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Heineken 0.0 leva experiência para as estradas de São Paulo

A Heineken 0.0 leva para as rodovias do estado de São Paulo uma ativação inédita que mostra que é possível curtir o sabor de uma cerveja 0.0, mesmo antes de pegar a estrada. Para isso, a partir do dia 8 de agosto, a marca convida os motoristas para uma rápida parada em uma das dez lojas das redes Graal e Olá participantes para saborear a versão zero álcool da “verdinha” gelada, em todas as sextas e sábados até o dia 23 de agosto. A ativação promete impactar aproximadamente 7.500 consumidores no período.
“O consumo responsável é uma das nossas principais bandeiras, e a Heineken 0.0 cumpre um papel fundamental nesse contexto. Esta ação nas estradas é uma forma de reforçar que existe uma alternativa segura, saborosa e divertida para quem está ao volante – uma cerveja 100% sem álcool, feita com os mesmos ingredientes naturais e com as credenciais tradicionais de Heineken”, destaca Bruna Rosato, gerente de marketing da Heineken 0.0 no Brasil
A iniciativa faz parte de uma ação de conscientização e informação da marca a respeito da importância do consumo responsável e o esclarecimento sobre as propriedades e os diferentes tipos de cerveja com nulo ou baixo teor alcoólico.
No caso da Heineken 0.0, a bebida se enquadra na classificação de uma cerveja zero álcool – ou seja, possui um teor alcoólico praticamente nulo, inferior a 0,05% ABV. Já as chamadas “sem” álcool são aquelas que podem conter até 0,5% de álcool. Ou seja, para o motorista que consumir cervejas 0.0, é seguro pegar a direção e não há como ser detectado pelo bafômetro. Já no caso daqueles que optaram por beber as intituladas “sem” álcool, não é recomendado pegar ao volante.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







