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Rock in Rio lidera movimento para combater fome e pobreza

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O maior encontro da história da música brasileira já tem data e local para acontecer: 21 de setembro, na Cidade do Rock. Da MPB ao Sertanejo, do Trap ao Samba, do Rock ao Funk, passando por muitos outros ritmos, o Rock in Rio anuncia o Dia Brasil: um movimento inédito nos 40 anos de história do maior festival de música e entretenimento do mundo, que abraça a música nacional e um mundo melhor.

Com um line-up formado apenas por artistas brasileiros, a Cidade do Rock receberá nomes como Capital Inicial, Pitty, Luan Santana, Ana Castela, Daniela Mercury, Ney Matogrosso, Filipe Ret, MC Ryan SP, Chitãozinho & Xororó, Junior, Gloria Groove, Jão, Alcione, Zeca Pagodinho, Criolo, Djonga, Leila Pinheiro, Wanda Sá, Claudio Zoli, Hyldon, Jonathan Ferr, Antônio Adolpho, MC Dricka, MC Livinho, Nathan Amaral, Orquestra Jovem Da Sinfônica Brasileira, Kevin O Chris, MC Carol, Mochakk e muitos outros. No total, 72 cantores farão parte deste momento histórico em prol da união para promover um mundo melhor, com a música sendo um fio condutor e agente mobilizador para uma ampla convocação. Será por meio do Dia Brasil, que o Rock in Rio vai atuar para chamar a atenção de uma nação inteira para duas das maiores causas urgentes no país hoje: o combate à fome e a superação da pobreza, em parceria com as ONGs Ação da Cidadania, desde já recebendo a doação de 1,5 milhão de pratos de comida, e Gerando Falcões, que por meio do projeto Favela 3D vai transformar a vida de 250 famílias nas regiões do Buraco e Sessenta do Morro da Providência.

Além do Dia Brasil, o Rock in Rio está liderando uma ação inédita que reúne mais de 60 artistas brasileiros para a gravação de um clipe da música “Deixa o Coração Falar”, composta especialmente para este movimento. A canção provoca uma reflexão de união e as incentiva sobre a importância do diálogo e do abraço para superar divisões no mundo. A organização também anunciou que os direitos dos artistas que estão na composição serão destinados às duas ONGs parceiras do festival na luta contra a fome e a pobreza. O Rock in Rio também vai criar produtos licenciados que terão seus lucros revertidos em doações, além de promover leilões de instrumentos autografados. O público também poderá se engajar e participar, doando no site oficial do Rock in Rio e durante a compra de ingressos.

“Está na hora da gente mobilizar mais uma vez as pessoas, assim como fizemos em 1985, pós ditadura, e, em 2001, quando paralisamos todas as emissoras de rádio e TV por três minutos para provocar as pessoas a refletirem sobre o papel de cada um de nós na construção de um mundo melhor. O Rock in Rio sempre foi disruptivo ao unir na Cidade do Rock as mais diferentes tribos, como o funk, metal, trap, bossa nova, rock, pop e eletrônico. Para esta edição, em que celebramos os nossos 40 anos de história, este movimento será ainda maior e mais potente. Não é sobre música, mas sobre pessoas. Vamos nos abraçar e cantar, pela união, pela paz, pelo combate à fome e no combate à pobreza. Vamos todos caminhar em uma só direção: o público, os artistas, a organização e as marcas, nossos parceiros. Queremos resgatar justamente o sentimento de união do povo brasileiro, uma característica única que temos, mas que foi se perdendo nos últimos anos. Já está na hora de humanizar a nossa relação. Precisamos conversar e escutar mais uns aos outros. Essa união e esse abraço são justamente a proposta do movimento que vem do Dia Brasil. Sempre tive este momento desenhado na minha cabeça e acho que está na hora certa de concretizar esse sonho. Um dia inteiro de Rock in Rio somente com artistas brasileiros em prol de um mundo melhor. Será histórico, uma revolução”, destaca Roberto Medina, presidente da Rock World, empresa que criou, organiza e produz o Rock in Rio e o The Town.

 

 

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Grupo MM Eventos assina megaoperação de 1,5 mil m² na Bett Brasil 2026 com foco em experiências educacionais imersivas

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A Bett Brasil 2026, evento de educação e tecnologia, iniciou suas atividades com uma das operações de live marketing mais robustas de sua história. O Grupo MM Eventos lidera a execução de mais de 1,5 mil metros quadrados de área construída, divididos em sete estandes desenvolvidos simultaneamente para três gigantes do setor: Somos Educação, Red Balloon e Systemic Bilingual.

O diferencial do projeto reside na complexidade logística: em vez de uma narrativa unificada, a agência estruturou três propostas independentes, com conceitos, equipes e objetivos específicos operando em tempo real no mesmo pavilhão. Essa tendência de múltiplas entregas simultâneas exige das agências uma capacidade crítica de organização, leitura de fluxo e adaptação imediata, consolidando a feira como um laboratório de inteligência operacional.

