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Cinépolis Iguatemi Alphaville receberá primeira sala júnior da América Latina

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A Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, inaugura no dia 17 de fevereiro a primeira Sala Junior da América do Sul, no Cinépolis Iguatemi Alphaville.

O projeto inovador foi criado no México, onde a rede possui 28 salas, nas quais crianças de 01 a 10 anos fazem muito mais que assistir a um filme e experimentam uma maneira nova e divertida de ir ao cinema. Outros países que possuem esse conceito de sala são: Espanha, Guatemala, Costa Rica e Estados Unidos.

A nova sala terá um tobogã com mais de 15 metros de extensão, piscina de bolinhas, área de jogos, carrinho de doces móvel, servidos dentro da sala e poltronas divertidas, compostas por 12 puffs zen, 20 puffs duplos, 08 espreguiçadeiras (espécie de cama dupla super confortável) e 47 poltronas no formato stadium (poltronas convencionais individuais), totalizando 87 lugares e ainda mais 3 vagas para cadeirantes.

“Estamos felizes em trazer para o Brasil sua primeira Sala Junior, sendo a primeira da América do Sul. O projeto, criado pela Cinépolis, traz um conceito de diversão e entretenimento para toda a família, por meio do qual você pode experimentar uma maneira nova e divertida de ir ao cinema. A sala adaptada para crianças exibirá filmes voltados para o público de 01 a 10 anos. As instalações foram criadas especialmente para que as famílias aproveitem o momento desde que entram na sala até o término do filme. Uma diversão completa e única para toda a família”, afirma Luiz Gonzaga de Luca, presidente da Cinépolis Brasil.

Os brinquedos podem ser usados ??15 minutos antes do início do filme (classificação indicativa para crianças de 01 a 10 anos) e 15 minutos adicionais no meio do filme, quando há um intervalo durante a sessão, e a diversão é livre. Durante a sessão e ao término do filme, os brinquedos não poderão ser utilizados e a criança deve permanecer em sua poltrona. O tobogã poderá ser utilizado por crianças de 06 a 10 anos com altura de 0,90m a 1,30m.

A Iguatemi está muito orgulhosa de ser a casa da primeira Sala Júnior da Cinépolis na América do Sul. Com a nova sala no Shopping Iguatemi Alphaville, o público infantil terá  um ambiente exclusivo e super divertido para ver os sucessos do cinema. Nossa missão é fazer com que nossos shoppings sejam espaços onde toda a família consegue aproveitar a vida com experiências únicas de lazer e entretenimento“, conta Marcelo Miranda, vice-presidente comercial e de marketing da Iguatemi Empresa de Shopping Centers.

A programação trará estreias nacionais e internacionais de acordo com os lançamentos do mercado, em formatos dublados, 2D e 3D. Os clientes poderão complementar a experiência dentro de salas com uma grande oferta de produtos na bombonière, incluindo combos de pipoca, bebidas, balas tematizados, pipocas salgadas e doces, preparadas na hora, assim como os deliciosos nachos e cachorros quentes.

Mascote
Juninho é a mascote da Sala Junior que irá receber e acolher a todos!

 

Regulamento
  1. A entrada na Sala Junior é indicada para crianças de 01 a 10 anos.
  2. As crianças poderão entrar na sala somente acompanhadas de seus pais ou de um adulto responsável.
  3. Não poderão entrar na sala adultos desacompanhados de uma criança.
  4. A sala Junior é destinada às famílias, ou seja, pais, avós, tios e irmãos são bem-vindos.
  5. O adulto responsável deverá acompanhar a criança durante todo o seu tempo de permanência na Sala Junior, e nos brinquedos.
  6. Não será permitida a entrada na área dos brinquedos com alimentos ou bebidas.
Serviço:
Inauguração Sala Junior no Cinépolis Iguatemi Alphaville.
Data: 
17/02/2018.
Endereço: Alameda Rio Negro, 111 – Alphaville Industrial, Barueri – SP.
Capacidade: 87 lugares + 03 vagas para cadeirantes.
Recomendado para crianças de 01 a 10 anos.
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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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