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Netshoes brinca com solteiros, ficantes, casais apaixonados em “sinais” e “indiretas”

A Netshoes, e-commerce esportivo e de lifestyle, acaba de estrear sua nova campanha de Dia dos Namorados. Com o mote “para bons entendedores”, as peças celebram, de forma bem humorada e moderna, os diversos tipos de relações amorosas no cenário atual, dos casais assumidos aos paqueras, ficantes, crushes e até os que ainda estão na fase da troca de olhares, “conversantes” e “revezantes” de equipamentos.
A campanha tem diversas referências da internet, em especial aquelas voltadas à geração Z, público com o qual a marca tem se conectado cada vez desde o seu novo posicionamento e das ações que marcam os 25 anos – completados em 2025 – como o conceito da “Geração N”, uma comunidade criada pela marca e apaixonada por esportes, independentemente da idade.
A produção explora, com leveza, temas como a solidão, os relacionamentos modernos e o esporte como ponte para novas conexões. O filme mostra as pessoas trocando os tradicionais aplicativos de namoro por aulas em grupo. Entre os “sinais” da campanha está, por exemplo, o uso de meias azuis por corredores solteiros e também o flerte no revezamento de equipamentos na academia.
“O hype da paquera em grupos de esportes foi o ponto de partida na criação da campanha, onde brincamos com os ‘sinais’ relacionados ao tema, como a própria meia azul, que se tornou um signo especialmente para os solteiros. A partir disso, construímos uma narrativa que abordasse de forma diversa e atual as relações amorosas”, afirma Desirée Bueno, gerente de branding da Netshoes. “O resultado foi um filme com ritmo jovem e uma locução aguçada que amplifica a mensagem de que ‘para bom entendedor’ o presente perfeito está no app da Netshoes.”
Além do filme principal, assinado pelo diretor de cena Rodrigo Zanchini, da Zanca Films, as ações de marketing envolvem a participação de influenciadores nas conversas geradas nas redes sociais. Os escolhidos para a produção de conteúdo estão em diferentes fases da vida amorosa, entre casados e solteiros. Graciely Junqueira e Gabriel Magela e Lu Ferreira e Leonardo Horta são do time dos “em um relacionamento sério”, enquanto Júlia Alvarenga e Lucas Amaral defendem o lado dos solteiros.
Na área promocional, com o conceito “Não ignore os sinais! O melhor presente tá na sua cara”, a Netshoes preparou uma seleção de produtos com descontos de até 60%, com diferentes opções de presentes.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








