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Resenha de Carnaval está garantida com lata alusiva à festa em ação criada pela Ampla para Pitú

Carnaval, Pitú e resenha são feitos um para o outro, assim como o mel, limão e a dose da branquinha: ambas são combinações que dão muito certo. Patrocinadora oficial da resenha de Carnaval, a Pitú apresenta sua lata alusiva à festa de Momo. A convite da Ampla, a ilustradora recifense Hana Luzia foi quem materializou a cena da folia na lata da Pitú. A designer, que atua principalmente em projetos editoriais, de ilustração e identidade visual, tem mais de 15 anos de experiência na área, além de premiações de grande relevância no âmbito nacional.
“Para os brasileiros, brincar carnaval é coisa séria. Como sabemos, essa festa é patrimônio nacional da nossa cultura. Todo folião tem uma fantasia, uma paixão e uma dancinha pra lá de ‘resenhosa’. É com esse sentimento, e inspirados nos blocos e troças carnavalescas brasileiras, que desenvolvemos o insight da lata comemorativa do Carnaval 2024 da Pitú”, explica Amin Melo, head de criação da Ampla.
Segundo ele, a ilustração desenvolvida por Hana resgata a memória afetiva de uma típica cena carnavalesca brasileira: um bloco de rua. Teve como inspiração o traço e a poética do renomado artista pernambucano Bajado, conhecido por retratar as explosões da massa pulando o carnaval de Olinda em suas obras
Na lata, personagens, fantasias, danças, brincadeiras, cores, orquestras, trio elétrico e mais uma série de elementos dão vida a essa resenha que é o Carnaval. “Pitú, que sempre apoiou as manifestações culturais da Nação Pituzeira, anuncia que ela é, na verdade, a ‘Patrocinadora Oficial da Resenha’ dos carnavais desse Brasil”, declara Eduarda Ferrer, gerente de Marketing da Pitú.
Ela lembra que Pitú foi a primeira patrocinadora do maior bloco do mundo, o Galo da Madrugada, onde a resenha se construiu ao longo de todos esses anos. A Pitú foi o primeiro cliente da Ampla e segue com a agência há mais de 46 anos. O atendimento engloba a comunicação publicitária em todas as frentes offline e online, para os produtos Pitú, Pitú Cola, Vitoriosa, Pitú Gold, Pitú Limão e Vodka Bolvana.
Ficha técnica
Manuel Cavalcanti – Diretor de Criação
Ali Carvalho – Diretor de Criação
Marina Lins – Head de Criação
Amin Melo – Head de Criação
Andi Almeida – Redator
Marcelo Rodrigues – Diretor de Arte
Dani Koury – Head de Negócios
Will Borges – Analista de Negócios
Luan Campos – Analista de Negócios
Hana Luzia – Ilustradora
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







