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Plataforma de marketing Arena recebe aporte de R$ 11,6 milhões liderado pela Redpoint eventures

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Fundada no Vale do Silício, empresa combina Inteligência Artificial e dados para capacitar empresas a antecipar o comportamento dos consumidores

A Arena, plataforma de marketing cloud-based que utiliza Inteligência Artificial para entender a jornada dos consumidores e criar experiências personalizadas em tempo real, acaba de anunciar a captação de R$ 11,6 milhões em rodada de financiamento seed 2, liderada pela Redpoint eventures, gestora de venture capital com foco em startups de tecnologia.

O investimento será usado pela empresa para expandir a sua equipe de marketing e vendas, além de aumentar a presença da companhia em mercados globais.

Fundada em 2016 pelos brasileiros Paulo Martins e Rodrigo Reis, a Arena tem sede em São Francisco, na Califórnia. Focada na expansão global, a companhia está entrando agora no mercado brasileiro, e já possui escritórios em Minas Gerais. A empresa conta com mais de 6 mil clientes, espalhados por 124 países, e possui como missão ajudar times de marketing e produtos a entenderem profundamente a jornada de seus usuários, para que experiências agradáveis se transformem em receita. A Arena reforça a total segurança na privacidade dos dados levantados em sua plataforma.

Enterprises de consumo em áreas como mídia, telecomunicações, ecommerce e serviços financeiros estão utilizando os serviços da empresa para aumentar engajamento, conversão e receita em suas plataformas digitais, e, como consequência, estão gerando um aumento drástico nas vendas, com engajamento superior a 64% e três vezes mais conversão de leads.

Entre os clientes da Arena estão a Rede Globo (Brasil), Microsoft, Sony Music, Fox Sports, MSN, Rogers Telecom, Turner, Nascar. Os serviços da empresa têm proporcionado melhores experiências aos seus usuários, personalizando conteúdos e interações, conduzindo as plataformas a aumentar assinatura de produtos premium, vendas em e-commerce e maior precisão em campanhas de publicidade.

Uma das companhias que também utilizam a plataforma Arena é a The Japan Times, respeitada empresa de mídia, que assinou com a Arena para fornecer aos seus leitores informações atualizadas em tempo real, como parte da cobertura dos sites de notícias sobre a pandemia de Coronavírus. Ao fazê-lo, o site aumentou o seu engajamento de visitantes, retenção e receitas de assinantes dos seus produtos premium.

“Estamos experimentando um enorme crescimento em novos negócios em 2020, apesar da atual crise econômica. Atuamos em vários setores de rápido crescimento, tais como os meios de comunicação streaming, ensino à distância, eventos virtuais e players de e-commerce. Os times de produtos e marketing estão cada vez mais concentrados em proporcionar experiências mais personalizadas em tempo real, utilizando os seus próprios dados de primeira mão, sem dependerem de redes sociais ou cookies. Fornecemos a essas empresas uma infraestrutura de experiência e de dados para criar novas oportunidades de negócio”, afirma Paulo Martins, CEO da Arena.

“A empresa proporciona ajuda para compreender o comportamento e as preferências do cliente com base em determinado contexto. Os dados são rapidamente processados através de um sistema avançado de I.A., introduzidos em nosso sistema de personalização de experiência e, assim, nossos clientes podem fornecer experiências altamente personalizadas. Isso, combinado a outras ferramentas de envolvimento que oferecemos, como notificações, chat e blogs ao vivo, possibilita à Arena o aumentar a retenção de visitantes para os sites, contribuindo para alavancar o crescimento de empresas de qualquer dimensão”, completa Martins.

Rodrigo Reis, co-founder e CTO da Arena, destaca que, ao fundarem a empresa, a principal preocupação era desenvolver uma plataforma o mais simples e eficiente possível, para que as equipes de marketing e desenvolvimento de produtos possam construir suas próprias experiências dentro das suas propriedades digitais. “Com a nossa plataforma de personalização de experiências baseada em dados e IA, os nossos clientes podem construir audiências e campanhas sem precisar depender de redes sociais e cookies que estão a cair em desuso.”

Segundo Romero Rodrigues, Sócio Diretor da Redpoint eventures, a personalização digital tem contribuído cada vez mais para que as empresas entendam melhor o perfil de seus clientes, obtendo informações úteis a respeito de seu comportamento e tornando mais precisa e eficiente a métrica das taxas de conversão das companhias.

“Há mais de uma década, a área de marketing se mostra bastante promissora no que se refere ao poder da personalização digital para impulsionar melhores taxas de conversão e média de pedidos mais elevadas. E a Arena entregou exatamente este negócio. A sua plataforma de personalização de experiência é uma aliada profissional de marketing, orientada para a obtenção de dados em tempo real, sem comprometer a privacidade dos visitantes do site. É importante ressaltar que ela reverte as conversas e interações com os clientes de volta aos sites da empresa, para que estas possam controlar totalmente a experiência do público-alvo, sem a necessidade de recorrer a um intermediário”, finaliza.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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