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Havaianas no Natal, no Ano Novo, no Verão… não tem erro

Chegou o Natal e não quer errar no presente? Havaianas. Chegaram as férias e não quer correr o risco de errar na mala? Havaianas. Reveillon chegando e tá com dúvida do look perfeito? Havaianas! Sob o mote ‘Havaianas não tem erro’, nova campanha nacional da marca traz uma série de peças ressaltando cada um destes momentos chaves em que dar e receber um produto Havaianas é uma aposta certeira, seja no Amigo Secreto, Natal, Ano Novo ou Verão, afinal, todo brasileiro ama.
Na primeira fase do projeto, focada nos eventos ainda deste ano, será anunciada a chegada dos produtos: Havaianas Square e Neon. Os dois modelos são as grandes apostas da marca com a aproximação dos clássicos Amigo Secreto e Natal, sendo retratados por mosaicos de peças super coloridas com composição de infinitas Havaianas, incluindo um filme de 15” e OOH.
Para Mariana Rhormens, diretora de marketing de Havaianas Brasil, a pluralidade que a marca entrega é mais um atrativo na escolha do presente perfeito. ‘’Final de ano, Natal, Verão e Férias são todos momentos onde Havaianas está ainda mais presente na vida de qualquer brasileiro. Quando levamos o desafio à Almap para a nossa próxima campanha, tínhamos muito em mente que precisávamos trazer verdade, algo que já faz parte do cotidiano das pessoas, assim como os nossos produtos. E a frase: com Havaianas não tem erro, caiu perfeita no conceito da nossa campanha, é uma frase altamente citada pelos nossos consumidores nas redes sociais. Porque todo mundo ama dar Havaianas de presente e ganhar também, não é mesmo? Ao olharmos a execução, ela traz o colorido e o divertido de Havaianas, remetendo à essência da nossa marca”, comenta.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







