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Smollan iTrade conquista três novas contas e abre cerca de 300 posições

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Danone, Amend e uma gigante de combustíveis se juntam ao portfólio da empresa internacional de soluções de consumo durante a pandemia em projetos de abrangência nacional que inclui trabalho remoto e digital

Comprometida em ser um dos maiores impulsionadores do crescimento do País, a Smollan iTrade, empresa internacional de soluções para o varejo – desde ativações e inteligência no processo de consumo até contratação e capacitação de mão de obra para atuar no ponto de venda – acaba de anunciar em uma mesma semana a chegada de três novos clientes: Danone, Amend e uma gigante de combustíveis. De abrangência nacional, cada projeto demanda serviços diferentes (desde atendimento remoto e digital até contratação, treinamento e gestão de profissionais temporários), mas juntos representam cerca de 300 vagas em aberto com o potencial para chegar a 600 até o final do ano.

Para a Danone será realizada toda a gestão de repositores temporários que cobrem férias ou necessidades da equipe interna da marca. Em virtude da pandemia, por exemplo, muitos profissionais foram afastados por serem do grupo de risco e houve um aumento na necessidade de substituição de recursos devidamente capacitados e treinados e com condições de manter a alta performance dentro dos pontos de venda selecionados.

A modelagem de um modelo de gestão de equipe de campo é a demanda da Amend. Com o apoio da Smollan iTrade será trabalhada uma frente mais robusta de treinamento para que a entrega tenha valor percebido na experiência com o shopper.

No caso da gigante de combustíveis a iniciativa implementada tem como objetivo o incremento dos resultados de negócio do franqueado. Para isso, serão ativados consultores de atendimento que trabalharão com foco em merchandising e visitas periódicas (físicas e remotas) em 91% dos pontos de venda da empresa. A ação terá apoio de um time especialista em inaugurações – responsável pelo treinamento das equipes das novas lojas de conveniência e postos de combustível para que haja uma padronização da excelência prestada pela rede – e também de uma célula que fará o acompanhamento diário dos indicadores de loja junto aos franqueados para garantir o alinhamento com as metas propostas. O escopo prevê que, mesmo sem presença física em todo o tempo, seja garantido ao cliente a visibilidade do que está em execução e ao franqueado a oportunidade do apoio de merchandising próximo do dia a dia da operação.

“Em um momento em que os anunciantes ainda aguardam sinais mais positivos para um aquecimento, essas conquistas em diferentes segmentos de mercado e categoria de serviço são motivos de orgulho principalmente por conta do reconhecimento do valor do Field Marketing como disciplina para impulsionar a retomada e dos diferenciais da nossa operação que reinventou a forma de capacitar e de atuar dos profissionais de campo nesse momento de pandemia. Nossa área de Growth&Innovation tem atuado ativamente junto à nossa base de clientes e ao mercado para identificar os melhores modelos de gestão e de controle que os levarão a melhores resultados comerciais”, pontua Stenio Souza, CEO da Smollan iTrade.

Juntos os projetos somam mais de 5 mil pontos de vendas cobertos em todo o território nacional e cerca de 300 vagas abertas para profissionais que visitarão esses PDVs, aplicarão planograma e campanhas de marketing, cuidarão do relacionamento e da parceria com os responsáveis pelo canal e com os franqueados das marcas contratantes e aplicar treinamentos.

A seleção privilegiará os inscritos no programa Recrutando o Brasil, iniciativa implementada pela Smollan iTrade no início da pandemia que se propõe a realizar o maior mapeamento de profissionais já feito em torno das posições que compõe o ecossistema do varejo. E a boa notícia é que ainda é possível se cadastrar aqui: https://lnkd.in/dUT3yAK. As entrevistas serão virtuais.

