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Vivo renova parceria e patrocina as competições de eSports da Brasil Game Show em 2021

Parceira da Brasil Game Show desde 2017, a Vivo renova a seu apoio às ações relacionadas aos esportes eletrônicos e patrocina todas as competições de eSports da BGS em 2021, a começar pelo campeonato mobile de Brawl Stars, cujas finais serão disputas em 2 e 4 de agosto
Assim como nas edições presenciais da BGS, a Vivo é responsável por toda a infraestrutura de tecnologia e internet do estúdio da Brasil Game Show, de onde são realizadas as transmissões online tanto dos campeonatos como de outras ações digitais.
“A renovação do patrocínio demonstra a confiança da Vivo na BGS e no mercado de games e nos estimula a promover competições cada vez melhores, mais disputadas e de alto nível”, afirma Marcelo Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show.
“A Vivo é considerada a marca preferida dos gamers e a renovação da parceria com a BGS fortalece ainda mais a nossa atuação nesse universo. Proporcionar toda a infraestrutura para que um evento desse porte aconteça – oferecendo o melhor da ultravelocidade e estabilidade – é uma oportunidade singular”, afirma Marina Daineze, diretora de Marca e Comunicação da Vivo.
O interesse de diversas marcas pelos jogos eletrônicos é justificado pelo crescimento exponencial da última década e projeções para os próximos anos. De acordo com a pesquisa eSports & Games Streaming: Emerging Opportunities & Market Forecasts 2021-2025 , o mercado de eSports deve crescer 70% até 2025, saindo de um faturamento global de US$ 2,1 bilhões para US$ 3,5 bilhões e alcançar uma audiência de 1 bilhão de telespectadores em todo o planeta.
Vivo e os games
Guiada pela constante inovação e a alta qualidade dos seus serviços, a Vivo está no centro de uma transformação digital, que amplia a autonomia, a personalização e as escolhas em tempo real dos seus clientes, colocando-os no comando de sua vida digital, com segurança e confiabilidade. O propósito da Vivo de “Digitalizar para Aproximar” permite oferecer a melhor conexão e possibilita que as pessoas se conectem, da melhor forma, com aquilo que é essencial e importante. A Vivo é referência entre as operadoras no mundo gamer e investe para estar a cada dia mais próxima desse público. Além do apoio à Brasil Game Show desde 2017, a Vivo produz diversos conteúdos relevantes relacionados ao território gamer e possui o naming rights de um dos clubes mais importantes e tradicionais dos esportes eletrônicos do Brasil, o Vivo Keyd. Além disso, a empresa oferece o Games 4U, plataforma com centenas de jogos para baixar e jogar online e o Vivo Original Stories, um game pelo celular voltado para o público feminino.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







