Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Apoie Um Restaurante: Movimento de Stella Artois está de volta para ajudar estabelecimentos afetados pela crise

Publicado

em

Já se passou um ano desde o início da pandemia e, assim como diversos setores da economia, os restaurantes do Brasil continuam lutando pela sobrevivência – é o que aponta uma pesquisa recente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) com 2 mil empreendedores: 91% disseram ter problemas para pagar integralmente os salários de abril e 73% precisaram realizar demissões nos três primeiros meses do ano. Diante deste cenário, Stella Artois decidiu se mobilizar mais uma vez, trazendo de volta o movimento Apoie Um Restaurante.

Pensada e desenvolvida pela agência CP+B Brasil para Stella Artois e lançada em março de 2020, Apoie Um Restaurante é uma corrente que une os restaurantes, as marcas e a comunidade gastronômica pela sobrevivência destes negócios. Neste momento em que os estabelecimentos estão mais uma vez impossibilitados de funcionar presencialmente, a cerveja da Ambev anuncia a continuidade do apoio, na tentativa de amenizar agora os impactos econômicos para o segmento, vendendo vouchers com desconto para que o consumidor possa utilizar no futuro, quando os restaurantes voltarem a atender presencialmente e puderem recebê-los novamente. Desde sua implementação, o impacto positivo da iniciativa fez com que ela chegasse a outros 20 mercados onde Stella Artois está presente, entre eles entre eles África do Sul, Argentina, Bélgica, Canadá, Chile, México, Paraguai, Peru e Reino Unido.

A Nespresso, que entrou como parceira no ano passado, volta a contribuir: juntas, as marcas estão investindo inicialmente R$ 1,6 milhão – e com a adesão dos consumidores, o aporte pode dobrar, chegando a um total de R$ 3,2 milhões. São 32 mil vouchers, com validade até 31 de dezembro de 2021 e possibilidade de postergação do prazo de uso de acordo com as políticas de circulação de cada região. Na retomada do projeto, até 3,2 mil restaurantes podem aderir gratuitamente se cadastrando pelo site.

Repaginada pelo Get In – startup parceira da Ambev para apoiar o ecossistema de bares e restaurantes a retomarem seus negócios com segurança quando liberada a reabertura – a plataforma vai seguir a mesma dinâmica adotada anteriormente: o consumidor acessa apoieumrestaurante.com.br, onde pode adquirir um voucher de R$ 100 pagando apenas R$ 50 para usar presencialmente no futuro, quando os estabelecimentos voltarem a abrir suas portas. O público ganha um desconto de 50% custeado por Stella e Nespresso, enquanto os restaurantes recebem 100% do valor da venda dos vouchers como capital de giro. Atendendo à demanda do público que, no ano anterior, podia adquirir o voucher de apenas um restaurante, o projeto permite agora a compra de até três vouchers por CPF; cada estabelecimento poderá vender até 100 cupons. O app Get In ainda complementa a experiência do usuário, trazendo a possibilidade de que ele garanta a reserva do restaurante no melhor dia e horário disponível para utilização do voucher.

“Faz parte do nosso posicionamento como companhia olhar sempre para o ecossistema em que estamos inseridos e refletir sobre como podemos ir além do nosso papel como marca. No caso de Stella Artois, temos uma relação de longa data com a comunidade da gastronomia, o que nos motivou a criar Apoie Um Restaurante em 2020”, conta Mariana Porto, head de marketing de Stella Artois. “O movimento alcançou mais de 4 mil restaurantes em pelo menos 300 cidades do Brasil e, neste novo momento em que a pandemia nos apresenta um cenário ainda mais delicado, entendemos que a iniciativa precisava voltar para tentar ajudá-los a passar por mais esse desafio”, acrescenta.

Mais do que um café de alta qualidade sustentável, Nespresso Professional tem o compromisso de apoiar o setor por meio de seus produtos e soluções. “Desde o início da pandemia, a companhia vem contribuindo com os restaurantes, bares e cafeterias em diversas frentes, que vão desde a produção de um guia digital, com recomendações e protocolos para o serviço de cafés, até a iniciativa Apoie um Restaurante. Para nós, é relevante fazer parte deste movimento pelo segundo ano consecutivo, pois temos um olhar consistente sobre toda a cadeia e somos parceiros do segmento”, explica Marcos Djinishian, Head de Marketing da Nespresso Brasil.

Graças também à participação da Donus, plataforma de serviços financeiros da Ambev da pequenos e médios varejos, as operações de compra e venda dos vouchers serão isentas de taxas, direcionando o valor integral das arrecadações para os estabelecimentos participantes. Os restaurantes ainda poderão utilizar a plataforma completa de gestão Get In por 2 meses gratuitos, onde terão acesso não apenas ao gerenciamento de vouchers, mas também a recursos como cardápio digital e o sistema de filas e reservas.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações

Continue lendo

Empresa

2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

Publicado

em

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

Continue lendo

Empresa

Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

Publicado

em

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

Continue lendo