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Infracommerce contribui para a abertura de e-commerce da Hugo Boss no Brasil

A marca upper premium Hugo Boss contou com o apoio da Infracommerce, ecossistema digital independente para e-commerce, para o desenvolvimento de uma plataforma virtual própria no Brasil. O objetivo dessa parceria é fazer com que todos possam aderir aos produtos da empresa em qualquer canto do País, com toda a qualidade e a representatividade da moda de origem alemã.
O crescimento da procura por produtos premium fizeram com que algumas marcas encontrassem oportunidades para estarem inseridas no mercado do e-commerce, que tende a crescer nos próximos anos. “Nosso grande desafio era proporcionar uma experiência equivalente, em termos de qualidade, que o cliente já tinha em loja, mas também no ambiente virtual. E agora contamos com o ecossistema da Infracommerce que foi primordial para esse passo tão importante de termos o nosso próprio marketplace”, explica Romeo Bonadio, diretor da marca Hugo Boss no Brasil. Atualmente, a marca soma mais de 2 mil SKUs entre camisetas, bonés, meias, entre outros. Nesse momento de estreia, o grande foco das vendas será voltado para os looks de verão e a renovação do guarda-roupa devido a grande procura por produtos diferentes para a ocasião.
“Preservamos a experiência de alto padrão da loja física no e-commerce de luxo, por isso o nível de satisfação dos clientes se mantém alto, uma vez que disponibilizamos a Hugo Boss as soluções que incluem CS, SAC, logística, suporte, meios de pagamento e performance. emos o objetivo de tornar a marca cada vez mais rentável em todo o Brasil”, comenta Camila Dullman, diretora de E-commerce e Unidade de Luxo da Infracommerce.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







