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Projeto traz tendências para a promoção de grandes shows

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É impossível pensar em sertanejo sem lembrar de Chitãozinho e Xororó como referência e pioneirismo no mercado de eventos e mega shows. Com milhões de fãs e uma coleção de sucessos, a dupla apresenta em 2022 a turnê inédita “50 anos – Por Todos os Tempos”. Responsável pela identidade visual de todo o projeto, a Estalo, agência de marketing 360º, em conjunto com a Live Talentos, trabalhou na concepção gráfica de cada detalhe, trazendo as principais tendências para a retomada dos grandes shows no Brasil, como o marketing de nostalgia, recursos que demonstram inovação e pioneirismo e produtos que vão além dos shows.

Com o foco em retratar uma narrativa cronológica, que mostra a estrada percorrida pelos irmãos na música, o objetivo do projeto é comemorar os 50 anos de carreira da dupla e entregar experiências emocionantes e modernas ao público – carente de entretenimento e cultura há dois anos.

Muito além do show

A turnê mundial – que irá passar por, pelo menos, 20 cidades brasileiras e quatro americanas: Orlando, Miami, Boston e Nova Iorque (em um dos principais palcos do mundo, o Radio City Music Hall) – é apenas uma parte da comemoração dos 50 anos de carreira de Chitãozinho e Xororó.

“Temos muito orgulho de tudo o que compartilhamos nesses 50 anos e seria injusto dizer que resumimos em apenas um show. Ele é um espetáculo em sua essência, e é só uma parte de tudo o que planejamos para comemorar um marco tão importante para nós”, conta Xororó.

Marketing de nostalgia

50 anos não são cinco semanas ou cinco meses. Então, para conquistar o coração dos fãs-raíz, a Estalo apostou em elementos nostálgicos para criar a identidade visual do projeto e promover sensações agradáveis ao público.

A nostalgia está na moda e por toda parte, com a releitura de novelas, músicas, filmes, roupas, livros e até receitas afetivas. “A ideia de trazer os bons tempos de volta possibilitou a criação desse projeto tão grande e especial. Isso garante maior engajamento dos fãs de carteirinha e a curiosidade e a vontade de pertencimento daqueles que, com certeza, já curtiram alguma música de Chitãozinho e Xororó em momentos alegres e felizes”, explica a sócia-diretora da Estalo, Maíra Holtz.

“Ao longo de todos esses anos como dupla, fortalecemos nossa relação com os fãs, que, desde o início, são imensamente receptivos e carinhosos com a gente. Esse projeto não é só uma celebração nossa, é também um presente para eles”, completa Chitãozinho.

Tecnologia e Inovação

Também reconhecidos como pioneiros em lançamentos e novos projetos, Chitãozinho e Xororó não poupam esforços para entregar o que há de mais moderno para os fãs e não têm receio de arriscar em ideias futuristas e grandiosas.

Por isso, ao planejar a ação, a Estalo também utilizou os elementos gráficos para mostrar a modernidade e a ousadia do projeto. “Essas características estão estampadas na identidade visual desenvolvida para superar as expectativas do público na volta dos grandes eventos presenciais”, diz Maíra.

Retomada dos shows

A turnê em comemoração aos 50 anos de Chitãozinho e Xororó também marca a retomada dos grandes shows presenciais no Brasil após dois anos de isolamento social devido à pandemia de Covid-19.

Esse fator gera uma expectativa alta tanto no público quanto nos artistas e em toda a equipe de produção. “Estamos trabalhando nisso há bastante tempo, com todo nosso cuidado e dedicação para que tudo saia do jeitinho que sonhamos”, conta Chitãozinho. “Estamos ansiosos para estrear e mais ainda para reencontrar as pessoas que sempre nos apoiaram”, complementa Xororó.

De acordo com a sócia-diretora da Estalo, a volta dos grandes eventos colabora com toda a cadeia produtiva. “Todos nós tivemos que nos reinventar. Mas sabemos que o segmento foi muito afetado e milhares de empregos temporários deixaram de ser gerados. Estamos muito empolgados com a retomada presencial dos shows e prontos para colaborar com o restabelecimento do setor de eventos”, explica Maíra.

