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Elon Musk dá uma guinada forte no Bitcoin

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Virada brusca de Tesla em Bitcoin

Elon Musk tem sido um grande impulsionador da criptomoeda recentemente, até mesmo direcionando a Tesla a comprar US $ 1,5 bilhão em Bitcoin para seu tesouro corporativo no início deste ano. Ontem, ele mudou abruptamente de curso, tweetando que a Tesla pararia de aceitar Bitcoin como pagamento por carros, citando razões ambientais. “Estamos preocupados com o rápido uso crescente de combustíveis fósseis para mineração e transações Bitcoin, especialmente carvão, que tem as piores emissões de qualquer combustível”, disse ele.

O preço do Bitcoin despencou imediatamente em mais de 10 por cento. A Tesla disse que começaria a aceitar a criptomoeda alguns meses atrás, quando também revelou uma compra de Bitcoins de bilhões de dólares, elevando o preço em mais de 10 por cento. O bitcoin parece extremamente sensível aos tweets do bilionário e “se uma pessoa pode alterar drasticamente o poder de compra, o critério de ‘reserva de valor estável’ de uma moeda não é atendido”, escreveu Paul Donovan, do UBS, em uma nota aos clientes hoje.

A mineração de Bitcoin consome muita energia e, quanto mais vale a pena, mais potência é necessária para uma rede de computadores criar os tokens, por design. O problema climático do Bitcoin dificilmente é um segredo. Então, o que dá?

Porque agora? A Tesla só começou a aceitar Bitcoin para compras de carros nos EUA em março. Há pouco mais de duas semanas, Zach Kirkhorn, C.F.O. da Tesla, disse aos investidores que “é nossa intenção manter o que temos a longo prazo e continuar a acumular Bitcoin de transações de nossos clientes conforme eles compram veículos”. Ele descreveu a justificativa para comprar e aceitar Bitcoin como, simplesmente, “Elon e eu estávamos procurando um lugar para armazenar dinheiro que não estava sendo usado imediatamente, tentando obter algum nível de retorno.”

O que mudou na compreensão de Tesla sobre as questões de energia? Um Tesla básico vale cerca de 1 Bitcoin, então a compra de Bitcoin de $ 1,5 bilhão da empresa em fevereiro ultrapassa em muito a quantidade de criptografia que coletaria das vendas de carros por um longo tempo. Isso levanta questões sobre o processo de verificação e aprovação desse investimento, o que pode preocupar a E.S.G. investidores, que de outra forma vêem com bons olhos uma empresa de veículos elétricos. Musk não sabia sobre o impacto ambiental do Bitcoin até agora? Quem o aconselhou sobre isso? O clima influenciou o processo de aprovação do conselho?

Como Musk justifica o impacto ambiental de suas outras empresas? Os foguetes da SpaceX são grandes emissores de carbono. The Boring Company, seu empreendimento de perfuração de túneis, também enfrentou críticas sobre seu impacto ambiental.

Tesla ou Musk venderam Bitcoin antes do anúncio? A declaração de Musk disse que “a Tesla não venderá nenhum Bitcoin e pretendemos usá-lo para transações assim que a mineração fizer a transição para uma energia mais sustentável”. Veremos se fez alguma negociação recente quando relatar os resultados do segundo trimestre em julho. Dado o impacto do tweet de Musk no preço do Bitcoin, qualquer ação imediatamente anterior ou posterior será examinada.

A regulamentação desempenhou um papel na reversão? A política de devolução para carros comprados com Bitcoin funcionou a favor de Tesla, estipulando que os compradores recebam Bitcoin se valer menos do que o valor em dólar equivalente na compra, mas recebam dólares de volta se Bitcoin valer mais Isso levanta muitas questões, incluindo riscos contábeis e preocupações sobre garantias e outras leis de proteção ao consumidor.

Musk pode ser um narrador não confiável. Na terça-feira, ele perguntou a seus seguidores no Twitter se Tesla deveria aceitar Dogecoin, a criptomoeda jokey. (A maioria disse que sim.) No domingo, ele anunciou que a SpaceX havia aceitado o Dogecoin como pagamento pelo transporte de um satélite para a lua. E como apresentador do “Saturday Night Live”, ele disse que a criptomoeda era “o futuro da moeda” e “uma confusão”.

Em outras notícias criptográficas, Vitalik Buterin, o criador do Ethereum, doou US $ 1,5 bilhão em criptomoedas para várias instituições de caridade ontem, incluindo cerca de US $ 1 bilhão nas chamadas moedas meme para um fundo de ajuda da Covid na Índia.

Matéria traduzida por Nicole Siniscalchi do New York Times e escrita por: Andrew Ross SorkinJason KaraianSarah KesslerMichael J. de la MercedLauren Hirsch and Ephrat Livni

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Cachaça envelhecida por duas décadas é lançada com diamante incrustado na garrafa

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Foi no ano de 1824 que a família Weber deixou Hunsrück, na Alemanha, para se fixar na região sul do país, nas florestas das encostas da Serra Gaúcha, hoje conhecida como Ivoti. Inicialmente, o lucro da família era obtido através do plantio da batata inglesa para a produção de uma bebida chamada ‘schnaps’. Apenas em 1848, com o plantio de cana-de-açúcar, e seguindo tradições históricas, tem início a elaboração de cachaça com o objetivo de consumo. O início comercial da Destilaria H. Weber dá-se apenas um século depois do primeiro destilado elaborado, em 1948.

