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Netza&CO tem 22 novidades na equipe

Netza&CO, um ecossistema com soluções de marketing que integra diversas empresas por meio da inovação, tecnologia e princípios ESG, anuncia novas contratações e promoções em suas unidades de negócios Netza Martech Agency, Yby Martech e Moky Digital. A reestruturação do time reforça o compromisso do ecossistema em oferecer soluções mais criativas e sustentáveis.
A Netza Martech Agency anuncia novidades em diversas áreas. Vinícius Cavalcanti, desde 2022 na agência como diretor de arte sênior, passa a ser o head de estratégia criativa, e agora fazem parte de seu time no planejamento Caio Ferreira (ex-Avantgarde e AKM) e Felipe Mourão (ex-Be Conunica e Mill). Há 4 anos na casa como designer 3D, Alef Freija assume como coordenador da área.
Na produção, Carolina Lopes (ex-Oito Agency e MKTG) e Rodrigo Niro (ex-TAG e MKT House) assumem como heads de produção, enquanto Camila Torres (ex- AKM e The Group) entra para liderar a equipe de pré-produção, que agora conta com Leone Oliveira (ex-Trampolim Creator e AKM) e Matheus Jabur (ex-Almanaque e AKM).
No atendimento, as líderes de projetos, Juliana Gonçalves (ex-Bullet e Cheil) e Juliana Santos (ex-Avantgarde e Fanclub) se juntam à equipe, além de Bruna Torresan (ex-The Walt Disney Company) e Nathalia Dias (ex-Fri.to e BFerraz), que assumem como assistentes de atendimento.
A Yby Martech contratou Thiago Santino como head de estratégia criativa. O publicitário traz 19 anos de experiência em agências e departamentos de marketing, incluindo passagens por W/Maccan, Click, Riot, Age, Valtech, BTO+, Liv Up e Smart Fit. A unidade de negócios também reestruturou suas lideranças, promovendo três colaboradoras que já atuavam na equipe. Gabriela Weiss passa a ser diretora de dados e tech, Aline Coser diretora de operações estratégicas e Cristiane Azevedo é a nova diretora de performance financeira. Além disso, no time de Tech, Luigi Oliveira assume como gerente de projetos e Tiago Soares como tech lead, ambos já colaboradores do time. Todos os profissionais responderão diretamente ao CEO Teo Leme.
Na Moky Digital, Marcelo Augusto Valentin Pepice (ex- Conversion, Rankrup SEO, Nauta Digital e Growth Leads) será responsável pela estratégia de conteúdo digital da agência. Já Ana Karolina Santos (ex-Agência Moodify, Duas Comunicação/Dive, MDHealth e Grupo Editorial Pensamento) e Julia Duarte (no ecossistema há 2 anos) assumem como social media. Os três colaboradores se reportarão ao CEO Higor Magno.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








