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Treme Treme: Beats aposta na combinação do sabor jambu com açaí

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Treme Treme: Beats aposta na combinação do sabor jambu com açaí

Como diz a canção, “o jambu é um tempero gostoso, que tempera o Pará”, e agora, se depender de Beats, o sabor do jambu vai chegar a outros pontos do país com a Beats Treme Treme, uma combinação super brasileira dessa famosa hortaliça com o açaí. Surpreendente, a bebida traz o sabor do jambu – famoso pelo efeito dormente que a planta causa na boca.

 

Criada para atender ao pedido dos consumidores, a Beats Treme Treme é um produto limitado, assinado pelo Studio Beats, plataforma de inovação que tem como objetivo criar produtos inusitados e colocar na rua novas experiências e sabores com mais agilidade.

A bebida também inspirou a criação de uma espuma para drinks, assinada pela Easy Drinks, a espuma não possui álcool e vai oferecer o mesmo efeito treme treme de Beats. “Temos uma linha direta com os consumidores e escutamos ativamente os seus desejos. A Beats Treme Treme é um produto que foi desenvolvido para atender aos pedidos dos nossos fãs. E desta vez, fomos além, apostamos em collabs para criar novos produtos para romper a categoria, caminhando para nos consolidar como uma marca de lifestyle”, explica Cayan Lobo, gerente de marketing de Beats.

Para o lançamento do produto, Beats ainda conta com um time de peso. Os cantores e cantoras Jaloo, Leona Vingativa e Keila Gentil regravaram o sucesso “Jamburana” especialmente para a marca. A canção ganhou batidas vibrantes e tem tudo para fazer o público tremer. A campanha é assinada pela agência Media.Monks

 

“Um sabor requisitado pelo público e que se transformou no lançamento de um produto único no portfólio da marca. Não tem jeito melhor de lançar Beats Treme Treme do que trazer a cena paraense para traduzir essa sinestesia. E já que todo mundo vai tremer, que seja dançando e cantando”, destaca André Bandim, Diretor de Criação da Media.Monks.

Como diz a música, “O tremor do jambu é gostoso demais”, e para experimentar esse sucesso, basta acessar: https://loja.beatsoficial.com.br

 

Ficha Técnica:

Marca: Beats
Título: Beats Treme Treme

Agência: Media.Monks
Diretor Geral: Caio Del Manto
Diretor de Criação Executivo: Luciana Haguiara e Bruno Prosperi
Diretor de Criação: André Bandim
Direção de arte: Tierri Wince, Leonardo Duarte e Claudio Arriagada, Daniele Policastro, Daniel Canela
Redação: Mayara Ribeiro, Ygor Silva e Flavia Coelho, Matias Marcossi
Manager of Flow: Aline Macedo
Head de Estratégia: Rafael Prieto, Daniel Kolb
Supervisor de Estratégia: Nádia Cardoso
Head de Social: Paulo Yanaguizawa
Content Manager: Henrique Gil
Group Account Director: Maura Victorelli
Account Supervisor: Marinna Santos
PR Agência: Beatriz Lorente

Beats
Aprovação Cliente: Daniel Wakswaser
Aprovação Marca: Gabriela Gallo, Cayan Lobo, Cauê de Souza, Marina Jacob Daur

Produtora:Moloko Filmes
Direção:João Monteiro è Audrey
Roteiro: João Monteiro e Audrey Nobrega
Direção de fotografia: Victor Cine
Direção de arte: Annik Maas
Produção executiva: Emerson Jussiani (Macarrão)
1 Assistência de Direção: Tize Salati
2 Assistência de Direção: Nic Zaffra
Diretor de produção: Dani Façanha e Felipe Olalquiaga
Coordenação de Pós Produção: Audrey Nobrega
Montagem: Gabriel César
Direção de arte/ Colagem: Thiago Biazzoto
Direção de animação: Fernando Jurado
Color: Alexandre Cristófaro – Clandestino
Produtora Audio: Antfood Music & Sound Design
Produtor musical: Lou Schmidt e Fernando Rojo
Produção executiva: Renato Castro e Christiane Rachel
Coordenação: Monique Munhoz

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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