTER & BOGUSKY BRASIL
Cliente: Ambev
Produto: Stella Artois
CCO: André Kassu e Marcos Medeiros
Direção de Criação: Thiago Lins e Mihail Aleksandrov
Criação: Arianne de Gennaro, Renan Valadares, Victor Souza, Vitor Favero, Américo Vizer, Fellipy Santos, Rafael Costa e Danilo Carvalho
Plataformas e Conexões Criativas: Mickael Prass, Paula Baião e Thaina Farias
RTVC: Ana Paula Casagrande, Julia Oliveira, Maryana Orru e Roberta Acerbi
Planejamento: Rodrigo Maroni, Fernanda Neves, Silvia Chabes e Guilherme Mainetti
Atendimento: Renata Wirthmann, Ricardo Almeida, Sabrina Peralta, Camila Pesce, Daniel Siqueira e Daniel Salgado
Mídia: Rodrigo Medeiros, Andrea Ferreira e Marcelo Akagi
Projetos: Nathalia Beividas e Barbara Lino
Produção Gráfica: Robson Ciaramicoli, Leonardo Fioravante e Ricardo Sanches
Ilustração: Black Madre
STILL
Fotógrafo Still: Pablo Vaz
ILUSTRAÇÃO
Estudio de Ilustracão KVs: Black Madre
LIVE ACTION
Produtora de Filmes: Landia & M&A
Direção: Kayhan Ozmen
Managing Directors & EP: Carolina Dantas e Sebastian Hall
Produtora Executiva: Valentina Baisch
Ass. Produção Executiva: Larissa Delfini
Line Producer: Camilla Bastos
Assistentes de Coordenação: Natália Petrechen e Luciana Andrade
Assistente de Direção: Camila Andreoni e Laura Rubio
Diretor de Fotografia: Daniel Venosa
Diretora de Produção: Gisele Castilho
Diretora de Arte: Lauren Ferreira
Produtora de Arte: Gisela Villalva
Produtora de Objetos: Thais Trolize
Produtora de Casting: Cintia Cappellano
Figurinista: Marina Vieira
Maquiador: Fernando Andrade (Feco)
Coordenação de Pós Produção: Elton Bronzeli
Montagem: Nathália Kamura
Finalização: Clan VFX
ANIMAÇÃO
Produtora de Animação: Lecube
Diretor: Ralph Karam
Produtores executivos: Gustavo Karam e Juan Manuel Freire
MÚSICA
Título: Fly me to the Moon
Autor: Bart Howard
Copyright: SONYMUSICPUB
AUDIO
Produtora: Raw Audio
Produção Musical e Arranjo: Hilton Raw e Fernando Forni
Mixagem: Enrico Maccio
Atendimento: Carol Peternelli
Coordenação: Robério Barbosa
Locutora: Rhaissa Bittar
Aprovação Cliente: Bruna Buas, Mariana Porto e Rodolfo Carvalho
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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