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DreamONE idealiza batalha cultural para a Microsoft

A inovação e a tecnologia têm em comum a diversidade e inclusão, promovendo a conexão entre o mundo virtual e a realidade social. Pensando nisso, para o lançamento do Windows 11 no Brasil, a DreamONE – agência de marketing integrado com foco no entendimento e geração de resultados para o negócio de seus clientes- desenvolveu todo o conceito e criação da campanha “Sua Arte Aproxima”, patrocinada pela Microsoft e que também contou com a curadoria da Central Única das Favelas (CUFA). A iniciativa reuniu dez artistas, de diferentes favelas das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, que tiveram como inspiração o lançamento do Windows 11 para mostrar seus dons artísticos por meio do grafite. A ação foi realizada simultaneamente nas regiões de Heliópolis (SP) e Madureira (RJ), locais que contam com sedes da CUFA.
Com transmissão nas redes sociais da CUFA SP e CUFA Rio, os artistas Ricardo Sotaq, Shock Maravilha, Rizka, Crica e Curió, em São Paulo; Jeff Seon, Lu Brasil, Jean Poul, Rodrigo Sini e Agarte no Rio de Janeiro, tiveram a oportunidade de mostrar as suas origens na batalha. Além de reverberar sua arte por meio do grafite, os dez participantes representaram escolas públicas de suas favelas em uma votação aberta ao público. O artista Jeff Seon foi o grande campeão do concurso. Como prêmio, ganhou um computador para uso pessoal e outros 30 Dell Desktops, recomendados para educação, que foram doados pela Microsoft para a Escola CIEP Deputado José Carlos Brandão Monteiro – Olaria (RJ) – indicada pelo vencedor.
“A ideia da ação é mostrar ao mundo que a Transformação Digital está diretamente ligada a seu acesso para todos. Quando pensamos em propor o concurso cultural, identificamos desde a concepção, desenvolvimento e execução, que a favela seria um ponto chave nesta premissa. Por meio da arte, os participantes tiveram a chance de mostrar a todos, a essência de onde vivem e suas origens, as quais sempre apoiaram e os tornaram os grandes artistas que são”, comenta Giselle Freire, sócia da DreamONE.
Segundo Ricardo Tarza, sócio e diretor criativo da DreamONE e um dos idealizadores do projeto, além da valorização do artista, o concurso também visa dar voz às favelas. “Foi extremamente gratificante participar da concepção dessa ação. A ideia foi produzir uma cena cultural de efervescência, a qual abrange diversos gêneros artísticos. Isso promove a visibilidade de milhares de favelas de duas das principais cidades do Brasil, que oferecem uma cultura que transcende museus”, complementa.
Desde 4 de novembro, a DreamONE organiza no Museu de Arte do Rio de Janeiro, uma exposição com todas as artes criadas pelos dez artistas participantes do concurso cultural. Aberta ao público, a exposição pode ser vista de quinta à domingo, das 11h às 18h no espaço localizado na Praça Mauá, 5 – Centro, Rio de Janeiro – RJ.
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Méqui 1000 transforma fachada na Avenida Paulista em território de torcida para lançar o menu Seleções do Méqui

