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Team Nogueira recebe investimento da 300 Franchising

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Rede de academias fundada pelos irmãos Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro projeta chegar a 100 unidades até o final de 2021

Empreendimento liderado pelos irmãos Leandro e Leonardo Castelo – fundadores da Ecoville e Empreendedores do ano EY e Empreendedores Endeavor –, a aceleradora de franquias 300 Franchising anunciou a aquisição de parte da Team Nogueira, rede de academias criada pelos também irmãos Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro, lutadores de renome internacional. Junto com os fundadores, a 300 Franchising planeja acelerar o crescimento e expansão da Team Nogueira no país. Os números da transação não foram divulgados.

“A holding foi criada para acelerar empresas que têm potencial de crescimento e que tenham estrutura para chegar a 300 unidades. Inclusive, por isso, foi criado este nome”, afirma Leonardo Castelo. “Acreditamos muito no crescimento do setor. Vamos contribuir para dar maior robustez à marca, à sua expansão e fortalecer o excelente trabalho que os fundadores vêm realizando”.

Fundada em 2009, a Team Nogueira é uma academia moderna, com estrutura completa e voltada aos esportes de luta – como jiu jistu, judô e muhai thai –, mas também oferece outros produtos, como cross combat, uma espécie de cross fit direcionado a lutadores.

“O objetivo da Team Nogueira é transformação do nosso cliente por meio dos nossos valores. A gente tem um propósito bem definido: queremos tratar o cliente de uma forma especial. Por isso, apostamos no modelo estúdio, com até 200 metros quadrados”, explica Rogério Minotouro. “Em uma grande rede de academias, você é apenas mais uma pessoa no meio de dezenas. O que a gente quer é ficar ao lado do cliente durante toda sua jornada, com tratamento específico, especial, para que ele sinta que está aprendendo.”

Até o final de 2021, a projeção é de que a rede conte com 100 unidades em todo o país. Com uma unidade-modelo já em operação em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a Team Nogueira também projeta em médio prazo a abertura de academias no Japão e nos Estados Unidos, países onde os irmãos Minotauro e Minotouro têm grande popularidade.

“Acredito muito nessa parceria com a 300 Franchising. Vamos crescer muito. Vai ser um modelo mais assertivo. Nosso foco é atingir as famílias, levando a oportunidade da prática e do aprendizado do esporte”, garante Minotouro.

Fundadores da Ecoville, a maior rede de produtos de limpeza com centenas de lojas espalhadas pelo país, os empresários Leandro e Leonardo Castelo lançaram a aceleradora de franquias 300 Franchising em meados de 2019. Em oito meses em operação, o empreendimento já reúne 17 diferentes marcas de franquias.

“Hoje, muitas empresas nos procuram para ser aceleradas e passam por um processo muito criterioso no qual avaliamos empreendedores, business e se a empresa está no timing de ser acelerada”, explica Leonardo.

O objetivo dos irmãos Castelo é tornar a 300 Franchising a maior empresa de aceleração de franquias do Brasil. Até o fim de 2020, a meta é contar com 30 marcas aceleradas, chegando a um ritmo de pelo menos 300 contratos de franquias por mês até o final de 2021.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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