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ELMA CHIPS® traz o clássico Zambinos® de volta às prateleiras

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Os clássicos nunca saem de moda! E para manter as lembranças dos tradicionais salgadinhos que marcaram a vida de fãs e consumidores da ELMA CHIPS® nos anos 80 e 90, a marca relança ZAMBINOS®, icônico salgadinho sabor pizza que se tornou inesquecível para os consumidores. A partir de fevereiro, o produto poderá ser encontrado nos principais pontos de venda de todo o Brasil, em edição limitada.


O retorno do snack é uma resposta à demanda dos consumidores da marca. Em julho de 2020, quando a PepsiCo relançou as embalagens retrô inspiradas nos anos 80 e 90 da família de clássicos de ELMA CHIPS® – PINGO D’OURO®, STIKSY®, CEBOLITOS® e BACONZITOS®-, o público passou a pedir pelo retorno do snack ZAMBINOS® nas redes sociais e canais de SAC da marca. Para que os fãs possam se deliciar não só com seu sabor, mas também de toda nostalgia proporcionada, lembrando de histórias marcantes celebradas junto com ELMA CHIPS®, a marca atendeu aos pedidos e trouxe de volta essa delícia com gostinho de pizza.

“Temos muito orgulho de poder dizer que ultrapassamos gerações com produtos que transmitem boas lembranças em diferentes ocasiões de consumo, por meio de uma marca que já está há 67 anos no mercado colecionando momentos especiais junto aos consumidores”, afirma Daniel Camillo, líder de snacks na PepsiCo Alimentos do Brasil.


O snack ZAMBINOS® estará disponível nos principais pontos de venda, com preço médio sugerido de R﹩1,99 (31g) e R﹩4,99 (60g). Além disso, a ELMA CHIPS® chega em 2021 com outra novidade: agora os snacks BACONZITOS® e CEBOLITOS® ganham novos tamanhos de 31g e 33g, respectivamente, com valor sugerido de R﹩ 2,99.

Saiba mais sobre a PepsiCo Brasil:

· https://www.pepsico.com.br
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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