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Entre aspas, cochetes e parênteses

Por Dil Mota
Mas poderia também ser com retiscências, entre vírgulas, terminado em ponto final ou, quem sabe, ao sabor de um hífen, de uma mudança de parágrafo, ou se questionando ainda se tem um acento agudo, grave ou circunflexo, ou se a trema caiu.
Mas afinal, onde eu coloco esse apóstrofo? E cadê esse C, que tem som de S, e me confundo se tem cê-cedilha ou não?
Em um mundo que se reduz vogais e consoantes a grunhidos, onomatopéias e muitos emojis, fica cada vez mais difícil saber.
Eu já falei dos emojis, mas agora, quero falar sobre os acentos, as palavras e as letras, principalmente aqueles que não dizem o que parecem dizer, que escondem significados entre letras, palavras e linhas, brincando com significados, similaridades, duplicidades e não se rendendo ao óbvio, ao literal, usando de um texto para provocar reações, questionamentos, reflexões, e, deixando claro, até mesmo para os que não conseguem ver, que sim: há espaço para ser irônico, para não aceitar ser tão previsível e que também é muito bom poder aproveitar nosso imenso vernáculo.
Por muitas vezes, eu gostaria que tudo terminasse em retiscências, tanta é a vontade de deixar que o final fosse dado pelo entendimento de cada um, do seu jeito ou, simplesmente, ficasse no ar, porque realmente não existe uma obrigação em ser conclusivo.
Tenho a impressão também, que acentuar pra frente ou pra trás (agudo ou crase) me dá um senso de direção.
Por mais que a minha revisora preferida, Antonia Goularte, em sua generosidade, sempre me diga que eu uso a crase errada, e me divirto com isso, porque é gostoso brincar de não saber, escrever sem saber ao certo se a regra é essa ou aquela, e, talvez, tudo isso seja um retrato de um atentado à Língua – e que me perdoem os lusófonos – porque a revisão ortográfica tirou o acento da palavra ideia, e, para mim, isso é imperdoável… (com retiscências).
Em um mundo com uma redução drástica do uso e controle de nossa Língua, com uma diminuição alarmante da quantidade de palavras que usamos, e de uma forte tendência de adotarmos e usarmos sistematicamente as mesmas expressões, muitas delas com inúmeras aplicações, cá estamos nós escrevendo, você talvez lendo, mas ainda buscando em linhas tortas, tentando não ser mal escritas, que se expressar de forma escrita ainda tem sua graça, como qualquer livro, poesia, poema, ou até mesmo uma notícia, porque a maior parte do seu conteúdo não é o que foi escrito, mas o que está sendo lido por quem lê, e sujeito à sua forma de leitura, da forma como ele consegue e pode entender.
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Omie contrata Ricardo Leite como novo diretor de marketing de produtos

A Omie, empresa de sistemas de gestão (ERP) para pequenas e médias empresas (PMEs), anunciou a contratação de Ricardo Leite para o cargo de diretor de marketing de produtos. Com passagens por empresas como Vivo, Telefônica e UOL, a chegada do executivo acompanha o movimento de expansão da companhia e a atração de talentos para fortalecer o ecossistema direcionado às PMEs no Brasil.
Na nova função, Leite terá como missão conectar as soluções tecnológicas do portfólio da Omie às demandas operacionais do mercado empreendedor. Com formação acadêmica pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o executivo acumula em seu currículo a estruturação da área de Marketing Digital da Vivo, a liderança no spin-off da divisão B2B do UOL e a atuação como Gerente Global de Growth Marketing na Telefônica. “A Omie exerce um papel fundamental na transformação digital do empreendedorismo no Brasil. Assumo a Diretoria de Marketing de Produtos com a missão de alinhar as inovações da empresa às necessidades dos empreendedores, impulsionando essa transformação com valor, eficiência e crescimento”, afirma Ricardo Leite.
Com a liderança do novo diretor, a Omie busca impulsionar a adoção de suas tecnologias de gestão e otimizar a proposição de valor de suas soluções de automação e negócios no setor.
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Kavak faz sorteio de carro seminovo

A Kavak, plataforma de compra e venda de veículos seminovos, aposta em uma ação promocional gamificada para marcar a inauguração de sua nova loja em Santo André, no ABC Paulista. A iniciativa integra a estratégia da empresa de fortalecer sua presença física e aproximar o público da experiência da marca.
Para marcar a inauguração da unidade, a Kavak realizará a ação promocional “Visita Premiada Kavak Santo André”, que inclui o sorteio de um Volkswagen Polo Track 2025. A participação é válida entre 23 de janeiro e 28 de fevereiro de 2026, período em que os consumidores podem comparecer à nova loja e participar da dinâmica, na qual cada interação realizada com a Kavak gera números da sorte, incluindo a visita à loja (um número), a inspeção de um veículo para venda à Kavak (três números), a reserva de um carro disponível na unidade (cinco números), a compra de um veículo no local (dez números) e a contratação de serviços da empresa, como o Kavak Docs (cinco números). O sorteio do prêmio ocorre no dia 11 de março de 2026.
“O lançamento da loja de Santo André representa um passo importante na estratégia de expansão física da Kavak, usando o espaço como ponto de contato com o consumidor e como ferramenta de construção de marca. A dinâmica da campanha reforça essa proposta ao incentivar diferentes produtos e etapas da jornada do cliente, além de toda segurança nas transações e de nossos veículos seminovos”, afirma Guilherme Spinace, diretor de pós-venda e experiência do cliente da Kavak Brasil.








