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Neoenergia renova parceria com o COB até 2028

A Neoenergia anuncia a renovação da parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) até 2028. Nessa nova temporada, as duas marcas seguem determinadas a ampliar ainda mais o esporte olímpico no país, com foco especial na inclusão feminina e na sustentabilidade.
Para promover a conexão com o esporte olímpico neste novo ciclo, ampliando a participação feminina, serão realizadas uma série de ações no Brasil, principalmente, nas áreas de concessão das cinco distribuidoras da Neoenergia, que atendem a 17 milhões de clientes no Distrito Federal, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco e em parte dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, alcançando uma população de cerca de 40 milhões de pessoas.
Outra novidade é que o fornecimento de energia 100% renovável para o Centro de Treinamento Time Brasil, no Rio de Janeiro, iniciado em março deste ano, também será ampliado até 2028: a estimativa é reduzir as emissões em mais de 360 toneladas de CO2 no período, o que corresponde a 7.768 viagens aéreas entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Com isso, o COB poderá zerar as emissões relacionadas ao escopo 2, que trata especificamente do consumo de energia elétrica, além de ter uma economia de cerca de R$ 4,5 milhões nos gastos de energia do CT nos próximos três anos.
“Nossa parceria com o COB reforça dois compromissos fundamentais da Neoenergia: a igualdade de oportunidades, que fortalece o papel da mulher dentro e fora do esporte; e a sustentabilidade, que nos permite acelerar a transição energética com soluções inovadoras. Seguimos adiante nesta parceria alinhando essas duas agendas ao propósito de difusão do esporte olímpico para torná-lo cada vez mais inclusivo, sustentável e próximo das pessoas em todas as regiões, principalmente, onde estamos presentes”, afirma Eduardo Capelastegui, CEO da Neoenergia.
“A renovação desta parceria com a Neoenergia é estratégica e extremamente relevante. Acreditamos que o caminho para a criação de uma nação esportiva tem que passar, obrigatoriamente, por ações sustentáveis como as que a Neoenergia tem promovido conosco. O COB, ao adotar a energia 100% renovável em nosso Centro de Treinamento e ao buscar a neutralização de nossas emissões, dá um passo decisivo não apenas na excelência esportiva, mas também no compromisso com o futuro do planeta. Sustentabilidade e alto rendimento caminham lado a lado”, destaca Marco La Porta, presidente do COB.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







