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Monitor Global de Liderança 2022 revela que metade das lideranças não estão preparadas para lidar com o futuro incerto da economia

O Monitor Global de Liderança 2022, relatório anual produzido pela Russell Reynolds Associates, aponta que a instabilidade econômica, a incerteza política e a escassez de talentos são os principais desafios enfrentados por executivos C-Suite e Conselhos de Administração. O estudo revela que conflitos comerciais, tecnológicos e o modelo híbrido de trabalho também são fatores preocupantes e que podem afetar diretamente a saúde das companhias nos próximos anos.
“Os líderes precisam lidar com as adversidades sendo positivos e transparentes. É necessário que os líderes engajem, capacitem e inspirem suas equipes, independente das ameaças geradas por um ambiente de incertezas”, explica Flávia Leão, head da Russell Reynolds Associates no Brasil.
O estudo da Russell Reynolds revela que metade das lideranças não estão preparadas para lidar com o futuro incerto da economia, 59% estão despreparados para encontrar profissionais qualificados e 66% têm dificuldade em atuar com os efeitos das crises geopolíticas.
O relatório Monitor Global de 2022 mostra o crescimento da relevância de líderes com habilidades-chave para enfrentar as incertezas do mercado. No ano passado, a dificuldade em encontrar esses profissionais já preocupava 59% dos executivos e conselheiros, mas, em 2022, o índice saltou para 72%. Flávia Leão observa ainda que o desafio não é apenas encontrar novos talentos, mas também reter e engajar os colaboradores atuais. O estudo ressalta os riscos da rotatividade nos níveis seniores, realidade já enfrentada por 45% dos entrevistados, e da predisposição de 56% da futura geração de líderes em escolher empresas com propósitos alinhados aos deles. Os líderes precisam ser positivos, pragmáticos e transparentes, criando o ambiente e a cultura ideais para que as pessoas tenham sucesso. Não por acaso, os colaboradores ganharam mais foco dos executivos sobre stakeholders com maior impacto na estratégia organizacional. Para 61% dos entrevistados, os clientes continuam sendo mais relevantes, seguidos por colaboradores, com 51% dos votos, 10 pontos percentuais a mais que no ano passado, e por investidores, com 45%.
A instabilidade econômica e a incerteza política foram impulsionadas como principais ameaças à saúde organizacional pela invasão da Rússia na Ucrânia, mais especificamente devido aos seus efeitos nas cadeias de suprimentos, nos preços das commodities e no mercado de energia. Além dos altos níveis de inflação, nunca vistos antes em muitos mercados neste século, fica claro que todas as equipes de liderança precisam estar focadas nos possíveis desdobramentos do cenário econômico. Os líderes operacionais e da cadeia de suprimentos devem evoluir rapidamente para acompanhar essas interrupções e adotar uma abordagem diferente para gerenciamento de riscos e tomada de decisões.
Com 50% das equipes identificadas como despreparadas para lidar com os desafios econômicos, o estudo da Russell Reynolds aponta o que diferencia as organizações que estão preparadas: o nível de maturidade digital e o avanço na agenda sustentável. Leão ressalta que esses dois fatores-chave, quando bem incorporados à cultura organizacional, tornam os líderes mais capazes de desenvolver planos de longo prazo, além de aumentar a conexão da empresa com seus clientes e expandir a colaboração da equipe.
O relatório alerta ainda para a necessidade de mudança de mentalidade de “reagir a tempo” para “agir em caso de”, criando planos de ação para enfrentar possíveis cenários desfavoráveis à empresa. Leão completa que as empresas precisam projetar flexibilidade em seus modelos de negócios e observa que os líderes que tiveram sucesso em navegar por essas três ameaças principais são aqueles que se cercam de profissionais que desafiam seus preconceitos, cobrem seus pontos cegos e que ajudam os colegas a enxergar, confiar e investir no próprio potencial.
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Bradesco lança ecossistema ‘Meu Bradesco’ e destaca hiperpersonalização e inteligência artificial

O Bradesco apresentou o ‘Meu Bradesco’, um novo ecossistema que unifica sua estratégia de tecnologia, inovação e inteligência artificial aplicadas à experiência bancária. A iniciativa propõe a entrega de hiperpersonalização aos correntistas, oferecendo serviços e interfaces adaptados às necessidades individuais de cada cliente.
Para comunicar o lançamento, o banco estreou uma campanha nacional desenvolvida pela agência AlmapBBDO, que inaugura uma plataforma contínua de comunicação sobre as iniciativas tecnológicas da instituição. “Há mais de oito décadas, o Bradesco cresce junto com os brasileiros, traduzindo as transformações do país em apoio real. O ‘Meu Bradesco’ consolida essa história: usamos a inteligência de dados para entregar relevância e cuidado. Para nós, a tecnologia é uma excelente habilitadora, mas o coração do banco continua sendo o relacionamento humano com humano, entregando relevância e cuidado a cada cliente, exatamente onde e quando ele precisa. É o ‘Você Primeiro’ traduzido em respeito e proximidade”, destaca Renato Camargo, CMO do Bradesco.
Um dos pilares do novo ecossistema é a b.ia, assistente de inteligência artificial do banco que atinge o marco de dez anos de operação em setembro de 2026. Com capacidade transacional e conversacional, a plataforma soma mais de 3 bilhões de interações históricas. No primeiro semestre de 2026, a assistente registrou 74 milhões de interações, alcançando uma taxa de retenção interna de 90% e índice de resolutividade de 87% nos atendimentos.
Além da b.ia, o Meu Bradesco engloba ferramentas como o E-agro — plataforma digital direcionada a produtores rurais — e sistemas de recomendação de investimentos suportados por GenAI (Inteligência Artificial Generativa), que fornecem assessoria financeira automatizada e customizada.
A estratégia de divulgação da campanha engloba veiculação em canais de TV fechada, mídias digitais, peças de Out of Home (OOH) e ações com influenciadores digitais, reforçando o posicionamento do banco na transformação digital do setor financeiro.
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Camarote Nº1 inicia vendas para o Carnaval de 2027 com conceito “Brasil na Veia” na Sapucaí

Com o encerramento do calendário festivo de 2026, as atenções do setor de entretenimento se voltam para as preparações do próximo ano. O Camarote Nº1 abriu, a partir desta quarta-feira (5), a venda oficial de ingressos para a sua 36ª edição no Carnaval de 2027. O evento será realizado nos dias 7, 8, 9 e 13 de fevereiro no Setor 2 do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro.
O projeto projeta receber um público de 13 mil pessoas ao longo dos quatro dias de desfiles. A estrutura oferecerá serviços de open bar e open food, atrações musicais de porte nacional e internacional e ações de ativação de marcas parceiras. “O Camarote Nº1 é um projeto que faz parte da história do Carnaval carioca. Temos investido anualmente em mudanças para melhorar, ainda mais, uma experiência personalizada que nasce do lifestyle da cidade maravilhosa”, destaca Marcio Esher, sócio, diretor de negócios e marketing da Holding Clube e gestor do Clube Nº1.
A produção do evento é assinada pela agência Banco_ em parceria com a Storymakers e a Cross Networking, empresas pertencentes ao ecossistema da Holding Clube. O projeto criativo mantém a assinatura “Brasil na Veia”, conceito focado na valorização da cultura nacional, da música e da hospitalidade carioca.
Os convites individuais já estão disponíveis para compra no canal oficial da Ticketmaster, com lote inicial a partir de R$ 3.950,00. As demais atualizações e atrações do evento serão divulgadas nos canais oficiais do camarote nos próximos meses.








