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UPL anuncia brasileiro Carlos Pellicer como COO Global

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A UPL, uma das cinco maiores empresas de soluções agrícolas do mundo, anunciou a nomeação do brasileiro Carlos Pellicer como COO (Chief Operating Officer) Global da companhia, que tem sede na Índia. Pellicer foi um dos principais arquitetos da integração da Arysta LifeScience com a UPL, após processo de aquisição ocorrido há dois anos.

“Carlos é um empreendedor incrível, o melhor que já vi em minha carreira. Está verdadeiramente comprometido com nossa missão de tornar toda a cadeia de produção de alimentos sustentável”, afirmou Jai Shroff, CEO (Chief Executive Officer) Global da UPL, ao parabenizar pela promoção Pellicer, que já liderou a empresa no Brasil.

Jai Shroff também destacou que o brasileiro foi um dos criadores do conceito OpenAg, que transformou a UPL em uma empresa aberta à agricultura colaborativa, mais ágil e integrada, à inovação e à busca de novas soluções e tecnologias, como a combinação de químicos e biológicos e as novas fronteiras digitais. “Com Carlos no comando, junto com nossa experiente equipe executiva de liderança e 12 mil colaboradores dedicados em todo o mundo, estou confiante de que cresceremos melhor e mais rápido do que nossos pares.

Por sua vez, o novo COO salientou que o potencial da companhia para criar novos valores é incrível. “A UPL está posicionada de maneira única para oferecer desempenho superior nos próximos anos. Nossa ambição é ser ‘número um’ na integração da cadeia de produção de alimentos e da agricultura sustentável. Temos uma equipe fantástica ao redor do mundo e estou ansioso para ativar toda essa energia criativa, à medida que aceleramos o OpenAg para níveis ainda mais altos em termos de negócios”, afirmou Carlos Pellicer.

O novo Chief Operating Officer, que traz mais de 30 anos de experiência na indústria agrícola, foi anteriormente diretor global de Estratégia, Inovação e Integração da UPL. Ele originalmente se juntou à companhia com a aquisição da DVA, no Brasil, transformando a empresa numa potência agrícola no mercado de proteção de cultivos e, em seguida, desempenhando um papel estratégico chave na criação de um forte posicionamento para a UPL globalmente.

Pellicer substituirá o argentino Diego Casanello, que deixará a UPL em 31 de maio, cuja contribuição foi reconhecida por Jai Shroff: “Diego desempenhou um papel de liderança na integração da Arysta com a UPL e apresentou um desempenho pós-aquisição excepcional, melhor do que nossos pares. Seu coração estará sempre com a UPL e sempre estaremos conectados com ele”, declarou o CEO.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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