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Haute assina megaoperações de live marketing e ativa o ecossistema de marcas no Mundial de 2026

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Com um portfólio de peso que inclui projetos desenvolvidos para gigantes como Guaraná Antarctica, Budweiser, Philco e iFood, a agência Haute coloca na rua uma série de ativações robustas desenhadas para transformar o Mundial de futebol de 2026 em uma máquina de engajamento e geração de valor. A estratégia da empresa foca na concepção de experiências proprietárias de alto impacto, capazes de aproximar as marcas da paixão febril dos torcedores e amplificar a relevância dos patrocinadores durante o maior pico de audiência global do ano.

As movimentações da agência acontecem em um cenário financeiro extremamente aquecido para a publicidade. De acordo com um levantamento recente da Warc Media, o torneio de 2026 deve injetar impressionantes US$ 10,5 bilhões no mercado publicitário global. Diante deste cenário bilionário, o papel do live marketing torna-se ainda mais crucial para garantir que os investimentos gerem não apenas visibilidade institucional, mas também recall de marca e conversão na ponta final do varejo. “A Copa do Mundo é um dos raros momentos em que atenção, emoção e audiência acontecem em escala global ao mesmo tempo. Neste momento, é crucial que as marcas criem ações relevantes que gerem conexão genuína com as pessoas. O papel da Haute é transformar esse interesse coletivo em projetos proprietários capazes de fortalecer o posicionamento das empresas, ampliar o engajamento com seus públicos e gerar resultados concretos para os negócios”, analisa Bruno Dias, sócio da Haute.

Na Arena Brasileira — festival assinado pela Fishfire que desponta como o principal ponto de encontro dos torcedores em São Paulo —, a Haute lidera a execução de projetos customizados para múltiplos segmentos do mercado. A Budweiser, por exemplo, terá uma arena própria voltada a disputas de futebol no formato 1×1, distribuição de mimos exclusivos e um hub que integra jogos interativos a um estúdio oficial da Rede Globo para transmissões e gravações ao vivo. O Guaraná Antarctica foca na fidelização com ações de relacionamento, mecânicas de brindes e a presença do icônico mascote Canarinho.

Buscando a experimentação de produto em massa (sampling), as marcas Michelob Ultra e Flying Fish apostarão em lounges de convivência, bares proprietários e pontos instagramáveis (photo opportunities). No setor de apostas esportivas, a Superbet ativa sua marca com um chute a gol tecnológico que distribui prêmios, enquanto a Smirnoff, do portfólio da Diageo, entra em campo com um estande imponente equipado com rooftop exclusivo para convidados vip.

A força da agência no setor de bens de consumo e alimentação também se faz notar na estrutura do festival. A Hellmann’s montou uma hamburgueria totalmente estilizada para promover a sua linha Supreme por meio de degustações guiadas. Já a Philco aposta na interatividade ao permitir que o público teste seu portfólio de eletrodomésticos na prática, combinando a experiência com sorteios de produtos. No setor automotivo, a GM garantiu um espaço estratégico totalmente voltado para a exibição e divulgação do modelo Sonic.

Indo além das fronteiras físicas do festival no Parque Ibirapuera, a Haute também carimbou sua assinatura em projetos proprietários independentes de grande repercussão urbana. O maior destaque ficou por conta da operação de street marketing realizada para o iFood no final de maio. A agência coordenou um encontro massivo para a troca de figurinhas oficiais do álbum do Mundial. A iniciativa entrou para a história do live marketing ao reunir milhares de colecionadores e quebrar oficialmente o Guinness World Records de maior troca de figurinhas do planeta, transformando uma tradição cultural em um marco de relações públicas para o aplicativo de entregas. “Essas ativações mostram a nossa força em potencializar o retorno dos investimentos realizados durante o período da competição, reafirmando o live marketing como ferramenta estratégica para ampliar alcance e relevância das marcas junto ao consumidor”, conclui Bruno Dias.

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Holding Clube apresenta Casa Body Futebol Clube para liderar o debate sobre o futuro do futebol feminino no Brasil

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Aproveitando o período de forte mobilização em torno dos gramados, a Holding Clube escolheu o momento ideal para colocar os holofotes sobre uma pauta que demanda cada vez mais protagonismo na indústria: a evolução e o futuro do futebol feminino. Durante a nova edição do All In, evento proprietário do grupo especializado em marketing de experiências, foi anunciado o lançamento da Casa Body Futebol Clube, projeto de live marketing planejado para impactar o mercado durante a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, que terá o Brasil como país-sede.