Ao longo de 2019 a empresa foi responsável por movimentar cerca de 6 mil vagas em todo o Brasil tanto para atuação em campo (nas áreas de abastecimento, merchandising, vendas, impulsionamento, degustação, abordagem de consumidores, auditoria em PDV, supervisão, eventos e atendimento ao consumidor), quanto em posições de escritório para operações de trade marketing, business intelligence, geomarketing, RH, administrativo.

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Batux consolida modelo de liderança feminina e reposiciona marca sob a estratégia de ecossistemas integrados de experiência

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O mercado de comunicação presencia uma transição definitiva: a era das ativações isoladas deu lugar a um cenário onde a consistência é o único caminho para a relevância. Acompanhando essa evolução, a Batux anuncia um robusto reposicionamento como agência de brand experience, estruturando um modelo de negócio que unifica live marketing, retail media, out of home (OOH) e creators em um sistema único de construção de marca. O movimento é chancelado por uma reestruturação societária que estabelece uma liderança compartilhada e exclusivamente feminina.

A nova configuração da agência traz quatro sócias à frente da operação: Chris Bradley (CEO), Jane Fernandes (VP de Operações), Cris Pereira Heal (VP de Clientes & Mercado) e Érica Lobato (VP de Estratégia), que agora passa a integrar a sociedade. A chegada de Cris Pereira Heal e a ascensão de Érica Lobato — executiva com histórico sólido em promoção e eficiência operacional — fortalecem a governança necessária para sustentar projetos de longo prazo, distanciando a agência de entregas meramente pontuais.

O pilar central dessa transformação é a metodologia Experience-to-Commerce Batux. O conceito propõe conectar mídia, influência e presença física no exato momento em que a atenção do consumidor se converte em decisão de compra. Para Chris Bradley, o movimento reflete uma mudança estrutural na publicidade. “Entramos em uma fase em que experiência deixa de ser disciplina tática e passa a integrar a infraestrutura da marca. Ela precisa estar presente de forma contínua no cotidiano do público”, define a CEO.

Sob a ótica operacional, a agência se preparou para o desafio da perenidade. Jane Fernandes pontua que projetos contínuos exigem novos modelos de gestão e previsibilidade. “Estruturamos a empresa para sustentar relações de longo prazo entre marcas e pessoas, não apenas entregas pontuais”, acrescenta a VP de Operações. Essa visão é endossada por Érica Lobato, que enxerga a experiência assumindo um papel de influência cultural. “Quando experiência, presença estratégica e cultura atuam juntas, a marca deixa de apenas aparecer e passa a participar da jornada do consumidor”, afirma a nova sócia.

A estratégia também foca no fortalecimento do relacionamento com o mercado e em iniciativas de sustentabilidade e propósito. Segundo Cris Pereira Heal, o desafio contemporâneo reside em mudar comportamentos através da compreensão real da cultura do varejo. “O desafio hoje é comunicar e evidenciar propósito, tornando a presença da marca relevante e capaz de mudar comportamento. Isso acontece quando a marca acompanha a jornada real do público e entende a cultura, especialmente no varejo, onde a decisão acontece”, completa a executiva.

O ecossistema proposto pela Batux integra o potencial dos creators e do retail media dentro do ponto de venda, transformando cada ativação em um circuito de influência que impacta o shopper antes, durante e após a compra. Através de parcerias estratégicas em dados e tecnologia, a agência amplia sua capacidade de entrega em canais offline, social e comunidades.

Chris Bradley conclui reforçando que a comunicação moderna não admite mais o hiato entre marca e público. “A comunicação caminha para um modelo em que a marca não ativa e desaparece. A metodologia Experience-to-Commerce Batux traduz essa lógica: cada experiência precisa gerar influência, memória e recorrência. Nosso reposicionamento nos organiza para operar nesse cenário, em que live marketing, mídia e relacionamento deixam de ser disciplinas separadas e passam a formar um único sistema de construção de marca.”

