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Riot Games e Media.Monks exploram a criatividade sem limites dos brasileiros em campanha do jogo Valorant

A desenvolvedora e distribuidora de jogos eletrônicos Riot Games, em parceria com a agência Media.Monks, lança hoje (sexta-feira, dia 7) uma nova campanha do seu jogo de tiro tático Valorant, enaltecendo o que faz dele ser único em relação aos outros do mesmo gênero (FPS). No jogo, a criatividade no uso e combinação das habilidades dos Agentes do game, é o que impera para se ter as melhores jogadas. Isso em meio à diversidade de mapas, personagens e as características de cada um deles, trazendo assim, infinitas possibilidades aos jogadores.
O mote da campanha explora a habilidade da comunidade mais criativa do mundo e enaltece o seu uso, embarcando no conceito bem-humorado de que os brasileiros precisam ser estudados por um órgão especializado! Neste caso, o Núcleo de Análise de Skills Apelonas (N•A•S•A) ficará a cargo desta missão.
“A Riot Games tem muito orgulho do Valorant ser a evolução dos games do gênero FPS, que traz em sua mecânica de jogo, e na diversidade de Agentes e mapas, um jogo que exige do jogador muito mais que habilidade na mira. A estratégia no trabalho em equipe e a criatividade são o que fazem a diferença nos rounds e o que o torna um jogo único e desafiador”, comenta Diego Martinez, general manager da Riot Games Brasil.
“A criatividade brasileira é tão única que frequentemente se brinca na internet com pessoas querendo convocar a NASA para estudá-la. E no Valorant, com todas as possibilidades de combinações de agentes e habilidades, não é diferente. Por isso, decidimos criar a campanha #AgoraNasaVeio, para estudar todas as maluquices e genialidades que só os brasileiros são capazes de aprontar dentro desse FPS, que vai muito além da mira”, comentam André Artilheiro e Dudi Rostirolla, diretores de criação Associados da Media.Monks.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







