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Piraquê apresenta Zeca Pagodinho como Mestre de Originalidade

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Mais do que uma receita original, a Piraquê apresenta um repertório: Unidos da Originalidade, composto por grupo de influenciadores e liderado pelo Mestre, o cantor e compositor Zeca Pagodinho. A iniciativa apresenta a variação do slogan da marca,“Isso tem um Quê de Piraquê”.

Fábio Melo, diretor de Marketing da M. Dias Branco, ressalta que o match entre a Piraquê e o Zeca Pagodinho aconteceu de maneira natural, diante da afinidade entre ambos. “Piraquê faz parte da vida e da história do Zeca, que para nós é um Mestre de Originalidade e uma personalidade autoral, que representa a nossa marca.”

Tudo começou com um burburinho nas redes sociais, criado pelas agências Lew’Lara\TBWA e BFerraz, empresa da B&Partners.co. Um anúncio de Piraquê, de 1967, com um garotinho, foi resgatado e comparado com uma foto de Zeca Pagodinho quando era criança. Os consumidores acharam que, devido à semelhança de ambos, poderia se tratar do próprio Zeca. O movimento nas redes sociais foi tamanho, que o cantor esclareceu que não era ele. Mas aproveitou para pedir “recebidos” de Piraquê, revelando ser fã da marca. Piraquê não perdeu tempo e fez o convite, que deu início à parceria.

Carioca, Zeca Pagodinho é um dos maiores nomes do samba. É inovador, com seu estilo próprio. Autoral na essência, tem um “Quê de Piraquê”. Fundada no Rio de Janeiro há mais de 70 anos, Piraquê é lembrada pela inovação e pela originalidade. A marca, que atualmente é encontrada em todo o Brasil, se destaca no mercado brasileiro de produtos alimentícios pelos seus sabores e texturas exclusivos.

É o caso do biscoito Goiabinha, com a casquinha crocante e o recheio de fruta cremoso ou o biscoito de Leite Maltado, aquele que traz a vaquinha estampada nas embalagens. O que dizer do Cream Cracker de Gergelim e do snack Presuntinho, os sabores únicos que atravessam gerações? Tudo isso tem o Quê de Originalidade, um Quê de Piraquê.

O movimento Unidos da Originalidade conta ainda com quatro influenciadores, cada um representando um pilar de atuação da marca, que tem inovado em movimentos artísticos e culturais. Foram escolhidos: Jacy Carvalho, levantando a bandeira da Moda; Pedrita Junckes, que aborda Arte e Estilo; Chico Barney, uma referência em Humor de qualidade e, Ruxell no Beat, especialista em Música.

O ano de 2022 promete ser o mais original da história de Piraquê. O objetivo da comunicação é expandir a criatividade para além do portfólio de produtos da marca. A plataforma de comunicação “Isso tem um Quê de Piraquê” tem a missão de inspirar e promover ideias, que tenham a originalidade no seu DNA. A intenção é revelar ideias originais e fazer com que sejam fomentadas o ano todo. “Temos a ambição de transformar Piraquê em um ícone brasileiro”, conclui Melo.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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