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Simone Biles desiste de provas individuais e patrocinadores reagem

Com as desistências de Simone nos últimos dias, os patrocinadores da atleta logo comunicaram seus posicionamentos sobre a situação
Nesta quarta-feira (28), a ginasta Simone Biles, dos Estados Unidos, desistiu de competir nas provas individuais das Olimpíadas de Tóquio. A decisão foi anunciada um dia após a atleta desistir das disputas por equipes, dizendo que iria se concentrar em sua saúde mental. Com a desistência, houve o questionamento sobre o que isso afetaria os patrocinadores e vários pontos foram levantados.
Simone era a principal representante do país na ginástica artística e por isso, tem o apoio de uma série de patrocinadores. A Gap Inc., uma varejista dos EUA que patrocina Biles desde o início de 2021, publicou um comunicado ontem (27), garantindo que não vai contra o caminho que a ginasta tomou.
“Apoiamos Simone e apoiamos seu bem-estar dentro e fora da competição”. […] “Ser o melhor também significa saber se cuidar. Somos inspirados por sua liderança hoje e estamos apoiando ela em cada passo do caminho.” diretor de marca da linha Athleta da Gap, Kyle Andrew.
Além da linha Athleta, da Gap Inc., Biles também tem patrocínio da Visa. Ela é uma das estrelas da campanha Time Visa, desenvolvida pelo marketing da empresa para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio. Na terça-feira (27), Visa também fez uma declaração em apoio à atleta. “Esta foi uma decisão difícil, mas incrivelmente corajosa e mostra como Simone é capaz de inspirar dentro e fora do tatame. Desejamos a ela tudo de bom nos próximos dias. ”, disse Andrea Fairchild, vice-presidente sênior de estratégia de patrocínio global da Visa.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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