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Rede Nutricar avança a entrada de cerca de 25 lojas por mês na Grande São Paulo, com faturamento previsto de R$ 50 milhões para 2021

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Desde março de 2020, a rede Nutricar, empresa pioneira no formato micro market de autoatendimento, iniciou a sua jornada na entrada de condomínios residenciais, enquanto antes da pandemia, o foco estava em prédios e espaços corporativos.

Hoje é referência no segmento de mercado de proximidade, horizonte que vem brilhando os olhos de grandes. Só no residencial, a Nutricar é líder em minimercados no Brasil com sistema de lojas autônomas e já soma mais de 120 lojas próprias e operadas pela Matriz na Grande São Paulo.

A alta performance não se atribui a uma readaptação do modelo de negócio, como foi o caso de grandes redes de supermercados que se reinventaram com mini conveniências em pontos residenciais. A Nutricar tem desde sua origem o DNA de empório e de mini conveniência em formato de autosserviço, o que responde a velocidade de expansão no mercado imobiliário em menos de 1 ano no residencial.

A liderança abriu espaço para o conceito de lojas em outro formato, os Containers que seguem a mesma proposta de autoatendimento, porém no formato ao ar livre de condomínios de casas. Até fim de março, somam 10 containers instalados, distribuídos em condomínios localizados em Alphaville e no ABC.

 

Hoje, o faturamento no residencial é maior do que quando a operação era apenas corporativa. A empresa cresceu em 1 ano, equivalente há 6 anos anteriores, e prevê a finalização em 2021 com faturamento 60% maior do que o ano de 2019 pré-pandemia.

A Nutricar ganhou um ritmo de 10 a 15 novas lojas instaladas por mês, com a vantagem de não perder o padrão de qualidade por ter um maior controle que o sistema de lojas próprias permite. A projeção nessa velocidade de expansão para 2021 é alcançar o ritmo de 25 lojas por mês, com faturamento previsto para 2021 de R$ 50 milhões, o que vem atraindo interesse de investidores do mercado financeiro querendo acelerar ainda mais essa expansão.

O investimento por ponto tem custo médio de R$ 50 mil por loja, tendo a margem de lucro de 25% e payback de até 5 meses. Todo sistema de gerenciamento é feito em tempo real pela equipe da rede Nutricar e 5% do faturamento é revertido para o condomínio.

“A loja Nutricar não tem tempo de maturação, assim que instalada, já inaugura vendendo! O fato de termos um mix de produtos diferenciado do mercado e totalmente personalizado de acordo com perfil de consumo de cada condomínio, faz a diferença no negócio”, divide Bernardo Fernandes, um dos sócios da rede. Ainda completa: “Deu tão certo que já existem parcerias homologadas com construtoras de projetos residenciais futuros para inserção de lojas Nutricar”.

 

Existem cerca de 400 mil condomínios pelo Brasil, sendo 75 mil somente na capital paulistana. Nessa equação, a Nutricar avalia o potencial de entrada em 5 mil condomínios de São Paulo que têm o “match” entre perfil de público da rede.

http://nutricarbrasil.com.br/

https://www.instagram.com/nutricarbrasil/

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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