O projeto nasce como uma extensão direta do B.O.D.Y. (Body Open Defines You), movimento de autoaceitação que celebra a liberdade da mulher. Na prática, a Casa Body Futebol Clube vai se materializar como um hub de convivência para gerar comunidade e dar visibilidade ao papel feminino no esporte. Além da transmissão oficial dos confrontos, o espaço abrigará um cronograma robusto composto por talks, oficinas e atividades interativas. “Eu posso dizer que esse projeto vai ser um dos mais emocionantes da minha vida. O B.O.D.Y. é a materialização de tudo que a gente sempre quis potencializar e agora com o futebol feminino, podemos dar ainda mais palco para todas as mulheres e mostrar o quanto a força feminina importa para o nosso país e pro mundo”, destacou Ju Ferraz ao anunciar a novidade.

Já o All In, plataforma criada para descortinar o ecossistema de projetos e as grandes tendências de entretenimento da Holding Clube para o mercado — responsável por antecipar movimentos como a expansão da carreira internacional da cantora Anitta —, retornou com uma edição de caráter reflexivo. O debate ganha urgência histórica ao lembrar que a prática do futebol foi oficialmente proibida para as mulheres no Brasil por mais de 40 anos.

O potencial comercial e de engajamento do segmento é referendado por dados sólidos de mercado. Em 2025, o futebol feminino registrou um salto de 19% em sua audiência televisiva na comparação anual, conforme aponta a Pesquisa Futebol Feminino 2026 da Globo Ads Insights. Na mesma linha de otimismo econômico, um estudo global da Deloitte posiciona a modalidade entre as três principais frentes geradoras de receita dentro de todo o ecossistema de esportes femininos para os próximos anos.

Ao longo do encontro, os convidados puderam revisitar a autoridade da Holding Clube nesse território de patrocínios e ativações. Por meio da agência Banco_, o grupo soma quase três décadas de atuação dedicada ao desenvolvimento do futebol feminino, posicionando-se na vanguarda do tema muito antes de a pauta figurar no radar do grande mercado de marcas.

O painel de discussões trouxe lideranças de peso para o palco. Gizele Costa, head de projetos da Holding Clube, liderou o painel intitulado “O jogo mudou: futebol feminino, mídia, clubes e atletas na nova era do futebol feminino”. O debate reuniu Gal Barradas e Thiago Januzzi, representantes da comissão organizadora da FIFA Women’s World Cup, ao lado de Claudia Paola Martinez, diretora de marcas e licenças da Centauro. “O público do futebol feminino nos estádios é diferente do masculino, são famílias. É um público mais amplo, mais democrático. E as pesquisas da FIFA mostram que a Copa Feminina é o terceiro evento que mais mobiliza audiência no mundo, empatada com a Eurocopa. A Copa do Brasil tem a capacidade de elevar esse patamar a um nível nunca visto”, analisou Gal Barradas.

Outro momento de destaque foi o painel “Futebol feminino em expansão: o papel das marcas na construção de um novo mercado”, que contou com a participação de Lucca Amorim, gerente de marketing de Guaraná Antarctica na Ambev; Bruno Teixeira, head de comunicação, propósito e marketing de pessoas da Fisia (distribuidora oficial da Nike no Brasil); Sabrina Romero, diretora de marca e comunicação da Vivo; e Jader Damazio, head de criação e planejamento da Holding Clube.

Com mediação conduzida por Tati Oliva, fundadora da Cross Networking, a mesa debateu o poder de transformação social e comercial dos patrocínios de longo prazo. No debate, Lucca Amorim disparou: “O futebol feminino é um movimento, ele transforma, impacta e evolui. E isso é o sonho de qualquer marca, porque tem muito espaço para criar e construir a quatro mãos. Quando a gente entende a história do futebol feminino no Brasil, entende também quais são os gaps e as oportunidades que ainda existem”.

O cronograma completo, as cotas de patrocínio e o local que abrigará a estrutura da Casa Body Futebol Clube serão detalhados gradativamente nos próximos meses por meio dos canais digitais oficiais do projeto.

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