Com o tempo, o processo foi se modernizando e o negócio acabou passando de pai para filhos, fazendo com que a destilaria fosse inovando ano após ano e ganhando cada vez mais espaço e credibilidade no mercado. Foi então que, no ano de 2001, justamente na virada do milênio, que a terceira geração da família Weber criou a marca Weber Haus, um marco no mercado das cachaças artesanais e que transformou a destilaria que até então atendia apenas o mercado regional (Ivoti, Dois Irmãos e Novo Hamburgo), em uma empresa de rótulos sofisticados, sabores únicos e receitas elaboradas.

E para celebrar justamente os 21 anos da Weber Haus, a marca acaba de lançar a cachaça Weber Haus Diamant 21 years old, um produto inédito, diferente de tudo o que a empresa já lançou e com sabor incomparável. Apesar de ser lançada em 2021, a história da bebida começa no ano 2000, período onde o mundo aguardava uma nova era, mudanças e revolução. Hugo Weber e seu filho Evandro Weber decidiram elaborar uma cachaça e deixar ela envelhecendo em seus melhores tonéis.

“Até então não tínhamos ideia de qual seria o nome, destino ou característica do produto, apenas sabíamos que essa seria a grande joia da destilaria”, explica Evandro Weber, diretor da destilaria. Ano após ano, pai e filho se debruçavam sobre as barricas para fazer uma criteriosa degustação individual e sempre se surpreendiam com o sabor e a evolução da bebida, resultado das características únicas dos barris de carvalho.

Foi então que em 2021, depois de duas décadas, a bebida foi retirada das caves subterrâneas das barricas antigas para ser lançada no mercado com o nome de Weber Haus Diamant 21 years old. A ideia do nome é uma alusão à pedra preciosa, que para conquistar o status de joia, precisa da intervenção do homem para ser lapidada, esculpida e trabalhada, além de conhecimento e paciência para conseguir um resultado impecável e surpreendente. “Queremos proporcionar uma experiência única que vai muito além de degustar uma cachaça, é uma imersão em um universo de sabores, cores, aromas e conhecimento”, diz Weber.

Além do sabor único, a Weber Haus Diamant 21 years old será vendida em uma edição limitada de 1.000 garrafas. E por se tratar de uma data tão especial, serão duas opções de embalagens que traduzem justamente o luxo e a nobreza do produto. A garrafa no formato de um diamante vem em um estojo de madeira espelhado. A Weber Haus Diamant 21 years old com a embalagem tradicional será vendida por R$5.948,00. Já a versão com um diamante de 3,65mm incrustado na garrafa custa R$9.948,00.

“Por ser algo totalmente diferente do que nós já fizemos na história, além de ser uma forma de comemorar os 21 anos da Weber Haus e celebrar a amizade entre pai e filho, nós queríamos que tudo nela fosse diferente e especial, por isso fizemos essa embalagem à altura da bebida”, ressalta o diretor. A garrafa número 0001 foi leiloada no dia 18 de novembro em Ivoti (RS) e arrematada pelo valor de R$66.948,00.

Envelhecida seis anos em Carvalho Francês e 15 anos em Bálsamo e com graduação alcoólica de 40%, a bebida possui características sensoriais de nozes, chocolate, tabaco, baunilha, canela, amêndoa e erva doce. “A cachaça é uma bebida que representa o Brasil, então olhar toda nossa trajetória e ver que nós fazemos parte de tudo isso é muito emocionante, e lançar a Weber Haus Diamant 21 years old é uma forma de brindarmos e agradecermos a todos os nossos clientes e colaboradores que contribuem e contribuíram para chegarmos até aqui”, finaliza o diretor.

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Campanha estrelada por Marina Ruy Barbosa apresenta o cardápio completo de produtos e serviços do Banco Safra

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Banco Safra começou a divulgar a segunda parte da campanha Quem Sabe, Safra. Os anúncios, com a atriz Marina Ruy Barbosa, estão sendo veiculados em todas as mídias e marcam o início das comemorações de 180 anos da instituição, apresentando a ampla gama de produtos e serviços oferecidos aos clientes do Safra.

Uma das especialidades do Safra ressaltada na campanha é a área de investimentos. Além dos reconhecidos fundos geridos pela Safra Asset e da solidez dos produtos de renda fixa emitidos pelo banco, a partir da análise dos seus especialistas, o Safra conta com uma das corretoras mais tradicionais do Brasil.

A Safra Corretora traz uma plataforma de ponta para aqueles que desejam operar por conta própria e uma equipe qualificada voltada para os investidores que preferem o auxílio de um especialista.

Outro diferencial apontado na campanha são as vantagens dos cartões disponíveis no Safra, que trazem facilidades em viagens, compras e experiências no programa Safra Rewards, com uma das melhores pontuações do mercado e prêmios exclusivos.

Além de todas estas vantagens, o Banco Safra passou a oferecer em maio uma novidade para trazer mais conforto às viagens de seus clientes: o Espaço Banco Safra. Trata-se de uma Sala VIP localizada no terminal 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

O Espaço Banco Safra, ambiente administrado pela GRU Airport, foi pensado para oferecer uma série de benefícios que tornam a espera pelo embarque mais agradável. Os clientes têm acesso a um buffet completo, incluindo opções Kosher, estrutura com Wi-Fi, TV a cabo, banheiros e chuveiros privativos.

A campanha, criada pela agência Talent Marcel, traz a mensagem de que o banco não abrir mão de seus valores de longa data, mas que está sempre conectado às necessidades de seu tempo, como mostra o engajamento da instituição com o sistema de Open Banking e o compromisso em adotar as práticas ESG em todas as dimensões de sua atuação.

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