Empresa
Guaraná Antarctica inaugura lanchonete delivery com receita de chef João Batista

Sabe aquela vontade de comer uma comida com o sabor de casa, típico da sua região, mas que a distância deixa só na saudade? Guaraná Antarctica sabe como é e, como uma bebida que deixa a comida brasileira ainda mais gostosa, traz para a cidade de São Paulo o restaurante on-line “Lanchonete do Naná”, que vai ajudar os consumidores a matarem aquela saudade dos sabores regionais mais famosos do país.
A Lanchonete traz em seu cardápio sabores de Norte a Sul: Bolinho de Pirarucu com molho de Tucupi, Bolinho de Arroz com Pequi, Pastel de Paçoca de Carne Seca, Cigarrete, Pão de queijo recheado com pernil, X Coração, X Polenta, Doce de Espécie, Pastelinho de Goiás e Cuscuz de tapioca.
“Guaraná Antarctica é o refrigerante que combina com tudo que é brasileiro e, neste momento que estamos em casa sem conseguir fazer aquela viagem para terrinha, resolvemos dar uma ajuda para o público matar a saudade daquele gostinho de casa. Por isso estamos lançando a Lanchonete do Naná, com vendas exclusivas por delivery, com um cardápio pensado com comidas que dificilmente encontraríamos em restaurantes da alta gastronomia de São Paulo, mas que traduzem a essência de cada cantinho do Brasil”, explica Alexandre Lemos, gerente de marketing de Guaraná Antarctica.
Para dar um gostinho especial ao cardápio, a Lanchonete do Naná ainda conta com a parceria do Chef João Batista, que traz para o público a Empadinha da Vó Corina, receita de sua família e feita com frango desfiado, quiabo, milho, requeijão e salsinha. “A comida é capaz de despertar sentimentos e transportar as pessoas para novos lugares, experiências e sabores. Para essa lanchonete escolhi a empadinha da minha avó, Corina, foi com ela que aprendi e dei meus primeiros passos na cozinha, em um restaurante para caminhoneiros na Paraíba”, conta Batista.
A ação tem criação e assinatura da agência Soko e ganha também as redes sociais.
“Sabemos da potência afetiva que aquela comida da sua terra tem, principalmente nesse momento. Nosso objetivo era matar a fome e a saudade. Apostamos em comida popular, de rua e carregada de verdade: a cara de Guaraná Antarctica”, conta Rafael Alves, Creative Data Leader da Soko.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
Empresa
Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