A icônica unidade Méqui 1000, no coração da Avenida Paulista, amanheceu de cara nova para celebrar um dos rituais mais profundos da cultura nacional: a crença no hexa. Como parte da estratégia para apresentar o aguardado menu Seleções do Méqui, o McDonald’s revelou uma transformação completa de sua fachada. A iniciativa, que une o impacto visual do mundo real à ativação digital, foi arquitetada pela GALERIA.ag, com o projeto de live marketing e brand experience assinado pela faro.ag.
A nova estética do restaurante abandona a decoração convencional para assumir um papel de conversão estratégica. Com referências visuais em verde e amarelo, a fachada foi projetada para canalizar a energia da Copa do Mundo FIFA 2026 antes mesmo do apito inicial. Segundo a faro.ag, o objetivo foi transformar o ponto de venda em uma mídia viva, servindo como ponto de encontro e cenário para registros nas redes sociais. “Quando falamos do hexa, estamos falando de um ritual coletivo, de algo que começa antes mesmo do jogo. Por isso, nosso objetivo foi transformar o Méqui 1000 em um território de torcida já no impacto visual, criando uma fachada que traduzisse a energia do torcedor de forma imediata. A ideia foi transformar o ponto de venda em mídia, para o público olhar e se identificar, entrar ou registrar aquele momento”, explica Claudia Goffi, head de planejamento estratégico da faro.ag.
O menu deste ano traz sanduíches inspirados nas seleções da Espanha, Argentina, Alemanha, México, Estados Unidos e Itália, além da inclusão do Canadá com bebidas do McCafé. Para os torcedores locais, o Combo Brasil surge completo com sanduíche, McFritas, McShake e McFlurry temáticos.
Para marcar o lançamento, uma festa de gala antecipou o clima do mundial. O evento contou com a presença do capitão do penta, Cafu, e um time de influenciadores de peso, incluindo Boca Rosa, Lucas Rangel, Brino e a jornalista Fernanda Gentil. A faro.ag executou ativações interativas durante a noite, como um quiz e um passaporte gamificado que estimulou a jornada de degustação entre os convidados.
Parceiros estratégicos como Coca-Cola e iFood também potencializaram a experiência. Enquanto a marca de bebidas abasteceu o bar, o iFood promoveu ativações de fotos com Inteligência Artificial e protagonizou momentos de entrega com suas tradicionais bags.
O projeto do Méqui demonstra como o live marketing pode capturar a expectativa e o comportamento do público, transformando um lançamento de produto em um fato cultural relevante. “Em um evento global como a Copa, o brand experience ganha uma relevância ainda maior; as marcas passam a disputar atenção dentro de um território que já é altamente emocional. Não basta comunicar, é preciso fazer parte do momento, criando uma experiência que se conecta com esse sentimento coletivo. A Copa amplifica alcance, engajamento e conversa, e o brand experience é o que faz isso acontecer”, afirma Cláudia.
Ao converter o sonho do hexa em vivência real, o McDonald’s e a faro.ag reafirmam a importância de conectar marca e cultura, garantindo que o impacto visual da Avenida Paulista se transforme em desejo de consumo e conteúdo espontâneo em todo o país.
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Kallas Mídia OOH estreia em São Paulo com projeto de requalificação urbana no Edifício São João

A revitalização do centro de São Paulo ganha um novo e robusto capítulo que integra preservação histórica, investimento privado e mídia exterior. O Edifício São João, icônica antiga sede do Banco do Brasil na Avenida São João, iniciou um processo de restauro de 18 meses que servirá de palco para a estreia da Kallas Mídia OOH nas ruas da capital paulista. O projeto, inédito no país, transforma as telas de proteção das obras em um ativo de comunicação de escala arquitetônica, conectando o financiamento urbano à publicidade de alto impacto.
A estrutura, que totaliza mais de 2.400 metros de visibilidade voltada ao Vale do Anhangabaú, foi viabilizada por meio de um Termo de Cooperação firmado entre a Secretaria Municipal de Cultura e a Tivio Capital, gestora do fundo imobiliário TVRI11 — detentor do imóvel. Tradicionalmente funcionais, as chamadas “fachadeiras” passam a operar como suporte de mídia patrocinada, permitindo que o investimento de uma marca única viabilize parte da manutenção e preservação deste patrimônio histórico.
Segundo Rodrigo Moreira Kallas, CEO da Kallas Mídia OOH, a iniciativa redefine o papel do Out-of-Home (OOH) na cidade. “Mais do que ativo de mídia, o projeto conecta marcas à cidade e contribui para a preservação de edifício histórico em um dos pontos mais simbólicos de São Paulo. Acreditamos que o OOH evolui quando passa a participar da dinâmica da cidade e não apenas da sua paisagem”, afirma o executivo.
O Edifício São João é uma peça-chave no portfólio da Tivio Capital, representando cerca de 8% da receita do fundo TVRI11. Ao alinhar a exploração comercial da fachada à recuperação física do imóvel, os parceiros criam um modelo de sustentabilidade para o restauro de ativos de valor histórico.
Localizado em um dos eixos mais movimentados do centro, com alto fluxo de pedestres e proximidade com centros culturais e de mobilidade, o edifício passa a operar como uma “superfície ativa”. A iniciativa insere o imóvel no movimento de requalificação da região central, onde o canteiro de obras deixa de ser um transtorno visual para se tornar uma plataforma de conteúdo e financiamento, aproximando a mídia da infraestrutura e do urbanismo paulistano.








