Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Seda e Kibon unem forças em collab que resgata memórias afetivas e marca estreia no TikTok Shop

Publicado

em

Em um movimento que une o universo da beleza ao paladar nostálgico dos brasileiros, a Seda anunciou uma collab com a Kibon. A parceria resgata dois dos sorvetes mais icônicos do país, Chicabon e Frutilly, para dar vida a novos cremes de pentear. A iniciativa explora a tendência gourmand — termo derivado da palavra francesa gourmandise —, que aposta em fragrâncias e texturas inspiradas em alimentos para criar experiências sensoriais envolventes no mercado de personal care.

Para a Seda, o flerte com o universo gastronômico não é um território desconhecido. A marca já havia alcançado sucesso estrondoso com a linha Seda Chocolate nos anos 2000, um clássico que até hoje figura entre os pedidos mais frequentes das consumidoras em canais digitais.

“Sabemos o quanto os produtos que despertam memória afetiva e estimulam os sentidos geram conexão com as consumidoras. A collab com Kibon nasce justamente dessa ideia de transformar ícones brasileiros em uma experiência de beleza divertida, sensorial e cheia de personalidade”, afirma Carla Forte, gerente de marketing de Seda.

Os lançamentos foram desenvolvidos com foco em performance e praticidade para cabelos ondulados, cacheados e crespos. O Seda Chicabon foca em nutrição intensa e alta definição, enquanto o Seda Frutilly prioriza a hidratação instantânea para rotinas mais leves. Ambos oferecem proteção térmica de até 230°C, proteção UV e tecnologia antifrizz por 72 horas, garantindo que a proposta sensorial seja acompanhada de resultados técnicos robustos.

Além do apelo nostálgico, a campanha marca um passo estratégico na digitalização da marca: a estreia de Seda no TikTok Shop. Presente em mais de 60% dos lares brasileiros, a gigante de cuidados capilares inaugura sua loja oficial na plataforma com uma live de vendas exclusiva hoje, dia 12 de março, das 19h às 22h.

A transmissão será comandada pelas criadoras Lorena Tucci e Babi Ricciardi, especialistas em live commerce. O formato segue o conceito global de shoppertainment, em que o conteúdo de entretenimento e a transação comercial ocorrem simultaneamente, permitindo que o consumidor compre o produto em tempo real enquanto interage com a demonstração.

Os números justificam o investimento: em novembro de 2025, o TikTok Shop registrou um salto de 143% nas vendas via lives, consolidando o modelo como um motor essencial do consumo moderno. “A estreia de Seda no TikTok Shop reflete como estamos acompanhando a evolução do comportamento das consumidoras e das formas de compra dentro das plataformas digitais, criando uma experiência de descoberta e compra muito mais dinâmica”, complementa Carla Forte.

Com esta ação, a Seda não apenas revitaliza sua conexão emocional com o público, mas posiciona-se na vanguarda das novas jornadas de compra digitais, transformando um lançamento de produto em um evento cultural e comercial de alta escala.

Continue lendo

Empresa

TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

Publicado

em

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

Continue lendo

Empresa

Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

Publicado

em

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

Continue lendo