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Estudo da SBVC mostra aumento da importância do varejo na economia

O varejo brasileiro continua crescendo acima do PIB e impulsionando a economia do País, mesmo em um cenário impactado pela crise do coronavírus. O mais recente estudo realizado pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo), “O Papel do Varejo na Economia Brasileira”, faz uma radiografia atual e completa do setor no País, analisa em detalhes sua participação na economia nacional; traz números por área de atuação, estatísticas e fatores de influência em seu desempenho; e revela os impactos do Covid-19 sobre o setor.
Como tem acontecido nos últimos anos, em 2019 o varejo apresentou um desempenho significativamente superior ao da economia como um todo. Desta vez, o crescimento do Varejo Restrito (que não inclui automóveis e materiais de construção) foi de 1,8%, contra 1,1% do PIB nacional. Movimentando R$ 1,4 trilhão, o Varejo Restrito equivale a 19,24% do PIB. O Varejo Ampliado, por sua vez, alcançou R$ 1,91 trilhão em 2019, com crescimento real de 3,9%, e representa 26,2% do PIB.
Essa importância é demonstrada no volume de empregos gerados. De acordo com o estudo, o varejo emprega cerca de 26% dos trabalhadores com carteira assinada no País, ou mais de 8,5 milhões de pessoas. “Estes números mostram a força e a importância do setor para o País, comenta Eduardo Terra, Presidente da SBVC.
Embora o estudo consolide números de 2019 no varejo brasileiro, não poderia deixar de contar com uma seção analisando o impacto do Covid-19 sobre os negócios. “O cenário do varejo em abril de 2020 é completamente diferente daquele com o qual fechamos 2019”, comenta Terra. “O ano passado teve uma aceleração do desempenho no segundo semestre e trouxe expectativas positivas, que foram impactadas pelo coronavírus”, analisa. “Ainda é impossível fazer previsões sólidas sobre como o setor sairá deste momento, mas é certo que a transformação digital dos negócios ganhou um forte impulso e que o comportamento dos consumidores mudará, gerando um novo ciclo de desafios e oportunidades”, afirma.
O estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira” alinha e estrutura conceitos, definições, classificações, estatísticas e números a respeito do varejo na economia brasileira e mostra em detalhes um retrato do passado recente do setor, com uma análise da situação atual. “É fundamental que um segmento que emprega um em cada cinco trabalhadores brasileiros e que gera impacto em dois terços do PIB do País seja cada vez mais estudado e analisado, para que toda sua cadeia de valor e os diversos órgãos dos poderes Executivo e Legislativo possam conhecê-lo e compreendê-lo mais profundamente”, afirma Eduardo Terra, presidente da SBVC.
As principais entidades que representam o varejo nacional contribuíram com a formulação dos conceitos, definições e classificações, trazendo para o estudo seus dados e estatísticas para que, organizados, possam dar um entendimento mais claro e detalhado do papel de cada uma na economia brasileira. Para Eduardo Terra, esse alinhamento de conceitos e definições é fundamental. “Contando com o apoio das principais entidades de classe de âmbito nacional, conseguimos unificar alguns conceitos e estabelecer números mais alinhados e comuns a todo setor”, afirma Eduardo. “Isso traz uma visão mais ampla da força do varejo e de sua importância para a economia brasileira”, acrescenta.
O estudo levou em consideração os números e levantamentos das entidades representativas dos seguintes segmentos: Franchising, Shopping Centers, Hiper e Supermercados, Bares e Restaurantes, E-commerce, Material de Construção, Farmácias e Drogarias, Livrarias, Perfumarias e Pet Shops. O levantamento mostra o cenário atual que caracteriza um novo ciclo para o setor varejista, desafiando empresas a continuar seu processo de expansão, perseguindo simultaneamente mais eficiência e competitividade.
O estudo está disponível para download na íntegra no site da SBVC: http://sbvc.com.br/o-papel-do-
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Itaú Unibanco hackeia backdrop da Seleção Brasileira e domina conversas digitais durante convocação oficial

