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HBO Max nomeia Leonardo Sampaio para o cargo de vice-presidente de estratégia comercial e novos negócios para a América Latina

A WarnerMedia, uma divisão da AT&T Inc, anunciou hoje que Leonardo Sampaio foi nomeado Vice-Presidente de Estratégia Comercial e Novos Negócios para a América Latina da HBO Max. Ele responderá a Jose Calderoni, líder de Growth Marketing da HBO Max Latin America, e será responsável por supervisionar a distribuição, a estratégia comercial e os novos negócios da HBO Max, a plataforma de streaming da WarnerMedia na América Latina e no Caribe. A previsão é que a HBO Max seja lançada nestes mercados no fim de junho.
Sampaio vai liderar o desenvolvimento e a execução de estratégias comerciais durante as fases de planejamento, lançamento e crescimento da HBO Max na América Latina, complementando a proposta de streaming direto para o consumidor com uma robusta distribuição B2B. Sampaio trabalhará em sintonia com Jorge Carey, Líder de Distribuição da WarnerMedia Latin America, cuja equipe conduzirá o relacionamento com MVPDs, empresas de telecomunicações e comunicação móvel em nome da HBO Max. Seu principal foco será aumentar o número de assinantes e ampliar o engajamento, diferenciando o produto HBO Max e a experiência oferecida pelos conteúdos por meio de parcerias estratégicas e integrações com distribuidores, fabricantes de dispositivos, plataformas de pagamento, varejistas, marcas e fornecedores de serviços.
Recentemente Sampaio foi Diretor de Novos Negócios na América Latina da Netflix, onde foi responsável por firmar parcerias com provedores de internet, operadoras de TV por assinatura, companhias de telefonia móvel, eletroeletrônicos e o comércio varejista, promovendo o aumento das aquisições e o engajamento do serviço global de streaming. Antes de trabalhar na Netflix, Sampaio foi Diretor de Inovação e Novos Negócios da Oi, Diretor de Marketing do grupo francês de mídia SDGB (Angola) e consultor de Estratégia e Desenvolvimento da BBC World Service Trust na Inglaterra.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