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EAÍ?! Content Experience inova com parceria pioneira com a Comida Invisível no combate ao desperdício de alimentos em eventos corporativos

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Em uma iniciativa pioneira no mercado de brand experience, a EAÍ?! Content Experience anuncia o início de sua parceria estratégica com a Comida Invisível, startup social certificada pela FAO/ONU com o selo Save Food. A agência é a primeira do setor a formalizar essa união, que visa converter a gestão de excedentes alimentares em métricas de impacto socioambiental tangíveis e de alto valor agregado para as marcas.

A parceria integra o ecossistema de soluções da Comida Invisível — plataforma tecnológica que utiliza geolocalização para conectar estabelecimentos com excedentes alimentares a ONGs certificadas por nutricionistas — diretamente à operação dos eventos realizados pela agência. O objetivo central é garantir que todo excedente alimentar seja destinado a comunidades vulneráveis, gerando métricas ESG tangíveis, como toneladas de alimentos desviadas do descarte e emissões de CO2 evitadas.

A estreia desta operação ocorreu no evento do Banco BMG, realizado na primeira semana de março de 2026, onde a tecnologia e a consultoria da startup social foram aplicadas para elevar a percepção de valor da experiência, incorporando uma camada de responsabilidade social ao propósito da marca.

Para Paulo Farnese, CEO da EAÍ?! Content Experience, a adoção dessa solução reflete o compromisso da agência em ir além da entrega operacional. “O termo Content Experience mostra que nenhuma experiência vale a pena sem conteúdo e nenhum conteúdo é relevante sem experiência. Ao trazermos a Comida Invisível para o coração dos nossos eventos, como fizemos com o BMG, demonstramos que nosso conceito gera impacto social real e mensurável. Essa ação reforça nosso posicionamento de gerar valor e narrativas de marca com propósito prático, transformando o que seria resíduo em segurança alimentar.”

A parceria está alinhada às diretrizes comemorativas de 10 anos da EAÍ?! e da Comida Invisível, ambas fundadas em 2016, reforçando a narrativa de inovação e sustentabilidade das duas empresas.

Segundo Bruno Quinteiro, Head de Planejamento da EAÍ?! e sponsor da agenda ESG da agência, a iniciativa aponta para uma evolução no papel dos eventos dentro da estratégia das marcas. “Ao integrar soluções como a da Comida Invisível à operação dos projetos, criamos impacto positivo e conseguimos transformar algo que historicamente passava despercebido na cadeia de eventos – o excedente alimentar, em valor social mensurável para a sociedade e para as marcas.”

Mais de 100 kg de alimentos reaproveitados

Os resultados práticos da iniciativa já são tangíveis. No projeto piloto realizado com o Banco BMG, a operação logística e tecnológica da parceria garantiu que 122,90 kg de alimentos, que incluíram desde proteínas e grãos até hortifruti, fossem integralmente reaproveitados. Essa destinação correta resultou na oferta de 614 refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade e evitou a emissão de 347,70 kg de CO2 na atmosfera, dado que o descarte em aterros sanitários é um dos grandes emissores de gases de efeito estufa.

Daniela Leite, fundadora e CEO da Comida Invisível, ressalta o potencial da união. “Eventos concentram grande volume de alimentos em um curto período e, por isso, funcionam como um laboratório ideal para demonstrar a eficiência da infraestrutura da Comida Invisível na gestão de excedentes. Nesse ambiente, nossa tecnologia transforma rapidamente alimentos que seriam descartados em impacto social e ambiental mensurável, reduzindo custos de descarte e ampliando o acesso à comida. Com a EAÍ?!, essa lógica passa a operar dentro da própria cadeia de eventos, mobilizando fornecedores e operações para que o excedente gerado deixe de ser resíduo e passe a integrar uma rede de redistribuição com impacto real. Uma parceria realmente muito potente.”

Além da destinação correta dos alimentos, a parceria prevê o fornecimento de indicadores para relatórios ESG e treinamentos de boas práticas de manipulação para os estabelecimentos parceiros, em conformidade com a Lei 14.016/2020.

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