Agências
Studio Panda assina cenografia do Parque Villa Olímpica

Com o intuito de propagar o espírito olímpico entre os visitantes do Parque Villa Lobos, em São Paulo, rebatizado temporariamente de Villa Olímpica, o Studio Panda, escritório de design reconhecido por sua habilidade em mesclar arquitetura, entretenimento e inovação em seus projetos, assumiu a responsabilidade pela cenografia da iniciativa. A liderança do projeto está nas mãos da arquiteta Deza Abdanur e sua equipe, que unem esforços para criar experiências únicas e memoráveis aos frequentadores, além de engajar a torcida brasileira durante as Olimpíadas de 2024.
Os Jogos vão acontecer na cidade de Paris, durante os dias 26 de julho e 11 de agosto. Durante um mês, o espírito olímpico vai invadir São Paulo e, principalmente, um dos maiores e mais famosos parques de São Paulo, o Villa-Lobos. Ele vai se transformar em um grande espaço de entretenimento para a comunidade durante um dos mais importantes acontecimentos esportivos do mundo. Será um festival inédito que vai unir muita música, esportes, opções de alimentação, engajamento de marcas, museus e lojas.
Seguindo a premissa das Olimpíadas de Paris 2024 em abrir os jogos para todos, o projeto tem como objetivo democratizar o acesso aos esportes e torná-los acessíveis à sociedade. Sendo assim, o parque inteiro será dedicado aos esportes olímpicos de forma gratuita e com transmissão dos jogos olímpicos para que todos possam fazer parte da torcida. Além disso, contará com a Arena Time Brasil, um mega palco com transmissão de shows e com a presença de atletas, ex-atletas e celebridades, e também com a área de Esporte Imersivo, um museu interativo que levará o público a um passeio pela história do Brasil nas Olimpíadas.
O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) anunciou o projeto, que tem como idealizadoras e organizadoras as agências Teruá e DC Set e o Studio Panda como responsável por toda a estrutura cenográfica da iniciativa. A estrutura seguiu três pilares principais: o esporte, a França e a arte, como uma forma de conectar toda a cenografia e deixá-la atraente. O principal objetivo foi conseguir envolver e gerar o espírito olímpico mesmo longe da cidade que sediará a edição.
“Podemos definir a arquitetura cenográfica como a arte de desenvolver ambientes que trazem uma atmosfera capaz de provocar diversas sensações, e foi justamente isso que fizemos no projeto: nos apropriamos da estrutura do parque e acrescentamos muitas cores e formas relacionadas às Olimpíadas e ao Brasil para enriquecer a experiência do público e tornar o evento inesquecível”, diz Deza Abdanur, arquiteta e sócia-proprietária do Studio Panda que, além de ficar responsável por todo o processo criativo fará o gerenciamento da construção do projeto, a fim de conseguir mais controle sobre o todo e assim garantir maior qualidade de entrega do parque.
Com o intuito de transmitir a sensação de fazer parte dos Jogos Olímpicos de Paris a partir do Brasil, o projeto da Villa Olímpica incorpora elementos referentes à cidade das luzes sem perder a identidade do Parque Villa Lobos. O acesso principal contará com uma estrutura inspirada na bandeira do Brasil e na importância da Champs-Elysées, principal via de Paris e uma das mais famosas do mundo. Na rua que conduz ao centro do festival, bandeiras dos países participantes darão as boas-vindas aos visitantes. E no final da nossa “Champs Élysées”, uma releitura artística do Arco do Triunfo completará a experiência.

Acesso principal e arco do triunfo ao fundo (Imagem: Divulgação Studio Panda)

Mapa do evento (Imagem: Divulgação Studio Panda)
Acompanhe aqui o vídeo de apresentação do projeto: https://drive.google.com/file/
Ficha Técnica
Realização: COB, Agência Terruá, Grupo DC Set
Projeto e coordenação cenográfica: Studio Panda
Agências
Batux consolida modelo de liderança feminina e reposiciona marca sob a estratégia de ecossistemas integrados de experiência

