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Toshiba apresenta a “Magia” de suas telas para a Copa do Mundo FIFA Qatar 2022

A Toshiba apresenta sua nova campanha publicitária. Com o ex-jogador Cafu como protagonista, a comunicação destaca a chegada do pentacampeão como embaixador da marca e seu patrocínio como Tela Oficial da Copa do Mundo FIFA 2022, que acontece em novembro, no Qatar.
Intitulada “Magia Toshiba”, a comunicação tem como peça central um filme inspirado pelo insight do VAR (árbitro assistente de vídeo), telas que entraram em campo para revolucionar o futebol. No comercial, que tem criação da Ampfy e produção da Corazon Filmes, o ex-capitão da Seleção Brasileira aparece fazendo uma espécie de treinamento oriental no qual ele repete o movimento retangular com os dedos – e que quando executado com perfeição, junto aos dizeres TO-SHI-BA, faz a magia acontecer e uma tela Toshiba surgir. Ao final, com o domínio da técnica, Cafu aparece fazendo a mágica na casa de amigos, substituindo uma TV com imagem ruim por uma nova tela da Toshiba.
A campanha, que começa a ser veiculada neste mês de setembro, terá presença em meios de comunicação on e offline, com divulgação em canais de TV, YouTube e redes sociais. Além de Cafu, que passa a atuar como embaixador da marca, a comunicação contará com a participação da influenciadora Letícia Gomes, famosa por suas transformações através de maquiagem e que traz mais de 4 milhões de seguidores em sua base no Instagram. Letícia foi convidada a se transformar no próprio pentacampeão para reforçar o anúncio da parceria, mostrando um passo a passo do processo.
Ficha técnica:
Agência: Ampfy
Campanha: Magia Toshiba
Cliente: Toshiba
Produto: Telas
Diretora de Marketing: Flávia Drummond
Marketing: Guilherme Rufo, Clarissa Machado, Melissa Castro e Leonardo Saito
CEO: André Chueri
CCO: Fred Siqueira
ECD: Dogura Kozonoe
Criação: Ricardo Merhi, Mauro Villa-Boas, Daniel Ribeiro e Alexandre Pira
Lead de Conteúdo: Vanessa Britto
CBO: Guilherme Brum
Diretora de Atendimento: Barbara Gava
Atendimento: Henrique Pecego
COO: Douglas Bocalão
Diretor de Operações: Eduardo Sassá
Operações: Gabriel Kuhlmann
Head de Planejamento: Luciana Padovani
Diretor de Planejamento: Augusto Leme
Head de Mídia: Sérgio Brotto
Produtora do filme: Corazon Filmes
Direção de cena: Bruno Shintate
Diretor de fotografia: Vitor Bossa
Assistente de direção: Ariela Hertel e Fabiana Biancardi
Direção executiva: Renato Chabuh e Igor Ferreira
Atendimento (produtora): Luisa Ferreira, Taís Bastos e Carol Azambuja
Coordenação de produção: Dani Oliveira, Bruna Fernandes e Daniela Mazer
Direção de produção: Tim
Coordenação de pós-produção: Nayla Kols
Assistente de pós-produção: Miguel Lima
Montagem: Victor Cohen
Finalização: Tunay Canepari
Pós-produção: Tribbo Post
Color: Henrique Reganatti (Zumbi Post)
Produtora de áudio: Pingado
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








