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Vendas Online crescem 12% no primeiro semestre, segundo pesquisa

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“Bico virtual” ajuda a impulsionar o setor e se torna uma alternativa para brasileiros escaparem do desemprego

O comércio eletrônico registrou um crescimento de 12% nas vendas online no primeiro semestre de 2019, segundo levantamento realizado pela Ebit/Nilsen. Somente nos últimos seis meses, o faturamento do setor chegou a 26,4 bilhões de reais. De acordo com o relatório, mais de 5,3 milhões de pessoas fizeram compras online pela primeira vez nos últimos seis meses, alavancando os dados do setor.

O aumento gradativo do comércio eletrônico também está atrelado a uma nova tendência chamada “bico virtual” que fez muitos brasileiros procurarem alternativas para sair da crise, devido ao desemprego no País que registrou mais de 13 milhões de desempregados somente no primeiro trimestre do ano, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Atualmente, o Brasil possui mais de 930 mil e-commerces, sendo que 88,8% são de pequeno porte e mais de 44% não possuem funcionários, segundo pesquisa do PayPal.

Para João Paulo Gonçalves, especialista em tecnologia e CEO da Lista Mais – plataforma de busca de pequenas empresas e profissionais liberais locais, que oferece o serviço de criação de loja virtual – vender pela internet se tornou uma alternativa para as pessoas fugirem do desemprego e realizarem o sonho de abrir o próprio negócio. “Ter uma loja virtual tem muitas vantagens, como a redução de despesas de investimento em infraestrutura, como aluguel, além de grande potencial de divulgação no ambiente digital”, comenta.

A empresa já oferecia serviços como criação de anúncios patrocinados na plataforma, desenvolvimento de websites e elaboração de vídeos institucionais, mas passou a criar lojas virtuais no início de 2019, após notar a alta demanda dos serviços por seus clientes. “Atendemos micro, pequenas e médias empresas, que não queriam apenas divulgar seus produtos na internet, mas também comercializá-los”, conta Gonçalves. O custo para o desenvolvimento de uma loja virtual pela Lista Mais é a partir de 249 reais.

A Lista Mais recebe mais de 30 milhões de visitas anualmente de pessoas que estão em busca de algum produto ou serviço. “O comportamento do consumidor mudou, hoje em dia as pessoas compram mais pela internet por causa da comodidade dos serviços oferecidos e preços mais atrativos”, comenta Gonçalves. Atualmente, a empresa conta com mais de 3 mil clientes e uma base de 3 milhões de empresas cadastradas. Com os novos serviços, a empresa prevê crescer 20% no próximo ano.

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Digital

Peppery conquista Locaweb

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A Locaweb, pioneira em soluções B2B para transformação digital no Brasil, escolheu a Peppery como sua nova agência de social media. A decisão foi tomada após processo de concorrência conduzido em formato 100% digital, com reuniões e apresentações realizadas remotamente.

“Para nós, desde sempre, tudo é digital. Por isso, foi até natural conduzir esta concorrência de um jeito não presencial. A Peppery de fato mostrou o melhor escopo de trabalho e acreditamos em uma parceria duradoura”, detalha Vinicius Koch, gestor de comunicação & branding da Locaweb.

“Estamos felizes demais por começar essa história mesmo em tempos tão complicados. Desde o início sentimos uma sinergia muito grande com o time da Locaweb e tenho certeza de que vamos fazer grandes trabalhos, indo muito além do always on tradicional para ser realmente relevantes”, completa Luis Maia, CEO da Peppery.

Um bom exemplo é o primeiro projeto realizado pela nova parceria: “A Chefa tá On”. Lançada como teaser no Dia Internacional da Mulher, a plataforma irá ajudar empreendedoras selecionadas com uma consultoria completa para elevar os seus negócios. O acompanhamento acontecerá nas redes sociais da Locaweb e será coordenado pela Peppery.

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Marketing é para todos

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É inegável que nos últimos anos houve uma invasão das redes sociais tanto em nossa vida pessoal quanto no trabalho e a especialista em Marketing e comportamento de consumi, Fátima Bana, explica que há muito mais por trás dos tão falados algoritmos das redes sociais.

Não basta apenas aparecer nas plataformas de buscas para garantir o cliente ou a venda. “Afinal, de que adianta investir rios de dinheiro em captação e geração de leads, se a operação ainda tem problemas e não entrega (o serviço ou produto) com o mínimo esperado? Já pensaram nisso?”, explica Fátima Bana.

Ao falar sobre isso, a especialista se refere a todo o funil de Growth, reforçando que não adianta focar apenas em acompanhar os números online e esquecer que outros pontos são super importantes. O comportamento do cliente vai muito além do que observamos nos dashs. O marketing digital acaba entregando números interessantes, reduz o CAC, só que com isso ele acaba comprando sempre os mesmos clientes pela performance, sendo com a estratégia esse poderia estar vindo sem custo algum, já que comprou o produto. “Eis o segredo de ir além dos números e atuar na linha de frente, em agir como seu cliente age e criar uma experiência focada com a que ele quer ter” – resume.

Conhecer os clientes é o primordial, mas humanizar as relações (mesmo que a distância) é o que garante a recorrência. “É claro que não podemos deixar os algoritmos de lado, eles são ferramentas indispensáveis. É Eles oferecem um parâmetro para todas as ações, são responsáveis por definir as métricas de avaliação e de performance, mas quem foco apenas neles, tá perdendo espaço” – afirma.

Estamos vivendo uma geração de demanda do office que não está sendo valorizada. Acreditamos que todos os consumidores são iguais, que possuem um comportamento parecido, mas não é bem assim, não vivemos em bolhas! As marcas precisam entender que cada cliente é único, e começar a aliar uma estratégia de aquisição e fidelização do consumidor com uma estratégia de comunicação.

“Engana-se quem acha que só porque está em um ambiente virtual, não há necessidade de oferecer uma experiência diferente em uma, ou em todas as etapas de compra. Conhecer o passo a passo dessa jornada pode ser crucial para fechar o caixa de maneira positiva e, principalmente, para reter, fidelizar, ser admirado e recomendado pelo seu público”, finaliza Fatima Bana.

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