O mercado de comunicação presencia uma transição definitiva: a era das ativações isoladas deu lugar a um cenário onde a consistência é o único caminho para a relevância. Acompanhando essa evolução, a Batux anuncia um robusto reposicionamento como agência de brand experience, estruturando um modelo de negócio que unifica live marketing, retail media, out of home (OOH) e creators em um sistema único de construção de marca. O movimento é chancelado por uma reestruturação societária que estabelece uma liderança compartilhada e exclusivamente feminina.
A nova configuração da agência traz quatro sócias à frente da operação: Chris Bradley (CEO), Jane Fernandes (VP de Operações), Cris Pereira Heal (VP de Clientes & Mercado) e Érica Lobato (VP de Estratégia), que agora passa a integrar a sociedade. A chegada de Cris Pereira Heal e a ascensão de Érica Lobato — executiva com histórico sólido em promoção e eficiência operacional — fortalecem a governança necessária para sustentar projetos de longo prazo, distanciando a agência de entregas meramente pontuais.
O pilar central dessa transformação é a metodologia Experience-to-Commerce Batux. O conceito propõe conectar mídia, influência e presença física no exato momento em que a atenção do consumidor se converte em decisão de compra. Para Chris Bradley, o movimento reflete uma mudança estrutural na publicidade. “Entramos em uma fase em que experiência deixa de ser disciplina tática e passa a integrar a infraestrutura da marca. Ela precisa estar presente de forma contínua no cotidiano do público”, define a CEO.
Sob a ótica operacional, a agência se preparou para o desafio da perenidade. Jane Fernandes pontua que projetos contínuos exigem novos modelos de gestão e previsibilidade. “Estruturamos a empresa para sustentar relações de longo prazo entre marcas e pessoas, não apenas entregas pontuais”, acrescenta a VP de Operações. Essa visão é endossada por Érica Lobato, que enxerga a experiência assumindo um papel de influência cultural. “Quando experiência, presença estratégica e cultura atuam juntas, a marca deixa de apenas aparecer e passa a participar da jornada do consumidor”, afirma a nova sócia.
A estratégia também foca no fortalecimento do relacionamento com o mercado e em iniciativas de sustentabilidade e propósito. Segundo Cris Pereira Heal, o desafio contemporâneo reside em mudar comportamentos através da compreensão real da cultura do varejo. “O desafio hoje é comunicar e evidenciar propósito, tornando a presença da marca relevante e capaz de mudar comportamento. Isso acontece quando a marca acompanha a jornada real do público e entende a cultura, especialmente no varejo, onde a decisão acontece”, completa a executiva.
O ecossistema proposto pela Batux integra o potencial dos creators e do retail media dentro do ponto de venda, transformando cada ativação em um circuito de influência que impacta o shopper antes, durante e após a compra. Através de parcerias estratégicas em dados e tecnologia, a agência amplia sua capacidade de entrega em canais offline, social e comunidades.
Chris Bradley conclui reforçando que a comunicação moderna não admite mais o hiato entre marca e público. “A comunicação caminha para um modelo em que a marca não ativa e desaparece. A metodologia Experience-to-Commerce Batux traduz essa lógica: cada experiência precisa gerar influência, memória e recorrência. Nosso reposicionamento nos organiza para operar nesse cenário, em que live marketing, mídia e relacionamento deixam de ser disciplinas separadas e passam a formar um único sistema de construção de marca.”
Agências
EAÍ?! Content Experience inova com parceria pioneira com a Comida Invisível no combate ao desperdício de alimentos em eventos corporativos

Em uma iniciativa pioneira no mercado de brand experience, a EAÍ?! Content Experience anuncia o início de sua parceria estratégica com a Comida Invisível, startup social certificada pela FAO/ONU com o selo Save Food. A agência é a primeira do setor a formalizar essa união, que visa converter a gestão de excedentes alimentares em métricas de impacto socioambiental tangíveis e de alto valor agregado para as marcas.
A parceria integra o ecossistema de soluções da Comida Invisível — plataforma tecnológica que utiliza geolocalização para conectar estabelecimentos com excedentes alimentares a ONGs certificadas por nutricionistas — diretamente à operação dos eventos realizados pela agência. O objetivo central é garantir que todo excedente alimentar seja destinado a comunidades vulneráveis, gerando métricas ESG tangíveis, como toneladas de alimentos desviadas do descarte e emissões de CO2 evitadas.
A estreia desta operação ocorreu no evento do Banco BMG, realizado na primeira semana de março de 2026, onde a tecnologia e a consultoria da startup social foram aplicadas para elevar a percepção de valor da experiência, incorporando uma camada de responsabilidade social ao propósito da marca.
Para Paulo Farnese, CEO da EAÍ?! Content Experience, a adoção dessa solução reflete o compromisso da agência em ir além da entrega operacional. “O termo Content Experience mostra que nenhuma experiência vale a pena sem conteúdo e nenhum conteúdo é relevante sem experiência. Ao trazermos a Comida Invisível para o coração dos nossos eventos, como fizemos com o BMG, demonstramos que nosso conceito gera impacto social real e mensurável. Essa ação reforça nosso posicionamento de gerar valor e narrativas de marca com propósito prático, transformando o que seria resíduo em segurança alimentar.”
A parceria está alinhada às diretrizes comemorativas de 10 anos da EAÍ?! e da Comida Invisível, ambas fundadas em 2016, reforçando a narrativa de inovação e sustentabilidade das duas empresas.
Segundo Bruno Quinteiro, Head de Planejamento da EAÍ?! e sponsor da agenda ESG da agência, a iniciativa aponta para uma evolução no papel dos eventos dentro da estratégia das marcas. “Ao integrar soluções como a da Comida Invisível à operação dos projetos, criamos impacto positivo e conseguimos transformar algo que historicamente passava despercebido na cadeia de eventos – o excedente alimentar, em valor social mensurável para a sociedade e para as marcas.”
Mais de 100 kg de alimentos reaproveitados
Os resultados práticos da iniciativa já são tangíveis. No projeto piloto realizado com o Banco BMG, a operação logística e tecnológica da parceria garantiu que 122,90 kg de alimentos, que incluíram desde proteínas e grãos até hortifruti, fossem integralmente reaproveitados. Essa destinação correta resultou na oferta de 614 refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade e evitou a emissão de 347,70 kg de CO2 na atmosfera, dado que o descarte em aterros sanitários é um dos grandes emissores de gases de efeito estufa.
Daniela Leite, fundadora e CEO da Comida Invisível, ressalta o potencial da união. “Eventos concentram grande volume de alimentos em um curto período e, por isso, funcionam como um laboratório ideal para demonstrar a eficiência da infraestrutura da Comida Invisível na gestão de excedentes. Nesse ambiente, nossa tecnologia transforma rapidamente alimentos que seriam descartados em impacto social e ambiental mensurável, reduzindo custos de descarte e ampliando o acesso à comida. Com a EAÍ?!, essa lógica passa a operar dentro da própria cadeia de eventos, mobilizando fornecedores e operações para que o excedente gerado deixe de ser resíduo e passe a integrar uma rede de redistribuição com impacto real. Uma parceria realmente muito potente.”
Além da destinação correta dos alimentos, a parceria prevê o fornecimento de indicadores para relatórios ESG e treinamentos de boas práticas de manipulação para os estabelecimentos parceiros, em conformidade com a Lei 14.016/2020.








