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Pullman e Plusvita reforçam os atributos de seus bolos familiares em nova campanha

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Pullman e Plusvita, marcas tradicionais de pães e bolos da Bimbo Brasil, lançam campanha digital “Oba, vai ter bolo! Se é macio e saboroso, é Pullman/Plusvita.”, que remete à expressão tão famosa “Fica Vai ter Bolo” e traz a ideia de que a hora do bolo fica muito mais gostosa com a Pullman e Plusvita. O objetivo é reforçar que os bolos são sempre ótimas opções para qualquer hora do dia e acompanhar os momentos de consumo dos bolos familiares das marcas, estimulando os consumidores a produzirem receitas e compartilharem nas redes sociais pela #TemBoloPullman ou #TemBoloPlusvita. Para isso, a campanha utiliza uma linguagem mais próxima e jovem e com alguns conteúdos trazendo como interlocutor o Osito – mascote das marcas -, que fala diretamente para o público, aumentando o vínculo emocional de Pullman e Plusvita com os consumidores. Além disso, toda a comunicação ressalta as características principais dos produtos: macios e fofinhos, atributos da família de bolos mais querida do Brasil.

“A campanha destaca o bolo como um coringa, principalmente nos dias de hoje, em que passamos mais tempo em casa. Ele pode ser consumido no café da manhã com frutas, por exemplo, ou numa sobremesa prática para o almoço de domingo. Além da versatilidade, os bolos podem proporcionar um momento de afetividade, resgatando memórias de reunião com a família ou amigos, como um café da tarde na casa da vó ou um bolo feito pela mãe na infância”, comenta Alejandro Lacorte, diretor de marketing e inovação da Bimbo Brasil.

A comunicação tem início no Instagram, Facebook e Twitter com vídeos curtos que despertam o apetite appeal por meio do sistema sensorial, trazendo os 5 sentidos para o universo digital e humanizando o conteúdo. Além disso, para inspirar os consumidores, Pullman e Plusvita contarão com o marketing de influência da formadora de opinião: Priscila Brenner, que realizará alguns desafios envolvendo receitas, família e mesa do bolo em seu Instagram.

Como sustentação da campanha desenvolvida pela agência Fri.to, Pullman e Plusvita apostam em Stories animados com o Osito, enquetes em seus perfis no Instagram e Facebook e diferentes jogos no Twitter, como bingo e batalha de sabores, aumentando ainda mais o engajamento de seus seguidores. Serão usadas também outras duas plataformas para impactar o público-alvo: YouTube, com vídeos de curta duração, e segmentação especial para mídia programática.

“Na campanha, conseguimos traduzir a maciez e sabor dos bolos Pullman e Plusvita em imagens que aguçam os sentidos, dessa forma o apetite appeal é ressaltado e o bolo se torna cada vez mais irresistível. Além disso, utilizamos a inteligência de dados e mídia para aperfeiçoar a mensagem e construímos conteúdos que se aproximam do consumidor, criando conversas leves e divertidas com o público”, explica Marina Tumolo, diretora de operações da fri.to.

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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