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Ampla Comunicação se prepara para retomada e define medidas práticas para seus colaboradores até o final do ano

A Ampla Comunicação, com escritórios em Recife (PE), Vitória (ES), Aracaju (SE) e Maceió (AL), já se preparando para a retomada e as futuras transformações no setor, visando a preservação da equipe e da sustentabilidade do negócio, em meio ao cenário imposto pela pandemia, tomou algumas medidas para os próximos meses e que tiveram como base pesquisa frita com todos os seus colaboradores.
Entre os pontos que já estão em vigor está a efetivação do home office para 100% da equipe até dezembro, algo não usual no mercado publicitário; auxílio internet para todos os colaboradores, garantido o fluxo entre equipes, clientes, fornecedores e parceiros, além da segurança nas atividades e entregas; e manutenção de todos os empregos até dezembro.
A proposta fundamentada em uma nova concepção de estruturação das operações para a continuidade da prestação dos serviços foi baseada em:
• Necessidade de dar respaldo aos funcionários;
• Novas experiências de atuação remota desde o início do isolamento social;
• Necessidade de mudanças na forma de trabalho e de novo posicionamento perante os stakeholders;
• Demanda por redução no tempo das entregas de campanhas;
• Análise de dados de pesquisa interna realizada com colaboradores;
• Diálogo constante entre gestores, RH, equipes e clientes.
“Trata-se de um exemplo de adaptação no meio corporativo em resposta à crise, por meio da articulação de um novo modelo, com impacto direto na satisfação dos stakeholders, bem como na criação de condições para obtenção de incremento nos resultados”, explica Queiroz Filho, presidente da Ampla.
A Ampla é uma das maiores e mais respeitadas agências do Norte/Nordeste, prestes a completar 45 anos de existência e mais de 100 colaboradores. Atende clientes como Baterias Moura, Pitú, Prefeitura de Maceió, Home Center Ferreira Costa, Banese, Tintas Iquine, FORTLEV, Sebrae-PE, FAESA, Shopping Recife, Grupo PARVI, MDIAS Branco, entre outros.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