A maior presença na feira pertence à Somos Educação, que evoluiu o conceito de edições anteriores. A antiga “Cidade da Educação” deu lugar ao “Festival de Aprendizagem”, transformando os espaços em ambientes dinâmicos com múltiplos pontos de conteúdo e circulação orgânica.

Os estandes reúnem selos renomados como Mackenzie, Pitágoras, Anglo, pH, Fibonacci e outros, organizados em estruturas que incluem arenas para palestras ininterruptas e uma área VIP dedicada ao relacionamento estratégico e hospitalidade. A lógica não linear do projeto permite que o visitante percorra diferentes estímulos, reforçando a mensagem de aprendizado contínuo e descentralizado da marca.

Sob a gestão do Grupo MM Eventos, a Red Balloon, em parceria com a Skies Learning, aposta em um estande de 110 m² altamente interativo. A proposta combina gamificação e ativações sensoriais para traduzir o ensino da língua inglesa de forma leve. Já a Systemic Bilingual apresenta um hub de experiências de 200 m², equilibrando a exposição de soluções tecnológicas a dinâmicas práticas, como a “Systemic Olympics”, que convida o público a vivenciar o bilinguismo através de atividades gamificadas. “Nosso trabalho foi garantir que cada marca tivesse sua identidade respeitada, mesmo dentro de um ambiente compartilhado, mantendo organização, clareza de comunicação e fluidez para o público”, destaca Marcel Sanches, gerente de relacionamento do Grupo MM Eventos.

Para Aleff Batista, gerente de novos negócios do grupo e responsável pelo projeto da Systemic, o desafio central foi evoluir a jornada do visitante sem perder a consistência das edições passadas. “A proposta foi ampliar o nível de interatividade e trazer soluções que conectam conteúdo, tecnologia e relacionamento de forma mais evidente para o visitante”, explica Batista.

Com essa entrega, o Grupo MM Eventos reafirma sua expertise em gerenciar ecossistemas complexos dentro do setor de brand experience, garantindo que cada marca atinja seus objetivos de negócio em meio à alta densidade de informação característica da Bett Brasil.

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Arraiá do Brasil estreia em São Paulo com Solange Almeida e Joelma para consolidar o São João como potência global

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A força e o impacto cultural do São João brasileiro ganharão uma nova vitrine em São Paulo com o lançamento do Arraiá do Brasil. Idealizado pela IDW Company, o festival terá sua primeira edição nos dias 3 e 4 de julho de 2027, ocupando o Parque Villa-Lobos com uma proposta que une música, gastronomia, quadrilhas e experiências imersivas. O projeto nasce com a missão de traduzir a magnitude das festas juninas para o eixo Sudeste, reafirmando a celebração como um dos maiores pilares da economia criativa nacional.

As primeiras atrações confirmadas — anunciadas em primeira mão durante o evento IDW Movimenta — são Solange Almeida e Joelma. Os nomes inauguram um line-up integralmente feminino, em uma escolha simbólica para o ano em que o Brasil será anfitrião da Copa do Mundo Feminina. Mais do que um festival, o Arraiá do Brasil se posiciona como uma plataforma cultural que visa despertar no público paulistano o desejo de vivenciar as festas tradicionais em cidades como Caruaru, Campina Grande, Mossoró e São Luís.

“Durante muito tempo, o São João foi tratado como uma potência regional, quando na verdade ele é uma das maiores expressões culturais do Brasil. O Arraiá do Brasil nasce para traduzir essa grandeza em escala nacional. Nosso desafio é criar uma experiência que respeite as origens e também dialogue com o presente, com novos públicos e novas linguagens”, afirma Potyra Lavor, CEO da IDW Company.

O evento contará com uma cenografia arrojada, dividida em múltiplos espaços temáticos: a Arena Quadrilhas, a Vila Gastronômica — com a presença de chefs convidados de diversas regiões —, Arena Kids, Lounge e a Vila dos Estados. A ideia é proporcionar uma imersão completa no universo junino, equilibrando a tradição popular com a inovação e o entretenimento contemporâneo.

A criação do festival acompanha o crescimento vertiginoso da “economia junina”. Em 2025, o São João movimentou R$ 7,4 bilhões no Brasil, impactando mais de 24 milhões de pessoas. Em São Paulo, o setor também demonstra fôlego impressionante: segundo o Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), as festas juninas atraíram mais de 500 mil pessoas em 2025, gerando mais de R$ 389 milhões — um salto de 22% em relação ao ano anterior. Dados da pesquisa Cultura nas Capitais revelam ainda que, curiosamente, o paulistano frequenta mais as festas de São João do que os blocos de Carnaval.

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