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Triumph anuncia a jornalista Karina Simões como nova Embaixadora da marca no Brasil

A jornalista especializada em motocicletas e influenciadora digital Karina Simões é a nova Embaixadora da Triumph no Brasil. É a primeira mulher a ocupar essa posição na Triumph no mercado brasileiro e a sua missão será semelhante à desempenhada com sucesso pelo chef Henrique Fogaça, que é Embaixador da Triumph no País desde 2017. No entanto, Karina também terá como desafio contribuir para aproximar a marca inglesa das mulheres motociclistas, uma comunidade que vem crescendo muito nos últimos anos no Brasil.
“A identificação da Karina com a Triumph já vem desde 2013, quando ela testou pela primeira vez uma motocicleta da marca, a antiga Street Triple 675. Além disso, Karina tem uma forte ligação com o universo das motocicletas desde a sua infância e é uma profissional muito respeitada no mundo das duas rodas, tendo participado da maioria dos lançamentos do setor realizados nos últimos anos”, explica André Molnár, gerente de Marketing da Triumph. “Temos certeza que essa parceria vai ajudar a ampliar nossos relacionamentos e visibilidade com o público feminino”, acrescenta.
Como Embaixadora da Triumph, Karina estará presente em momentos especiais, como lançamentos de novos produtos, testes, passeios de motos e eventos especialmente criados para o público feminino. Sua estreia na “função” aconteceu no último dia 29, durante a Live de lançamento da nova Street Triple RS. “Para mim, ser Embaixadora da Triumph representa muito mais do que um título. Além do reconhecimento do trabalho que venho realizando com tanta dedicação, eu tenho agora a oportunidade de dar voz e espaço à mulher em um ambiente predominantemente masculino. É uma chance de trazer representatividade e inspiração para que tenhamos mais parceiras acelerando em duas rodas e vivendo a paixão pela motocicleta”, afirmou.
Karina passa a pilotar a nova Street Triple RS no seu dia a dia, modelo que ela foi a primeira jornalista brasileira a experimentar, no Autódromo de Cartagena, na Espanha, em outubro do ano passado, durante a apresentação global da moto. “A Street Triple era uma motocicleta tão acertada e com tanta tecnologia embarcada que muita gente achava que não dava pra melhorar nada nela. E dava. A nova Street Triple está melhor do que nunca em três pontos fundamentais: performance, estilo e tecnologia”, explica a Embaixadora.
A Triumph tem como estratégia global, nos mercados nos quais está oficialmente presente, nomear personalidades de destaque em suas respectivas áreas como embaixadores da marca. São nomes que, além de se destacaram em suas atividades, também possuem identificação com a marca. É uma ação que tem como objetivo incentivar os embaixadores a atuarem como influenciadores importantes em seu meio, fomentando o estilo de vida sobre duas rodas e, com isso, incentivando seus contatos e o público em geral a experimentar e aderir ao mundo Triumph.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







