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Webedia anuncia MGG no Brasil para consolidar liderança em e-sport

A Webedia mostrou mais uma vez que está compromissada com a comunidade gamer e anunciou o lançamento do vertical MGG, uma das maiores referências do jornalismo internacional sobre esports. Já como uma referência em mais de 15 países, o portal entrou no ar na última semana, contando com o maior acervo de conteúdo completamente focado em games, guias, agendas de torneios e serviços de esports no país.
Todo o conteúdo será de responsabilidade da equipe editorial da Versus, lançada pela Webedia em 2017 e que se transforma em MGG neste novo momento. Além de adaptações dos conteúdos internacionais, a equipe editorial também abordará assuntos locais.
“A adoção dessa marca alinha os objetivos estratégicos no Brasil com as ações do grupo em todo mundo”, diz o diretor de Entretenimento da Webedia, Antonie Clauzel, afirmando sobre a união da expertise global do grupo e o reconhecimento da comunidade gamer, com a inovação e paixão pelo esport e gaming hardcore.
Para ele, a missão agora é dar continuidade no reconhecimento dos esports com cobertura de torneios brasileiros/internacionais, também oferecendo destaque a games tradicionais (ou seja, não competitivos) com guias e matérias de novidades. “Muitos fãs de eSports mais hardcore já liam o Millenium.GG em suas versões estrangeiras, então certamente essa novidade vai reforçar nossos laços com as comunidades gamers brasileiras. Ou seja, o que era bom ficou ainda melhor”, finaliza Clauzel.
Documentário sobre esports: Próxima Fase
Uma das primeiras novidades para os fãs do MGG é o lançamento do documentário original Próxima Fase, dividido em quatro episódios. O objetivo do documentário é dar um panorama geral do cenário dos e-sports, em especial sobre o que acontece no Brasil; e sobre as apostas para o futuro do cenário. Entre os convidados para falarem sobre suas experiências e o que eles acreditam que ainda esteja por vir neste meio estão Watcher, Showliana, Cogu, Melão, Anaxisdê e muitos outros, além da equipe dedicada da redação do novo site.
Projetos globais e Arena Webedia
Com a virada, todos os acessos ao vs.com.br estão direcionados ao millenium.gg, assim como os canais nas redes sociais já apresentam a nova identidade. “Essa mudança de marca foi definida internacionalmente para se ajustar às outras regiões do MGG, permitindo a comercialização de projetos globais sem que isso, claro, seja um limitador para projetos no Brasil”, explica Clauzel.
A Arena Webedia seguirá sendo o espaço para eventos e o palco para torneios e gameplay com influenciadores. O IGN Brasil, a primeira marca internacional que há cinco anos faz sucesso no Brasil, seguirá na mesma linha editorial com foco em games não competitivos e cultura pop no geral.
Clauzel afirma que a chegada de uma marca de grande prestígio internacional no Brasil deve alavancar negócios e incrementar o engajamento de parceiros com gamers no Brasil. “Temos potencial para tornarmos o MGG no Brasil o maior entre todas as regiões”, afirma o diretor de Entretenimento da Webedia.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








