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Lançamento do filme impulsiona vendas de brinquedos da Barbie no Brasil

Mais uma estreia do cinema reflete diretamente nas vendas de brinquedos no mercado brasileiro. Segundo a Circana – empresa global de data tech para análise do comportamento do consumidor – a venda de brinquedos da Barbie apresentou um crescimento de 67% na semana de estreia do filme, entre os dias 17 e 23 de julho, em relação à primeira semana do mês (de 3 a 9). Já na semana que antecedeu o lançamento nos cinemas brasileiros, entre os dias 10 e 16, o setor havia registrado uma alta de 31%, em comparação com a semana anterior. Nesse período o crescimento foi quase três vezes maior do que o aumento do faturamento da categoria total de brinquedos, que foi de 13%.
Entre os produtos da linha Barbie que mais se destacaram, as “Fashion Dolls com Acessórios” mostraram um desempenho impressionante, alcançando um crescimento de 59% em faturamento. Essas bonecas mais completas, que incluem diversos acessórios, conquistaram o interesse do público e impulsionaram as vendas. Outro item da licença que obteve um crescimento expressivo foi o carrinho de controle remoto, que registrou um aumento de 67%.
Para Célia Bastos, diretora comercial da Circana, a influência das produções audiovisuais, como filmes e séries, no comportamento do consumidor é antiga e deve continuar alavancando as vendas de brinquedos, “Não é de hoje que as telas impactam diretamente no consumo. Produções de televisão e cinema já mexeram diretamente com o comportamento do consumidor durante o século XX. Hoje, grandes sucessos levam muitos fãs a comprarem tudo o que pode fazer referência às séries e filmes, ainda mais quando um brinquedo icônico se torna filme. Observamos este fenômeno recentemente com o filme Super Mario Bros, que não só registrou um crescimento de 143% durante o mês de abril deste ano, como trouxe para o mercado 24 novos brinquedos. Um grande sucesso, normalmente, se traduz em consumo e o filme da Barbie também reflete esse comportamento” afirma.
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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







