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Rock in Rio é a segunda marca que mais emociona os brasileiros e a quinta mais amada, de acordo com pesquisa da GfK

A emoção é o sentimento que move o Rock in Rio desde a primeira nota musical que soou na edição de 1985. Com 41 anos recém-completados no último dia 11 de janeiro, o festival se prepara para entregar uma edição em 2026 que promete ser histórica, reunindo nomes como Elton John, Stray Kids, Maroon 5, Demi Lovato, Gilberto Gil, Jamiroquai, Mumford & Sons, João Gomes e Orquestra Brasileira, além de outras atrações que serão anunciadas em breve. É a partir dessa relação construída ao longo do tempo que o Rock in Rio é reconhecido por sua potência e presença na vida das pessoas, sendo apontado, dentre as maiores marcas do Brasil, como a segunda que mais emociona os brasileiros, de acordo com estudo conduzido pela GfK uma empresa NielsenIQ. O mesmo estudo mostra ainda que, entre os frequentadores de festivais, o Rock in Rio é a marca que mais emociona entre todas as demais marcas. Outro dado apontado pela pesquisa é que, quando comparado as maiores marcas do Brasil, o festival é considerado a quinta marca mais amada pelos brasileiros.
A pesquisa realizada com mais de 1,3 mil pessoas entre 15 e 50 anos, moradoras do Rio de Janeiro e São Paulo, mostrou, entre os resultados, que o Rock in Rio impressiona e reforça a conexão da marca com o brasileiro: o festival é considerado o evento mais importante do Brasil nos últimos anos, a frente de grandes forças como Olimpíadas, Copa do Mundo, Fórmula 1 e Carnaval. Já em uma lista que reuniu as maiores marcas do Brasil, os brasileiros colocaram o Rock in Rio como a quinta mais amada, enquanto, no recorte de quem frequenta festivais, o evento ocupa a segunda posição entre todas as marcas citadas.
Outra informação que chama a atenção diz respeito ao irmão mais novo do festival, o The Town. Mesmo com duas edições, o festival já é amplamente reconhecido e querido, figurando entre os três principais festivais e as 20 marcas que mais emocionam brasileiros e festivaleiros. No estudo, junto ao Rock in Rio, foram testadas 29 marcas (as maiores de suas categorias e do Brasil) para que se obtivessem os resultados comparativos.
Em 2026 essa história e o legado continuam. A Cidade do Rock está se preparando para voltar a ser palco de experiências únicas pensadas para surpreender o público desde a chegada até o último acorde. O Palco Mundo chega com uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda a sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um grande painel visual. Outro destaque da edição é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais emblemáticos do festival e um dos mais pedidos pelos fãs. Após 2024, o balé no céu da Cidade do Rock volta a integrar a programação com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos, criando uma experiência visual e sensorial que vai emocionar para além dos shows que acontecem nos palcos.
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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








