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Motociclo aposta em campanha geolocalizada para estreitar laços e ampliar alcance comercial

Estabelecer relacionamento mais intimista com o público de cada localidade demanda criar identificação mais direta, a partir de uma proposta mais regionalizada de comunicação. Essa é a estratégia adotada pela Ampla para a campanha “Rota Motociclo”, que tem como principal objetivo fortalecer o relacionamento com parceiros comerciais e destacar os diferenciais da Motociclo, uma das principais fornecedoras de peças e soluções para o setor de duas rodas no Brasil.
Para conquistar proximidade com os clientes da marca, a comunicação conta com um mote adaptável a cada praça. A mensagem “no Maranhão, aceleramos juntos”, por exemplo, reforça a presença da Motociclo de maneira estratégica e humanizada para os maranhenses. Direcionamento similar é desdobrado a outras regiões, incluindo Acre, distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Piauí.
Com identidade visual que equilibra a estética vibrante do varejo com autoridade de uma marca sólida, a campanha traz elementos gráficos como mapas estaduais ao fundo e linhas inclinadas sugerindo movimento e crescimento, além de uma paleta de cores personalizada por região. Os materiais também contam com GIFs animados de motociclistas em ação, aumentando o dinamismo das peças e retendo a atenção do público. A “Rota Motociclo” se desdobra em diversas frentes, com peças específicas para WhatsApp, posts geolocalizados nas redes sociais, cartazes físicos e folders digitais.
Os materiais trazem informações sobre vantagens comerciais da parceria com a marca, como condições diferenciadas de negociação, entrega ágil, mix de produtos de alta performance, atendimento especializado e suporte pós-venda. Adicionalmente, webmails para clientes ativos e inativos focam em reativação de contatos e estímulo à recompra.
Além de impulsionar os produtos estratégicos em cada região, a campanha constitui verdadeira ferramenta de apoio ao time de televendas, fortalecendo a comunicação e facilitando negociações nas praças onde a Motociclo deseja expandir ainda mais sua atuação.
A abordagem próxima e conteúdo direcionado das peças reafirmam o compromisso da marca em crescer junto com seus parceiros, onde quer que eles estejam.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








