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UBRAFE divulga balanço sobre o recorde na realização de eventos B2B em São Paulo no 1º semestre 2025

A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), única entidade que representa oficialmente o setor de feiras e centros de eventos B2B no Brasil, em parceria com a São Paulo Turismo (SPTuris), acaba de apresentar o levantamento quantitativo semestral de 2025 sobre o setor de eventos voltado à geração de negócios, o Barômetro UBRAFE SP TURIS – incluindo feiras, congressos, convenções e eventos corporativos. Ao longo dos primeiros seis meses do ano, os participantes dos eventos B2B foram responsáveis por um impacto econômico total de R$ 5,4 bilhões na cidade de São Paulo.
“Se compararmos esse valor ao mesmo período do ano passado, observamos um crescimento de R$ 1 bilhão, o que evidencia o fortalecimento do setor de eventos na capital paulista. Esse barômetro reforça o quanto o segmento de eventos B2B está em constante crescimento, contribuindo positivamente para o mercado de negócios em São Paulo”, aponta Paulo Octávio Pereira de Almeida (P.O.), diretor executivo da UBRAFE.
Dados registrados de janeiro a junho de 2025 mostram um total de 612 eventos B2B com foco em geração de negócios, todos com pelo menos 700 participantes cada — um aumento de 19% em comparação com o mesmo período de 2024, que contou com 516 eventos. A análise deste primeiro semestre revelou ainda um total de 3,2 milhões de visitantes únicos — 14% a mais do que no 1º semestre de 2024 —, dos quais 70% são moradores do estado de São Paulo, representando 2,2 milhões de pessoas. Os outros 30% são turistas de negócios, moradores de outros estados e do exterior, representando 1 milhão de pessoas que vieram a São Paulo para participar de eventos B2B na cidade.
Do total de eventos realizados, 69% foram voltados ao segmento Corporativo, reunindo, porém, apenas 15% do número de visitantes. As Feiras Setoriais de Negócios correspondem a 13% do total dos eventos realizados, mas concentram 70% dos visitantes realmente comprovando que são o principal formato de eventos presenciais com foco em negócios. Por sua vez, os Congressos representaram 10% da quantidade total de eventos, atraindo 5% do público. Já as Convenções correspondem a 8% do total, recebendo 10% dos participantes B2B.
“Com base nas projeções que temos, nossa expectativa é encerrar o ano de 2025 com uma movimentação econômica estimada em R$12bilhões na cidade de São Paulo, com a realização de mais de 1200 eventos de grande porte e a participação de aproximadamente 8 milhões de pessoas”, destaca Paulo Ventura, presidente do conselho de administração da Ubrafe.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.
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School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.
As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.
Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.
Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”
O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.
A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.








