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Veet lança campanha com mulheres reais

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Com a mensagem de que depilação é questão de escolha e você é quem decide onde, como e quando, Veet lança sua nova campanha focada em mostrar que seus itens de portfólio cuidam e dão liberdade para que as consumidoras escolham o melhor produto para cada parte do corpo. A campanha “Sente o Toque”, primeira produzida pelo RB Studio, agência in house, para a marca, vai ao ar de 13 de janeiro até 10 de março, focada em peças para a mídia online e em conquistar parte da nova geração conectada.

“Gostaríamos de reforçar que a marca Veet tem um produto ideal para cada parte do corpo e tipos de pele, valorizando o corpo feminino e sua beleza real. Com esta campanha, gostaríamos de estreitar o relacionamento emocional com nossas consumidoras, tornando-se uma marca que quebra estereótipos de beleza”, conta José Augusto, Gerente de Marketing da Veet. “O primeiro contato com a depilação em jovens é geralmente com as lâminas de barbear. Com essa campanha focada em benefícios de superioridade e nas redes sociais que a geração Z mais acessa, queremos ser uma escolha viável para todos que buscam cuidados com a pele e qualidade de depilação, visto que somos uma marca pioneira e com mais de cem anos de experiência no assunto”, finaliza Augusto.

A escolha por peças coloridas, com movimento e focadas nas partes em que Veet pode ser aplicado no corpo das mulheres foi essencial para passar a ideia de que o cuidado com o corpo é parte individual de cada uma e colocar a marca como melhor opção para uma depilação em casa, com segurança e qualidade. As modelos, com corpos reais para gerar identificação com o público, foram clicadas em ambiente controlado e livre de riscos para o momento que estamos vivendo.

O squad de influenciadoras contratadas pela marca é composto por Tatty Ferreira, Ramana Borba e Letticia Munniz, que farão conteúdos voltados para o Instagram e TikTok. José Augusto comentou sobre a importância da escolha: “Buscamos mulheres que também correspondessem a essa diversidade, também daremos espaço para que elas falem de suas histórias na busca por liberdade de escolha e aceitação. A ideia é que elas compartilhem experiências, mostrem a facilidade do produto e ajudem as seguidoras a encontrar o Veet ideal para cada uma”.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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