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Youse lança campanha #ModoCasa e incentiva as pessoas a redescobrir o que há de bom em suas casas

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Em convite ao público para transformar e redescobrir o que a casa tem de melhor durante o isolamento social, insurtech oferece benefícios para clientes e não clientes

O período de isolamento social determinado como uma das medidas para conter o avanço do novo coronavírus mudou a rotina de toda a sociedade. Neste momento em que as pessoas estão mais em casa, a Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, lançou a campanha #ModoCasa em que convida o público a redescobrir o que a casa tem de bom, como criar uma nova rotina junto com a família, cozinhar o prato favorito, começar um hobby, aprender um novo idioma, entre outras descobertas.

A campanha é assinada pela F.biz, nova agência de criação de campanhas publicitárias, gestão de mídia e de conteúdo das redes sociais da Youse. “A marca está fazendo isso de forma legítima, uma vez que existia um movimento incentivando a mobilidade das pessoas na cidade e hoje, a Youse faz o inverso: trazendo recursos para que as pessoas possam ficar amparadas, com entretenimento, dentro de suas casas ”, explica Adriano Alarcon, CCO (Chief Creative Officer) da F.biz.

Para ativar esse modo, a nova campanha oferece uma série de benefícios exclusivos para clientes e não clientes, como descontos e conteúdos relevantes para contribuir com essa jornada. O #ModoCasa é uma releitura da ação #ModoRua, abordagem já utilizada pela Youse para estimular a mobilidade urbana. “Para voltarmos a aproveitar tudo o que a rua nos oferece, precisamos sair dela e contribuir para o bem de todos. Por isso, queremos explorar o que nossas casas pode ter de melhor”, explica Érika Mello, gerente de marketing da Youse.

A insurtech ampliou os benefícios do Clube Yousers para não clientes, ou seja, está oferecendo experimentação, assinaturas grátis e descontos em compras no Carrefour, Petz, Saraiva, Philips, Extra, Ponto Frio, Casas Bahia. Além disso, em parceria com a Zenklub concede uma primeira sessão de terapia durante 30 minutos por R$ 1,00, e com a Storytel, disponibiliza 30 dias de assinatura grátis para ouvir audiobooks e podcasts. Durante a campanha, a Youse também vai compartilhar em seu site, dicas de serviços e iniciativas (atividades, exercícios físicos para praticar em casa, festivais de músicas etc.), além de trazer informações e curadoria sobre o que diversas outras marcas e pessoas estão fazendo nesse período.

Por meio de inserções de comerciais na TV, spots em aplicativos de música, e peças em meios digitais e redes sociais a nível nacional, a Youse convida o público a transformar a casa em seu lugar favorito. “Queremos ajudar os nossos clientes e o público em geral a passar por esse momento difícil de um jeito mais agradável. Como somos 100% online, podemos estar em qualquer momento com as pessoas”, explica Érika.

Link do comercial: https://youtu.be/guC7JVqcrMQ

Link do vídeo manifesto: https://youtu.be/ZnYztyaphgw

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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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