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Sob o olhar de um astronauta, Johnnie Walker apresenta um futuro cheio de possibilidades

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O astronautaJohn Olivas já foi ao espaço duas vezes. As viagens de volta à Terra e todas as emoções que sentiu ao retomar o seu dia a dia na convivência com amigos e família, bem como as alegrias das coisas simples da vida, foram a inspiração para o comercial que Johnnie Walker acaba de lançar como parte da comemoração dos seus 200 anos de história.

O filme acompanha a jornada de um casal de astronautas que retorna ao planeta ao mesmo tempo que milhares de outras cápsulas. Traz uma mensagem de otimismo e nos leva a imaginar um futuro cheio de esperança. A visão de Olivas é, na verdade, uma referência ao que iremos sentir quando tudo que estamos vivendo passar – afinal, para muitos 2020 também foi um ano de isolamento. O conceito “Os próximos 200 anos estão apenas começando. Keep Walking” fortalece o positivismo sobre o futuro cheio de possibilidades.

“Com essa campanha, Johnnie Walker reforça o espírito Keep Walking e dá mais um passo em sua narrativa de 200 anos que tem como foco olhar para o futuro e suas possibilidades. O filme, ao mostrar o valor dos pequenos grandes prazeres do dia a dia, inspira. Além disso, traz a diversidade, tão necessária, com os protagonistas representados por uma mulher negra e um astronauta real de origem mexicana”, diz Paula Costa, Vice-Presidente de Marketing da Diageo.

Durante este ano, a marca apresentou algumas ações em comemoração aos seus 200 anos de jornada e o filme, que estreia agora na TV e meios digitais se mantém no ar em 2021. Produzido pela Iconoclast, “Astronauta” será lançado em duração aproximada de dois minutos, com versões reduzidas. A produção contou com filmagens em estúdio e externas. A locução do vídeo é do próprio astronauta John Olivas, que nos estimula a pensar no mundo cheio de perspectivas e sobre o que queremos celebrar nessa nova jornada.

Segundo Luiz Sanches, chairman e CCO da AlmapBBDO, “a ideia da campanha foi destacar o sentimento que vivenciamos no momento e projetar a emoção de dar os primeiros passos rumo ao futuro usando como analogia as sensações de um astronauta ao regressar ao nosso planeta”.

O roteiro mostra toda a jornada de volta à Terra, com uma grande produção. Imagens da galáxia, a tensão no rosto dos astronautas, a contagem regressiva, tudo é retratado no filme, até que a cápsula espacial finalmente pousa com segurança e então se inicia uma nova história. As cenas espaciais foram parcialmente gravadas em estúdio, usando um painel de LED para simular cenas do espaço – a mesma tecnologia usada em longas-metragens como “Gravidade” – e depois compostas com imagens geradas por computador. Já as externas aconteceram no litoral de São Paulo.

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Pink Tax: como as mulheres podem se proteger de taxações indevidas

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Você já deve ter ouvido a frase: “as mulheres gastam mais”. De fato essa percepção é verdadeira, mas não por conta de um alto volume de compras, mas por causa de uma prática machista do mercado.

Um estudo realizado em 2015, pelo Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York, nos Estados Unidos, identificou que as marcas cobram de 7% a 13% a mais das consumidoras do que dos consumidores.

Já no Brasil, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) registrou, em 2018, que os produtos voltados ao público feminino são até 12,3% mais caros do que aqueles destinados aos homens. Inclusive, essa diferença econômica ocorre desde a fase da infância, em que as roupas das meninas são cerca de 23% mais caras do que as dos meninos. 

De acordo com Ana Paula Miranda, head de Marketing da Allya, HR tech com foco em benefícios corporativos e bem-estar financeiro, esse fenômeno tem nome: pink tax, que em tradução livre significa taxa rosa.

O termo refere-se as versões femininas dos produtos custam mais do que as masculinas, mesmo que elas sejam idênticas, mudando apenas pequenos detalhes, como a cor. Na prática, o movimento é um reflexo das opiniões sociais, que presumem que as mulheres são mais propensas a investir em cuidados pessoais do que os homens. 

“A sociedade não exige tanto esteticamente do público masculino como acontece com o feminino. Portanto, no momento das compras, os homens dão preferência à praticidade e ao preço. Não há uma preocupação com os diferenciais de um produto – o que leva o mercado a explorar as oportunidades que surgem dessa cobrança social ”, comenta a head.