Em uma demonstração de agilidade e domínio das redes sociais, o Itaú Unibanco transformou a liturgia da convocação da Seleção Brasileira, realizada nesta segunda-feira (16), em uma poderosa plataforma de ativação promocional. O que parecia ser apenas mais uma transmissão oficial da lista de convocados para os próximos amistosos tornou-se um fenômeno de engajamento quando um detalhe inserido no backdrop oficial da CBF capturou o olhar atento dos torcedores, disparando uma onda de compartilhamentos orgânicos em tempo real.
A estratégia de “esconder” um elemento visual na vitrine mais valiosa do patrocínio esportivo provou-se certeira: em menos de duas horas, o Itaú figurou entre os trending topics do X (antigo Twitter). A repercussão transbordou para múltiplas plataformas, alimentada por registros de tela feitos a partir de diferentes emissoras e streams que transmitiam a coletiva.
Para Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco, a ação reforça a proximidade emocional da marca com o torcedor. “A convocação da Seleção Brasileira de Futebol é um daqueles momentos em que todo mundo presta atenção, comenta junto e vive o futebol em tempo real. Estar ali do mesmo jeito que o torcedor, atento aos detalhes e participando da conversa, é a nossa forma de torcer junto”, afirma a executiva.
O diferencial da ativação, no entanto, foi a conversão imediata da curiosidade em benefício direto. Como reconhecimento pela interação, todos os usuários que comentaram sobre o detalhe do backdrop durante a transmissão foram impactados via direct message com um cupom de 10% de desconto para o Itaú Shop. A mecânica premiou a atenção do público com utilidade real, unindo visibilidade de marca e e-commerce.
Desenvolvida pela agência Africa Creative, a iniciativa integra o conceito “Torcendo Feito Você”, que busca humanizar a presença do banco nos grandes marcos do calendário esportivo. Angerson Vieira, co-CCO da agência, destaca a ressignificação dos ativos tradicionais de patrocínio. “Ao integrarmos a marca a uma ação promocional, transformamos a visibilidade do backdrop em uma experiência de valor para o cliente. A inversão busca dar novo fôlego a um ativo valioso. Nossa intenção foi justamente fazer com que a marca saltasse aos olhos do público através de uma mecânica que gera conversa e utilidade”, pontua Vieira.
Ao “hackear” o cenário institucional para gerar uma jornada de consumo, o Itaú reitera que, no Live Marketing moderno, a relevância não está apenas em estar presente, mas em saber participar da conversa no timing exato da paixão nacional.
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UBRAFE celebra 40 anos com resgate histórico e reafirma o papel estratégico das feiras de negócios na economia brasileira

Em uma noite que uniu a tradição da Sala São Paulo ao dinamismo do setor de eventos, a UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) celebrou quatro décadas de atuação como pilar de sustentação do mercado de reuniões corporativas no país. O encontro reuniu um quórum de alta relevância, incluindo o CEO global da NürnbergMesse, Peter Otmann, além de representantes da Embratur, Visite São Paulo e da Secretaria de Cultura do Município, consolidando a entidade como o grande elo de conexão da indústria.
O ponto alto da solenidade foi o lançamento do livro comemorativo de 40 anos da entidade. A obra, inédita no mercado editorial brasileiro, sistematiza décadas de entrevistas, pesquisas e relatos que documentam a evolução do setor. Mais do que um registro histórico, a publicação homenageia os pioneiros que estruturaram o segmento e propõe uma análise prospectiva sobre inovação e os desafios da cadeia produtiva para as próximas décadas.
Para Paulo Ventura, presidente do conselho da UBRAFE, a trajetória da instituição é um reflexo da maturidade do mercado nacional. “Os 40 anos da UBRAFE mostram a força de um setor que conecta pessoas, gera negócios e impulsiona a economia. As feiras são, hoje, uma das plataformas mais eficientes de desenvolvimento econômico”, destacou o executivo durante seu discurso.
A noite também foi marcada por homenagens a figuras icônicas que moldaram o setor, como Armando Arruda Pereira, com mais de 30 anos de dedicação à entidade, além de lideranças como Toni Sando e Marcelo Freixo. Em sua fala, Freixo ressaltou o impacto direto do setor no fluxo internacional de visitantes. “No ano passado, o Brasil chegou a 9,3 milhões de turistas internacionais, sendo que a previsão era chegar em 8 milhões em 2028. O turismo é uma ferramenta da economia e não pode mais ser encarado apenas como lazer”, afirmou o presidente da Embratur.
O evento prestou ainda um reconhecimento formal aos ex-presidentes que pavimentaram o caminho da associação, reforçando a importância do networking e da união entre organizadores, centros de exposições e prestadores de serviços. A atmosfera de celebração foi coroada com uma apresentação da Orquestra Baccarelli, simbolizando a harmonia necessária para a execução de grandes projetos de negócios.
Encerrando as falas oficiais, Paulo Octávio Pereira de Almeida, o P.O., diretor executivo da UBRAFE, sintetizou o propósito da noite e da própria entidade. “As feiras de negócios conectam as pessoas e as marcas com as inovações. No evento dos 40 anos da UBRAFE conectamos os profissionais do setor com a memória afetiva da associação”, concluiu, sinalizando que o foco da organização agora se volta para os próximos 40 anos de inovação e representatividade.