Pensando em auxiliar as mulheres a se protegerem do pink tax, a executiva lista os principais fatores a serem levados em consideração na hora das compras. Confira: 

Pesquise 

Você conhece o portfólio das marcas para os homens? Caso a resposta seja não, o ideal é focar em pesquisas de mercado, a fim de identificar os produtos masculinos que também podem ser úteis ao público feminino. 

Verifique a composição dos produtos

Após identificar os produtos masculinos, analise a diferença que eles têm em comparação com os femininos. Se os itens forem compostos pelos mesmos materiais e tecnologias, é um bom negócio adquirir o mais barato mesmo que tenha sido feito para o “gênero oposto”. 

Priorize o básico 

Muitas marcas acabam aumentando o valor dos produtos por conta da estética. Ou seja, os itens com estruturas básicas e de cores neutras costumam custar menos. 

Esteja aberta a alternativas

Assim como algumas marcas de cartões de crédito disponibilizam descontos em compras, há organizações que apresentam parcerias com empresas de benefícios corporativos, com o objetivo de oferecer cupons de descontos para os colaboradores. Então, esteja aberta a essas alternativas. Além disso, existem estabelecimentos que proporcionam descontos em pagamentos à vista. 

Cuide das suas finanças 

Se o movimento do pink tax existe é porque é alimentado. Ou seja, é necessário desenvolver o hábito de cuidar das finanças pessoais. Afinal, pequenas escolhas do dia a dia têm um grande impacto no bolso no final do mês. 

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Twitch passará a banir streamer por conduta fora da live

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A Twitch TV, maior plataforma de lives do mundo, anunciou que passará a banir streamers que tiverem má conduta fora de suas lives. Em outras palavras, os streamers que cometerem casos de assédio ou conduta de ódio em redes sociais ou fora da internet, serão punidos. Para isso, a plataforma contratou um escritório terceirizado de advocacia dedicado à investigações de forma independente em ambientes de trabalho.

Conheças as novas mudanças

A Twitch adicionou duas categorias. A categoria de número um, diz respeito à ações ocorridas na plataforma, mas que continuaram em outras redes sociais, como Instagram e Twitter, por exemplo. Nessas situações, a plataforma leva em consideração comportamentos ou declarações verificáveis que tenham ocorrido fora das lives, mas que estejam relacionadas a um incidente ocorrido na transmissão.

Enquanto a categoria de número dois, está relacionada a ações realizadas completamente fora da plataforma, mas colocam em risco a comunidade da Twitch.

Veja as ações graves que se enquadram nessa categoria:

  • Violência mortal e extremismo violento;
  • Atividades ou recrutamento terroristas;
  • Ameaças explícitas ou viáveis de violência em massa (por exemplo, ameaças contra um grupo de pessoas, um evento, ou local onde pessoas se reúnem);
  • Liderança ou participação em um grupo de ódio conhecido;
  • Prática de atividades sexuais não consensuais e/ou violência sexual, ou associação deliberada a essas atividades;
  • Exploração sexual de crianças, como aliciamento de menores e solicitar/distribuir pornografia infantil;
  • Ações que possam comprometer de forma direta e explícita a segurança física da comunidade da Twitch, como ameaça de violência em algum evento da Twitch;
  • Ameaças explícitas ou viáveis contra a Twitch, incluindo a equipe da Twitch.

Confira aqui a nova Política de Conduta de Ódio e Assédio da Twitch na íntegra.

Novidades na Twitch são pedidos da comunidade

Anteriormente, a comunidade da Twitch pediu com veemência para que a plataforma apresentasse uma nova postura em relação às más condutas. Porém, a empresa ressaltou que no por enquanto, não é possível investigar comportamentos que se enquadrem na categoria 1 e que ocorreram completamente fora da plataforma. Em outras palavras, a denúncia deve ter relação com algum ato dentro da plataforma.

Além disso, a empresa confirmou que irá compartilhar as atualizações de processos investigativos com as partes envolvidas, mas nada será divulgado publicamente. Ainda sobre, a plataforma criou um e-mail dedicado a nova política para a denúncia de más condutas graves ocorridas fora do serviço: [email protected] Vale ressaltar, que para a Twitch, a melhor maneira de denunciar qualquer comportamento nocivo ou inapropriado é através da ferramenta de denúncias do site.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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